Chaser, a cadela da raça Border Collie que identifica 1022 palavras

Chaser é uma cadela da raça Border Collie e seu estudo é tema de um livro por seu dono e pesquisador John Pilley

por Samantha Kelly — publicado 23 out 2013 - 14:32

John Pilley e Chaser. Foto: Reprodução/Twitter

John Pilley e Chaser. Foto: Reprodução/Twitter

Os pesquisadores John Pilley e Alliston Reid da Wofford College descobriram através de testes que a Border Collie de nome Chaser consegue identificar mais de 1000 objetos.

O estudo, que foi publicado no Elsevier journal  Behavioural Processes, aprofunda o resultado previamente adquirido de pesquisadores alemães, que identificaram um cachorro que sabia algumas centenas de objetos.

Os testes tinham como intuito compreender questões como a extensão do vocabulário do cão quando exposto a intenso treinamento, o que os cães entendem da linguagem humana e se de fato os animais conseguiriam distinguir os objetos de comandos.

Seguindo uma série de experimentos cuidadosamente documentados e controlados, os autores demonstraram que Chaser aprendeu o nome de 1022 objetos em um período de 3 anos de treinamento, que acabou não porque o cão não conseguia mais aprender, mas por falta de tempo dos pesquisadores.

O fato da cadela aprender e lembrar mais de 1000 nomes, cada um conectado a um objeto específico, foi uma evidência clara que ela possui uma série de capacidades necessárias para o aprendizado da linguagem humana receptiva, como poder identificar mais de 1022 sons diferentes e os objetos que eles representam, a habilidade de discriminar objetos visualmente, o vocabulário extensivo e um sistema de memória que permite mapear muitos estímulos auditivos e visuais.

Chaser, a cadela que aprendeu mais de 1000 palavras. Foto: Reprodução/Twitter

Chaser, a cadela que aprendeu mais de 1000 palavras. Foto: Reprodução/Twitter

O segundo experimento demonstrou que a cadela sabia diferenciar quais eram nomes e comandos. Para testar o significado dos comandos e nomes de forma independente, os autores combinaram aleatoriamente ambos para observar qual seria o comportamento de Chaser. Sem treinamento especial, Chaser respondeu para cada combinação corretamente, até mesmo no primeiro teste. O resultado demonstrou que a cadela compreendia que os comandos e os nomes tinham significados diferentes, sabendo que nomes se referiam a objetos em específico, independente da ação que o envolvia.

O terceiro teste apontou que a cadela também entendia nomes pela sua categorias, não só de maneira individual. Ela aprendeu que o nome “brinquedo” se referia aos 1022 objetos que ela era permitida a brincar, cada um com seu nome específico. Ela também demonstrou que conseguia mapear até três categorias em cada objeto sem errar. Por exemplo, ela sabia o nome correto para cada objeto usado na pesquisa, podia conectar a palavra brinquedo aos objetos, e conseguiu fazer a ligação entre dois objetos em comum, como a “bola” e o “frisbee”.

No quarto e último experimento, Chaser também conseguiu demonstrar que podia aprender os nomes por exclusão usando processos que envolvem a aprendizagem associativa.

De acordo com a autora Alliston Reid:

 

Esta pesquisa é importante porque demonstra que os cães, como crianças, podem desenvolver vocabulários extensos e entender que certas palavras representam objetos individuais e outras palavras representam categorias de objetos, independente de significado da ação que supostamente o acompanha.

 

Jonh Pilley, pequisador e também dono de Chaser, começou a sua história com cães nos anos 70, com sua amada cadela Yasha. Esse relacionamento estreito que permitiu que, muitos anos depois, John pudesse trabalhar com Chaser mais facilmente.

O experimento e a ligação de Chaser e seu dono são vistas no livro”Unlocking the Genius of the Dog Who Knows a Thousand Words” (Destravando a cadela gênio que sabe mais de 1000 palavras, tradução livre), escrito por John W. Pilley com Hilary Hinzmann.

Para mais informações, acesso o site oficial de Chaser www.chaserthebordercollie.com

 

 

Sharon Stone aumenta a família com um novo filhotinho

por Andrezza Oestreicher — publicado 26 abr 2018 - 13:23

Coisa boa é aumentar a família e levar um cachorrinho novo para casa. Além de todo o amor que eles sempre estão prontos para nos dar, esses animais conseguem trazer ainda mais luz, vida e alegria para o lar.

Quem está vivendo esse momento de muita alegria com um novo cãozinho em casa é Sharon Stone.

Joe and I welcome his new pal Bandit. #JoeStone #BanditStone #family ❤️

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Cadela surfa com crianças com Atrofia Muscular Espinhal e proporciona muita felicidade aos pacientes

por Andrezza Oestreicher — publicado 26 abr 2018 - 9:23

A Atrofia Muscular Espinhal, bastante conhecida também como AME, é uma doença degenerativa genética que afeta o sistema nervoso e leva à redução das funções motoras. Ela resulta em fraqueza e atrofia muscular caracterizada por problemas nos movimentos voluntários.

A AME afeta os movimentos das pernas e braços, muitos pacientes perdem esses movimentos, e afeta também os músculos que atuam na deglutição de alimentos e na respiração.

