Conheça o Pet de Rua, projeto que doa casinhas para cães abandonados

O Projeto Pet de Rua constrói casinhas de cachorro utilizando caixas de leite e doa para animais que vivem nas ruas da cidade de Ibitinga

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 dez 2016 - 13:24

Mariana Guidi Kulicz, de 22 anos, costuma vender artesanato com a sua mãe em uma praça da cidade onde ela mora, Ibitinga, em São Paulo. Um dia, enquanto vendia seus artesanatos, ela viu uma cadela mancando pela praça.

O animal, sem raça definida, estava magro, com frio, com fome e aparentava estar sentindo dor. Ele ficou por perto da família de Mariana e ela acabou dando um pouco de sua comida para o cão.

O Projeto Pet de Rua constrói casinhas de caixa de leite e doa para cães que vivem nas ruas. (Foto: Reprodução / Projeto Pet de Rua)

Porém, na hora de ir embora, Mariana, que sempre foi apaixonada por animais, começou a chorar, pois não queria deixar a cadela ali sozinha nas péssimas condições em que ela se encontrava.

Apesar de já ter dez animais em casa, a maioria resgatado de maus-tratos, Mariana conseguiu levar a cadela, que recebeu o nome de Nina, para a sua residência. A cadela foi levada ao veterinário e recebeu os cuidados necessários. Porém, por ser de porte grande, Nina teve que ficar na parte externa da casa.

As casinhas são colocadas em preças e locais onde costumam circular cães abandonados. (Foto: Reprodução / Projeto Pet de Rua)

Nina estava com uma inflamação na pata e tinha muita febre, por conta disso, mesmo com os cobertores e colchão que ganhou, ela ainda sentia muito frio. Infelizmente, naquele momento não era possível comprar uma casinha para Nina, pois ela havia chegado de surpresa e casinha para cães de porte grande costumam custar muito caro.

Então, para não deixar a cadelinha passando frio, Mariana decidiu colocar em prática o seu dom de artesã, herdado de sua mãe, e construiu uma casinha para Nina.

O plástico no teto da casinha ajuda a proteger das chuvas. (Foto: Reprodução / Projeto Pet de Rua)

Mariana pesquisou da internet materiais e como fazer a casinha e encontrou a caixa de leite como melhor opção, pois como esse material é composto por seis camadas prensadas de papel cartão, plástico e alumínio ele é resistente e ainda se adapta ao clima, mantendo a casinha quente quando está frio e deixando ela mais fria quando está calor.

Mariana conseguiu as caixas de leite e fez a casinha de Nina com bastante sucesso. Daí então, como sempre teve o desejo de ajudar animais abandonados, Mariana decidiu construir e distribuir casinhas de caixa de leite para cães que vivem nas ruas.

Juntamente com as casinhas são colocadas plaquinhas pedindo a ajuda da sociedade para que mantenham os abrigos. (Foto: Reprodução / Projeto Pet de Rua)

A jovem dividiu sua ideia com alguns amigos que toparam ajudar e assim surgiu o Projeto Pet de Rua, que tem como prioridade ajudar os animais que vivem abandonados nas ruas sem receber a ajuda de ninguém.

Para fazer uma casinha de porte médio a grande, que geralmente são os tamanhos dos animais abandonados que vivem nas ruas, é necessário uma média de 150 caixinhas.

A equipe do Projeto Pet de Rua é formada por 9 pessoas. (Foto: Reprodução / Projeto Pet de Rua)

O Projeto Pet de Rua já fez a doação de duas casinhas, a primeira foi colocada na praça onde a Nina foi resgatada, e está construindo a terceira casinha de caixa de leite.

Atualmente formado por uma equipe de nove pessoas, a intenção do Projeto Pet de Rua é se tornar uma ONG para conseguir ajudar ainda mais animais.

A intenção do Projeto Pet de Rua é ajudar os cães que vivem abandonados nas ruas. (Foto: Reprodução / Projeto Pet de Rua)

Para quem quiser fazer doações de caixas de leite para o Projeto Pet de Rua, bastante entrar em contato com a Mariana através da página oficial do projeto no Facebook ou enviar um e-mail para [email protected] .

Tutora de dois cachorros, Thalita Rebouças afirma se sentir uma mãe

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 9:31

Antes de ter um cachorrinho, nós não temos noção do tamanho do amor que eles podem nos dar e também despertar em nossos corações. E é justamente por isso que muitos tutores se sentem pais e tratam seus pets como verdadeiros filhos, pois é um amor incondicional.

