Conheça os campeonatos de Agility para SRDs e para condutores com deficiência física

O IMCA e o PAWC já estão em suas 15ª e 13ª edição, respectivamente

por Samantha Kelly — publicado 18 ago 2014 - 17:56

Os dois campeonatos, tanto o IMCA quanto o PAWC, tem um significado muito importante por tornarem o universo das competições caninas muito mais acessível ao incluir cachorros e humanos que antes, por vários motivos, não se encaixavam em um padrão, mas desejavam participar. A história de ambos anda em paralelo e foi evoluindo com o tempo de existência.

O ano de 2000 marcou a primeira edição do IMCA (International Mixed & Breed Championship Agility), de primeira instância um campeonato de Agility exclusivo para cães sem raça definida, que até então não podiam participar de competições.

Dando o destaque merecido aos SRDs, a responsável pela criação do IMCA, a italiana Petra Fuchs, fundou o campeonato por achar injusto que apenas cães com pedigree pudessem ter seu lugar ao sol.

No ano seguinte, em 2001, o campeonato adquiriou uma abordagem mais democrática e passou a ser aberto a todos os competidores caninos, não só os SRDs mas também os cães com pedigree.

No IMCA, os cães são categorizados de acordo com o FCI e são divididos em porte pequeno, médio e grande.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Depois de dois anos bem-sucedidos, os organizadores do IMCA, em parceira com a condutora Susan Rekveld, portadora de artogripose, experiente no treinamento de seus próprios cachorros para sevirem como cães de serviço e para participarem de competições de Agility, desenvolveram o que seria o PAWC (ParAgility World Cup), primeiro campeonato de Agility, aqui chamado de ParAgility, voltado para condutores com deficiência física.

Teve sua primeira edição em 2002, na cidade de Gyula, na Hungria. No caso do PAWC, os condutores são os categorizados, não os cães.

Em grupo de 7, os condutores são categorizados nos seguintes grupos:

Grupo 1: Competidores usando veículo com bateria. Exemplo: Cadeira de rodas elétrica, scooter…;

Grupo 2: Competidores usando veículos manuais. Exemplo: Cadeira de rodas;

Grupo 3: Competidores com limitações para caminhar, podem usar instrumentos como  bengalas e andar relativamente rápido;

Grupo 4: Competidores que têm grande limitação para caminhar, podem usar instrumentos como bengalas e caminham razoavelmente devagar;

Grupo 5: Competidores que possuem uma grande limitação em caminhar, podem usar instrumentos como bengalas, caminham muito devagar;

 Grupo 6: Competidores sem limitações para caminhar e sim com deficiências como na visão, audição e braço paralizado;

Grupo 7: Competidores com deficiência mental.

Na última edição do IMCA e do PAWC, em 2013, que aconteceu pela terceira vez na Hungria, 64 competidores de 17 países participaram.

A 15ª edição do IMCA e a 13ª edição do PAWC acontecem esse ano na Itália, de 4 a 7 de setembro.

 

 


Referência imcapawc

Cadela que sofria maus-tratos em casa é resgatada pela polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 12 dez 2017 - 9:32

Em Santa Cruz do Sul, município do Rio Grande do Sul, policiais civis foram até uma residência para resgatar dois cães que sofriam maus-tratos causados pelo homem que deveria cuidar dos animais.

As denúncias foram feitas por uma ONG de proteção animal local, a Protetores de Santa Cruz, que já tinha ficado com um outro animal do mesmo homem, depois que também receberam, no mês de abril, denúncias de que ele maltratava o cão que tinha acabado de adotar.

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Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadela que sofria maus-tratos em casa é resgatada pela polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 12 dez 2017 - 9:32

Em Santa Cruz do Sul, município do Rio Grande do Sul, policiais civis foram até uma residência para resgatar dois cães que sofriam maus-tratos causados pelo homem que deveria cuidar dos animais.

As denúncias foram feitas por uma ONG de proteção animal local, a Protetores de Santa Cruz, que já tinha ficado com um outro animal do mesmo homem, depois que também receberam, no mês de abril, denúncias de que ele maltratava o cão que tinha acabado de adotar.

A cadela encontrada no local estava assustada e parecia muito debilitada. (Foto: Reprodução / Portal Gaz)

Dessa vez, a Polícia Civil esteve na casa do acusado, juntamente com ativistas da causa animal e a Brigada Militar, onde cumpriu um mandado de busca e apreensão para recuperar dois cachorros.

De acordo com delegada Raquel Schneider, da Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento, as denúncias afirmam que o acusado, um homem que vivia na mesma casa que os animais, agredia os cachorros com pauladas e chutes.

No local, apenas um animal foi encontrado, uma cadela da raça Labrador de cerca de 12 anos de idade que estava sem água, sem comida e aparentava estar bastante debilitada. Além disso, a cadela apresentava marcas de ferimentos.

Ainda na casa, também foram encontrados e apreendidos objetos que podem ter sido usados na agressão aos animais, como um estilete e pedaços de madeira.

Na casa também foram encontrados e apreendidos objetos que podem ter sido usados para agredir os animais. (Foto: Reprodução / Portal Gaz / Paola Severo)

Em relação ao outro animal, também uma cadela, o acusado disse informalmente que a abandonou na Avenida Paul Harris próximo a uma oficina mecânica. Policiais chegaram a buscar pela região mas ela não foi encontrada.

O animal resgatado foi levado para uma clínica veterinária. A cadela ficou internada para fazer exames e um laudo. Além de muito assustada e aparentar ter medo de pessoas, existe a suspeita de que ela tenha alguma fratura, pois estava se movendo com muita dificuldade.

O acusado foi levado à Delegacia de Polícia, onde respondeu algumas perguntas e assinou termo circunstanciado. Ele irá responder por maus-tratos a animais e o abandono de animal deve ser incluído na acusação, pois isso também é crime.

Fonte: Portal GAZ

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1