Por conta disso tudo, pessoas com Atrofia Muscular Espinhal acabam não vivendo uma série de experiências que para aqueles que não sofrem com a doença seria tão simples. 

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Cachorros da raça Galgo Italiano são encontrados vivendo em terríveis condições em São Paulo

por Andrezza Oestreicher — publicado 25 abr 2018 - 13:00

Mais uma vez, a ganância do ser humano, chamado de racional, transformou seres tão amáveis como os cachorros em máquinas de reproduzir filhotes e em fonte de lucro e de dinheiro. É exatamente isso o que criadouros clandestinos fazem.

Na última sexta-feira, dia 20 de abril, a Polícia Militar Ambiental (PMA) encontrou em uma residência em Praia Grande, no litoral de São Paulo, cachorros da raça Galgo Italiano, considerada rara no Brasil, em um estado terrível e em visíveis condições de grave negligência.

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Sharon Stone aumenta a família com um novo filhotinho

por Andrezza Oestreicher — publicado 26 abr 2018 - 13:23

Coisa boa é aumentar a família e levar um cachorrinho novo para casa. Além de todo o amor que eles sempre estão prontos para nos dar, esses animais conseguem trazer ainda mais luz, vida e alegria para o lar.

Quem está vivendo esse momento de muita alegria com um novo cãozinho em casa é Sharon Stone.

Joe and I welcome his new pal Bandit. #JoeStone #BanditStone #family ❤️

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Já tutora de um cachorro da raça Buldogue Francês chamado Joe, a atriz decidiu aumentar sua família e levou para casa um fofo filhotinho. O cãozinho também é da raça Buldogue Francês, porém em cores diferentes do seu irmão canino mais velho, e recebeu o nome de Bandit Stone.

Goodnight. ❤️ #BanditStone

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Sharon apresentou o novo membro de sua família para seus fãs e seguidores através de seu perfil oficial no Instagram. Em uma série de duas fotos, uma em que ela aparece muito feliz segurando o novo filhote e outra em que Joe aparece debaixo das pernas da tutora, a atriz escreveu: “Joe e eu demos boas-vindas ao seu novo amigo Bandit”.

Depois da apresentação, Sharon Stone já começou a encher seu perfil na rede social de fotos do novo filhote, assim como toda tutora apaixonada e mamãe coruja.

Joe and Bandit! ❤️ #puppylove #JoeStone #BanditStone #bigbrother

A post shared by Sharon Stone (@sharonstone) on

A atriz também compartilhou um vídeo em que aparecem os dois cachorros, onde o pequeno Bandit tenta chamar a atenção de Joe, que prefere se coçar um pouquinho.

Entre as fotos que mostra o fofo filhote dormindo, Sharon postou uma em que aparece com Bandit no colo e confessou que Joe parece estar com um pouquinho de ciúmes do novo irmãozinho. Porém, apesar disso, ela afirmou que eles estão se dando bem.

Bandit é realmente uma fofura de cãozinho.

Fonte: People

Cadela surfa com crianças com Atrofia Muscular Espinhal e proporciona muita felicidade aos pacientes

por Andrezza Oestreicher — publicado 26 abr 2018 - 9:23

A Atrofia Muscular Espinhal, bastante conhecida também como AME, é uma doença degenerativa genética que afeta o sistema nervoso e leva à redução das funções motoras. Ela resulta em fraqueza e atrofia muscular caracterizada por problemas nos movimentos voluntários.

A AME afeta os movimentos das pernas e braços, muitos pacientes perdem esses movimentos, e afeta também os músculos que atuam na deglutição de alimentos e na respiração.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Por conta disso tudo, pessoas com Atrofia Muscular Espinhal acabam não vivendo uma série de experiências que para aqueles que não sofrem com a doença seria tão simples. Porém, um grupo de pacientes nos Estados Unidos contou com uma ajuda para lá de especial para ter uma experiência diferente e muito feliz.

Juntamente com o Cure SMA, um grupo que financia pesquisas relacionadas à doença, a cadelinha surfista Ricochet proporcionou muita diversão a esses pacientes, que tiveram a oportunidade de entrar no mar e surfar com a peluda.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Ricochet é o único SURFice dog® do mundo que fornece assistência terapêutica enquanto cria experiências únicas de surfe e outras atividades que reduzem a ansiedade social e capacitam crianças com necessidades especiais, pessoas com deficiências, soldados feridos e veteranos com TEPT.

As crianças eram as mais animadas do grupo de pacientes, todas queriam ser a primeira a surfar com Ricochet, cadela que tem treinamento extensivo como cão de serviço.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Como muitas das crianças que participaram da atividade não conseguem manter a cabeça erguida sozinha, uma cadeira de banho foi adaptada e fixada na prancha de surf para deixar os pequenos seguros e confortáveis.

O passeio contou com a participação e ajuda de uma incrível equipe de voluntários qualificados que fez com que a experiência fosse um sucesso e muito feliz para todos.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Apesar de todas as dificuldades e trabalho que deu colocar a ideia do surf com os pacientes em prática, todos, tanto crianças quanto adultos, se divertiram bastante e não queriam que aquele dia acabasse.

Fonte: 3 Million Dogs / Diário Catarinense