Como a fotografia pode mudar o destino de um Pet

Martin fotografou mais de 5,000 animais, aumentando significantemente os números de adoções e visitas no abrigo.

por Samantha Kelly — publicado 24 ago 2012 - 8:45

Como a fotografia pode mudar o destino de um Pet

Há cerca de um ano, quando um pitbull adulto e sem teto cruzou o seu caminho com o Abrigo de Controle Animal de Tangipahoa, em Lousiana, os funcionários do local sabiam que iriam enfrentar um desafio. Conhecidos como “raças  de briga”, pitbulls podem ser especificamente difíceis de serem adotados devido a percepção do público de sua suposta agressividade. Esse cão em particular tinha ainda mais um desafio: uma deformidade nas duas patas dianteiras.

Para animais como ele e com suas características, as chances são pequenas ou nulas de não serem eutanasiados. Mas para casos de sorte como o dele, o serviço de Nanette Martin pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Fotógrafa profissional, Martin é co-fundadora do Shelter Me Phothography, um grupo sem fins lucrativos que é especialista em fotografar animais que vivem em abrigos, assim possibilitando uma chance melhor na adoção. Desde 2001, Martin fotografou mais de 5,000 animais, aumentando significantemente os números de adoções e visitas no abrigo, uma vez que as fotos são postadas.

Como muitos outros animais, ter sua foto tirada foi o que faltava para que esse pitbull achasse um lar. A foto foi vista pelo Fur Angel Animal Sanctuary, um grupo de protetores de Indiana, Estados Unidos, que serviu como lar temporário. E foi nesse período que ele achou sua futura casa.

“Quando eu vi a foto, ele parecia estar dizendo. ‘Esse sou eu. Você não vai me dar uma chance?’ ” disse Monica Kaskey, sua tutora. Ela e sua parceira Sarah Grey já tinham dois cachorros, um Dálmata mix e um Pastor Australiano, mas viram algo especial naquela foto do Facebook.

“Sarah disse, ‘Nós precisamos dele!’, e então fomos com tudo”, disse Kaskey. Ela tem um ponto fraco para cachorros que “outros não quiseram”  e faz muito trabalho em prol ao salvamento de cães. Apesar dela ver centenas de fotos de cachorros em seu trabalho, há uma qualidade única nas fotos de Martin que de fato se sobressai.

“Nanette trabalha duro nessas fotos; elas são como um novo conceito. Elas capturam a personalidade dos cachorros, muito mais do que uma foto com eles atrás de grades com medo, nervosos ou se escondendo.” afirma Kaskey.

Desde que adotaram o Zulu – um nome escolhido porque o pitbull é um guerreiro lutando contra as chances do mundo – Monica e Sarah não poderiam estar mais felizes. Elas têm aprendido a trabalhar com sua deformidade e enquanto sua perna dianteira esquerda não é funcional, ele ganhou uma prótese para seu pé direito dianteiro para ajudar a carregar o peso.

“Nós estamos procurando rodas que possam ajudá-lo a correr e andar sem dor”, diz Kaskey. Toda a dificuldade não impediu Zulu de ajudar o próximo. Ele trabalha como embaixador da Brew City Bully, um grupo que busca conscientizar a população sobre pitbulls. Zulu visita regularmente escolas e shows de cachorros para ajudar a educar o público sobre temperamento gentil da raça. Um embaixador ideal, ele mostra por exemplo o que pode acontecer quando se une sorte e pessoas como Martin, que têm paixão em ajudar cachorros necessitados.

 

Foto: Nanette Martin

Foto: Nanette Martin

 

Fonte

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail