Conheça a história de Abe e Davey, dois beagles salvos de um laboratório nos Estados Unidos

Ambos foram submetidos à testes por 7 anos

por Samantha Kelly — publicado 8 nov 2013 - 1:21

Davey e Abe. Foto: Reprodução/Dogster

Davey e Abe. Foto: Reprodução/Dogster

Através da da série “Tails of Survival” (Contos de sobrevivência, tradução livre) pertencente ao site Pet Collective, conhecemos a história de Davey e Abe, dois cães da raça Beagle que tiveram uma vida repleta de abusos.

Vendidos ainda filhotes por um canil para um laboratório na região do centro-oeste nos Estados Unidos, Davey e Abe tiveram 7 anos de suas vidas destinados à testes de toxicidade através de gavagem oral, ou em outras palavras, a prática de inserir através da cavidade oral conteúdo no estômago de alguém forçadamente via um tubo.

Davey passou por esse procedimento diariamente por um período de 7 anos, enquanto Abe, que ficou a espera de ser testado nos últimos 3 anos no laboratório, ficou em total isolamento de contato humano.

As chances de sobrevivência para os dois eram mínimas, já que se os cães que não morressem em consequência dos testes, seriam eutanasiados eventualmente.

A virada em suas histórias aconteceu em fevereiro de 2013 nas mãos dos ativistas do projeto “Beagle Freedom Project“, que além de Davey e Abe, resgataram mais 8 cães do laboratório.

A maioria dos cães se mostraram abertos a uma nova mudança, porém Abe, após tantos anos de negligência e solidão, não conseguia socializar ou confiar em humanos, com um medo paralisante de todos e em choque.

O fato de Davey e Abe terem sido adotados juntos acabou salvando suas vidas. Em questão de semanas, os dois se tornaram inseparáveis, dormindo juntos e até mesmo compartilhando comida.

Segundo April Curtis, adotante dos dois cães, as mudanças estão sendo para melhor:

 

Quando eu conheci Abe pela primeira vez, eu achei que ele tinha os olhos mais tristes que eu já tinha visto em um cachorro. Mas eu vi o olhar mudar, e agora eu vejo doçura, suavidade e felicidade.

 

Hoje, Davey já consegue confiar em humanos, e Abe está, aos poucos, se abrindo, até mesmo deixando que seus novos donos o toquem. Todos os dias são um marco na transformação dos cães, que com o lar certo e muita paciência e amor, estão conseguindo seguir em frente.

A situação de Davey e Abe é um exemplo dentre as centenas de casos similares no mundo. Só nos Estados Unidos, são 70 mil cães sendo testados para produtos do lar, cosméticos e fins médicos e farmacêuticos.

São só mais um número tatuado dentro da orelha e só deixam a gaiola quando vão passar por testes ou ser eutanasiados.

 

Assista o vídeo, com cenas dentro do laboratório, durante o resgate e na vida pós testes (áudio em inglês).

 

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times