Dalva Lina da Silva, falsa protetora conhecida como “matadora de animais”, é condenada a 12 anos

Essa é a primeira vez que uma pessoa é condenada à prisão no Brasil por maus-tratos contra os animais.

por Samantha Kelly — publicado 19 jun 2015 - 10:54

Em uma sentença histórica no Brasil e no mundo, Dalva Lina da Silva, a falsa protetora que ficou conhecida como “matadora de animais” foi condenada a pena de 12 anos, seis meses e 14 dias de prisão, além de uma multa referente a cada um dos 37 animais, cães e gatos, mortos de maneira lenta e dolorosa em São Paulo.

A sentença proferida pela juíza Patrícia Álvarez Cruz possui 87 páginas e cita senciência dos animais. A juíza expediu um mandado de prisão preventiva e Dalva pode ser presa a qualquer momento.

Confira parte da sentença abaixo:

 

18/06/2015 Sentença Registrada18/06/2015 Condenação à Pena Privativa de Liberdade e Multa COM Decretação da Prisão Ante o exposto, julgo parcialmente procedente a ação, para: I. Condenar DALVA LINA DA SILVA, portadora do R.G./I.I.R.G.D. nº 20.735.577, filha de José Firmino da Silva e Dalvina Gonçalves Leite, à pena de doze anos, seis meses e quatorze dias de detenção, e ao pagamento de quatrocentos e quarenta e quatro dias-multa, cada um destes fixado em 1/10 do valor do salário mínimo vigente à época dos fatos, a ser atualizado em execução, como incursa, por trinta e sete vezes, nas penas cominadas no artigo 32, §2º, da Lei 9.605/98, na forma do artigo 69 do Código Penal; II. Absolver a mesma ré das imputações que lhe são formuladas no aditamento da denúncia, nos termos do artigo 386, inciso III, do Código de Processo Penal.11/06/2015 Conclusos para Sentença27/05/2015.

 

Essa é uma decisão inédita no mundo e não há referências de outras condenações com esse patamar para esse tipo de crime.

Dalva, conhecida como matadora de animais, foi condenada a 12 anos de prisão. (Foto: Reprodução)

Dalva, conhecida como matadora de animais, foi condenada a 12 anos de prisão. (Foto: Reprodução)

O caso foi exposto depois que uma ONG contratou um detetive particular que passou 20 dias investigando a conduta de Dalva. Ela foi flagrada levando sacos de lixo para a calçada do vizinho. Após encontrar os corpos, o detetiv avisou à organização que então chamou as autoridades.

De acordo com diversos protetores, vizinhos e o detetive contratado, estima-se que ela tenha matado um número muito maior de animais nos 8 a 10 anos que ela fingiu resgatar animais. Segundo o detetive, somente nos 20 dias que ele esteve vigiando o local, 300 animais entraram mas nunca mais foram vistos.

Em 2012, Dalva foi processada pelo Ministério Público pelo crime previsto no artigo 32, parágrafo 2º, da Lei Federal de Crimes Ambientais – 9605/98, por maus-tratos seguido de morte dos animais, porém, na última audiência no dia 20 de maio, a acusação de uso de substâcia proibida foi acrescentada, crime previsto no artigo 56 da mesma lei com pena mínima de um ano de detenção. A substância em questão é um produto anestésico de uso exclusivo por médicos veterinários.

O perito que necropsiou os corpos constatou que eles foram assassinados de maneira extremamente cruel e encontrados com muitas várias perfurações no peito.

 

Foto feita por detetive contratado por ativistas: cadela com gravatinha sendo entregue para Dalva e a mesma cadela morta encontrada no lixo no dia seguinte (Foto: Edson Criado)

Foto feita por detetive contratado por ativistas: cadela com gravatinha sendo entregue para Dalva e a mesma cadela morta encontrada no lixo no dia seguinte (Foto: Edson Criado)

 

Font: ANDA, G1

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

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Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

O ator firmou uma parceria com o Ibama e o Instituto Vida Livre e transformou o seu rancho pessoal em um centro de recuperação e área de soltura de animais silvestres que sofreram e foram resgatados do tráfico de animais.

“Você sabia que o Rio de Janeiro é a principal rota do tráfico de animais silvestres? Por isso há tanto bicho sofrendo”, explica o ator.

No rancho, que fica localizado em Secretário, na Serra Fluminense, está sendo construída uma casa que servirá como hospital, onde os animais receberão os cuidados e tratamentos necessários antes de serem recolocados na natureza.

“Acabamos de libertar um veado e estamos cuidando de um lobo-guará. Montei ainda um viveiro para reensinar pássaros machucados a voar”, conta Bruno.

Os custos da construção da casa, que já está sendo feita e será toda sustentável, com placas solares, reuso d’água, teto verde e cortinas automáticas para preservar a temperatura ambiente conforme o deslocamento do sol, devem chegar aos 3 milhões de reais.

A obra deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2018, porém, animais recuperados já estão sendo soltos no terreno.

Fonte: Veja Rio