É exatamente assim que a jornalista, escritora e, agora também, apresentadora Thalita Rebouças se sente com seus dois fofos e amados cachorros de estimação, Lindão e Babete.

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Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade,

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Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul,

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Tutora de dois cachorros, Thalita Rebouças afirma se sentir uma mãe

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 9:31

Antes de ter um cachorrinho, nós não temos noção do tamanho do amor que eles podem nos dar e também despertar em nossos corações. E é justamente por isso que muitos tutores se sentem pais e tratam seus pets como verdadeiros filhos, pois é um amor incondicional.

É exatamente assim que a jornalista, escritora e, agora também, apresentadora Thalita Rebouças se sente com seus dois fofos e amados cachorros de estimação, Lindão e Babete.

O desconfiado Lindão, um gostoso peludão da raça Coton de Tulear, foi um presente que Thalita ganhou do seu ex-marido há cerca de três anos. A tutora conta que ele é um cão muito carente que, para que ele não ficasse sozinho, ela acabou adotando outro animal para fazer companhia para Lindão.

Na hora de adotar, a escolhida para fazer parte da família de Thalita foi a cadelinha Babete, uma fofa, alegre e hiperativa vira-lata que, segundo a tutora, tem uma personalidade bem diferente de seu irmão mais velho.

Porém, apesar das diferenças, a mamãe afirma que seus filhos peludos convivem muito bem juntos.

Thalita contou que sempre teve cachorros em casa, mas eles eram de seus pais e que ela queria ter seus próprios animais. Agora, com Lindão e Babete ela não só realizou o seu sonho de ter seus cachorros como se sente uma verdadeira mãe dos pets.

“Agora me sinto mãe! A melhor coisa da vida é ter cachorro, só quem tem sabe que é um amor muito louco e maravilhoso. Você se sente a pessoa mais amada e especial do mundo”, afirma ela.

Acho , só acho, que A Babete tá meio irritada com esse laço. 😂😂😂😂 Não guento a cara dessa cachorrinha !!!

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A escritora, que é idolatrada pelos jovens por conta de seus livros, ainda incentiva seus fãs a adotarem um animal de estimação: “Adote um cachorrinho. Adote um bichinho de estimação, porque é amor em estado bruto”.

Fonte: Gshow

Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade, estão fazendo por seus animais. Os médicos deram apenas cerca de 4 a seis meses de vida para ambos os cachorros.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, May 14, 2018

Mas, além de muito amor de seus tutores, os cães também estão ganhando muito carinho um do outro. Os pets se conheceram depois de receber o triste diagnóstico e logo ficaram amigos.

Para aproveitar o fim de suas vidas como merecem, como muito amor, mimo e alegria, cada um ganhou de seus tutores uma lista de desejos que estão realizando, em maior parte, juntos.

Os cães já aproveitaram um dia de compras em uma loja de animais e ganharam muitas guloseimas e muitos carinhos até agora. E ainda tem mais por vir. “Eu acho que é realmente importante continuar dando ao seu animal a melhor qualidade de vida até o final”, afirma a veterinária Grace Kemp, tutora de Buckeye.

O Golden Retriever foi adotado por Grace ainda bem jovem e após ser resgatado. Além de membro da família, ele também é um companheiro de trabalho da tutora e sempre a acompanha no hospital veterinário.

Posted by Grace Kemp on Friday, May 18, 2018

Depois de anos dando muito amor para a sua família, o cãozinho Harley, que está mais próximo da estimativa que seu veterinário lhe deu, está ganhando ainda mais amor e sendo mais mimado do que já era normalmente.

O fofo Buldogue também aproveitou um gostoso picolé ao pôr do sol e um passeio com seus tutores em uma Harley Davidson.

Ashley McElfresh, tutora de do cãozinho, está publicando todas as aventuras do animal, que está fazendo uma viagem de carro com sua família, em um grupo no Facebook chamado “Bucket List Adventures of Harley Bruiser”, onde Buckeye frequentemente aparece realizando desejos da lista junto com seu amigo canino.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, April 30, 2018

A intenção dos tutores com essa lista de desejos é que os cães, mesmo com todas as suas condições, aproveitem seu restinho de vida e sintam que são muito amados e que têm uma grande importância para toda a família.

Fonte: People