Estudo traça fatores comuns em casos de fatalidades que envolvem ataques caninos

O resultado foi baseado em um levantamento dos casos dos anos de 2000 a 2009

por Samantha Kelly — publicado 12 jan 2014 - 1:33

Há muitas discrepâncias entre a realidade e o sensacionalismo perigoso que ocorre nos casos que envolvem ataques agressivos de cães.

A verdade por trás das mordidas caninas. Foto: Reprodução

A verdade por trás das mordidas caninas. Foto: Reprodução

Tratando o assunto com a devida seriedade e respeito que merece, o Journal of the American Veterinary Association (JAVMA) divulgou em dezembro um estudo que traça os pontos em comum nas fatalidades relacionadas a mordida canina.

Foram analisados os casos de 2000 a 2009, levando em consideração relatórios de investigações policiais e de agências de controle animal, assim como entrevistas com detetives especializados em homicídio.

Diferente do que tem sido perpetuado na mídia, em mais de 80% dos casos a raça não podia ser identificada. Por diversas vezes, a raça noticiada como responsável pelo ataque não correspondia com as informações presentes nos relatórios da polícia.

Em apenas 45 (18%) casos nesse estudo, os pesquisadores puderam determinar que a raça fazia parte de uma raça reconhecida. 20 raças diferentes, assim como dois mix, puderam ser identificadas e conectadas com os 45 incidentes.

Em 90% dos casos, os cães descritos nos ataques eram categorizados em uma raça específica em  pelo menos uma reportagem. O que vai contra a estudos que apontam que nos Estados Unidos, 46% dos cães são mix.

Os pesquisadores identificaram 7 fatores recorrentes:

 

1)      Ninguém com o poder corporal suficiente para intervir (87,1%);

2)      A vítima não possuía nenhuma relação anterior com o cachorro (85,2%);

3)      O cachorro não é castrado (84,4%);

4)       A vítima não conseguia administrar as interações com o cão, seja devido a idade ou a condição física  (77,4%);

5)      O cão não é mantido como pet, esse seria o clássico “cachorro de jardim” (76,2%);

6)      O tutor não cuidava do cão corretamente (37,5%);

7)      Abuso e negligência (21,1%);

 

Quatro ou mais fatores estavam presentes em 80,5% nos casos, e a raça não era um desses fatores.

Os resultados apontam que, na maioria dos casos, os problemas de relacionamento e a inabilidade do tutor de compreender o comportamento canino são os fatores que de fato estão presentes nos casos, não raças específicas que supostamente teriam uma predisposição à agressividade.

Com base na concepção errada que a raça é a culpada, estados norte-americanos e países inteiros já adotaram políticas que banem grupos inteiros de cães.

 

Fonte National Canine Research Council

Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc!

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

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Empresa customiza drone para passear com seu cachorro

por Samantha Kelly — publicado 22 ago 2017 - 10:49

A empresa britânica DronesDirect.co.uk está personalizando o drone Phantom 4 para possibilitar que a máquina passei com seu cachorro.

Pelo precinho nada camarada de £2 mil (aproximadamente R$8 mil), o Dog Drone tem uma coleira retráctil e um dispositivo contra colisão que o impediria de bater em obstáculos no caminho.

Para o tutor restaria apenas fazer o download da rota e teoricamente sentar e relaxar enquanto o drone faz todo o trabalho.

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Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc! E juntos seremos mto felizes! E obrigada @amparanimal ! Por todo cuidado que tem com os bichos que (não consigo entender) algumas pessoas não têm capacidade de ter!

Foto: Reprodução/Instagram

Nino já aparece muito confortável e se familiarizando com sua nova moradia em vídeos postados nas redes por Tata e seu companheiro Rafael Vitti.

O fato dele não ter uma perna não muda em nada sua disposição e capacidade de amar e só prova que todos merecem uma segunda chance.

Nino tá feliz 😁 @amparanimal @tatawerneck

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Deitei no tapete mesmo esperando mamãe chegar 😍❤️

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

Por ter origem hispânica e ter três filhos adotivos que também possuem diferentes origens, a mulher, que preferiu não se identificar, ficou bastante apreensiva ao ver aquele símbolo tão próximo.

Adolescentes pintaram o símbolo na cabeça do cão com esmalte e disseram que tudo não passou de uma “piada”. (Foto: Reprodução / Kare 11 / KPNX)

Oficiais do Departamento de Polícia de Glendale foram chamados e conseguiram descobrir rapidamente quem tinha feito aquilo com o cachorro. Preocupados de que o cão estivesse sofrendo negligências, eles foram até a casa onde o animal vive.

Na residência, os oficiais foram informados de que o caso não passou de uma “pegadinha”, uma “brincadeira de adolescentes”.

Dois adolescentes, um filipino e um negro (que também sofreriam preconceito dos Nazistas por não se enquadrarem no perfil da “raça ariana” alemã), admitiram que pintaram a suástica na cabeça do cachorro com esmalte vermelho como uma piada.

“Eles começaram pintando as unhas do cachorro, depois as orelhas e, finalmente, a suástica. Foram apenas algumas crianças fazendo algo como uma brincadeira cruel”, disse a porta-voz do Departamento de Polícia de Glendale, Tiffany Smith ao HuffPost.

De acordo com a polícia, os adolescentes disseram que iriam remover a pintura feita no cachorro.

Fonte: HuffPost