Fidelidade de cadela serve de exemplo nas Osid

por Fabio Sakita — publicado 9 ago 2012 - 11:40

A cadela Nina “dá plantões” na porta das Osid em busca do dono Renato


 
Quem conhece a filosofia de trabalho e o carisma das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) sabe que se trata de instituição toda especial, onde os mais impensáveis gestos e atos de amor se manifestam. Renato Mário dos Santos, 43 anos, é catador de recicláveis, negro, morador de rua, sujo pelo tempo, viciado em álcool e homossexual. No Largo de Roma, ele encontrou dois amores após vir de Guarulhos (SP): o primeiro é seu companheiro Jorge Luiz dos Santos Soares, 28 anos, também alcoolista. A segunda “pessoa” é seu maior amor, Nina, uma cadela de quem não se sabe a idade ou raça, que há dois anos encontrou Renato, fazendo-o “renascer” como uma espécie de “Lázaro moderno”.
 
Renato cuidou de Nina em sua doença (ele buscou todos os meios para curá-la de um sangramento intermitente e encontrou uma veterinária que cuidou do animal sem cobrar pelo serviço). Hoje Nina tem cartão de vacina e dá ao seu dono toda a atenção e proteção. “É ela quem cuida de mim, me protege, é meu anjo. E ela nunca gostou que eu bebesse. Quando via uma bombinha vazia (de cachaça), ela me tomava. E rosna para quem me oferece bebida”, contou Renato, que divide com Nina comida e espaço em calçadas ou no Albergue de Roma.
 
O internamento – Buscando livrar-se do vício, Renato e Jorge buscaram tratamento no Centro de Acolhimento e Tratamento de Alcoolistas (Cata) da Osid. Era primeiro de agosto e a dupla escolheu roupa “de gala”: vestiu-se com paletós e foi ao centro calçada de havaianas. Mas o tratamento pedia uma indesejada separação: Renato não poderia ter, dentro da unidade de saúde, contato com o animal amigo. Mas, logo os funcionários começaram a perguntar de quem ela seria. Dócil com quem passa, a cadela só abandona a vigília para alimentar-se, “aliviar-se” ou proteger-se da chuva.
 
Logo descobriram que Nina buscava seu dono e viram que se tratava de um animal especial. Como escreveu o jornalista Ciro Brigham, primeiro a traduzir em letras este caso de amor, “não duvide, portanto, se, ao olhar para essa cadelinha, você enxergar, de relance, Irmã Dulce a cochichar-lhe num ouvido e São Francisco no outro”. A coordenadora do Cata, a médica Maria Del Carmen, ressaltou que Renato e Nina têm características interessantes. “Ela é uma cadela diferente e Renato é muito tranquilo”. Por isso, uma primeira exceção foi aberta para Renato e Jorge: eles foram internados no Cata, mesmo não sendo dia para novas admissões.
Outra licença foi concedida a Renato: em vista do amor entre o paciente e a cadela, foi permitido a ele descer ao menos uma vez no dia para ver sua grande companheira. Renato e Jorge passarão pelo menos 20 dias em desintoxicação e depois terão atendimento ambulatorial (Jorge sofreu três convulsões provocadas pela abstinência do álcool, mas encontra em Renato apoio para enfrentar esta difícil fase da luta contra o terrível vício).
 
Para os funcionários e religiosos da Osid, o caso os faz pensar sobre o amor. “Nina nos mostra como devemos amar, independentemente das escolhas das pessoas”, disse a irmã Helena, religiosa da mesma congregação que Irmã Dulce. Ela conta que, em anos anteriores, em todas as semanas de homenagens à beata Dulce, apareceu um cachorro, frequentemente necessitando de cuidados. “Mas desta vez apareceu uma que veio cuidar do seu dono”, contou a religiosa. Sobre Nina, Renato disse: “Ela é tudo para mim, meu maior amor”.
 
Fonte

Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade,

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Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul,

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Longe de sua tutora há nove meses, cadela tem reação tocante ao vê-la na televisão

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 maio 2018 - 9:23

Apesar de ser sempre muito difícil ficarmos longe de nossa família, amigos e de nossos animais de estimação, Algumas vezes isso é necessário. Coisas como cursos, treinamentos e trabalho, podem acabar nos afastando de casa por algum tempo.

Nesses casos, a tecnologia e a internet se tornam ótimos aliados, pois, com apenas um clique, conseguimos conversar e ver aqueles que amamos, incluindo nossos amados peludinhos.

A venezuelana Oriany De Oliviera precisou se mudar de país por causa de seu trabalho.

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Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade, estão fazendo por seus animais. Os médicos deram apenas cerca de 4 a seis meses de vida para ambos os cachorros.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, May 14, 2018

Mas, além de muito amor de seus tutores, os cães também estão ganhando muito carinho um do outro. Os pets se conheceram depois de receber o triste diagnóstico e logo ficaram amigos.

Para aproveitar o fim de suas vidas como merecem, como muito amor, mimo e alegria, cada um ganhou de seus tutores uma lista de desejos que estão realizando, em maior parte, juntos.

Os cães já aproveitaram um dia de compras em uma loja de animais e ganharam muitas guloseimas e muitos carinhos até agora. E ainda tem mais por vir. “Eu acho que é realmente importante continuar dando ao seu animal a melhor qualidade de vida até o final”, afirma a veterinária Grace Kemp, tutora de Buckeye.

O Golden Retriever foi adotado por Grace ainda bem jovem e após ser resgatado. Além de membro da família, ele também é um companheiro de trabalho da tutora e sempre a acompanha no hospital veterinário.

Posted by Grace Kemp on Friday, May 18, 2018

Depois de anos dando muito amor para a sua família, o cãozinho Harley, que está mais próximo da estimativa que seu veterinário lhe deu, está ganhando ainda mais amor e sendo mais mimado do que já era normalmente.

O fofo Buldogue também aproveitou um gostoso picolé ao pôr do sol e um passeio com seus tutores em uma Harley Davidson.

Ashley McElfresh, tutora de do cãozinho, está publicando todas as aventuras do animal, que está fazendo uma viagem de carro com sua família, em um grupo no Facebook chamado “Bucket List Adventures of Harley Bruiser”, onde Buckeye frequentemente aparece realizando desejos da lista junto com seu amigo canino.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, April 30, 2018

A intenção dos tutores com essa lista de desejos é que os cães, mesmo com todas as suas condições, aproveitem seu restinho de vida e sintam que são muito amados e que têm uma grande importância para toda a família.

Fonte: People

Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cachorro ficou desesperado sem conseguir sair sozinho do telhado. (Foto: Reprodução / Janete Kriger)

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Os animais sempre ficam no espaço tranquilamente. Porém, na última sexta-feira, dia 18 de maio, não foi bem assim.

Bastante assustado com a forte chuva que caía e os altos trovões que aconteceram pela manhã, o cachorro acabou indo parar no telhado de um mercado que fica próximo de sua casa e não conseguiu sair de lá sozinho. O formato do telhado, que não era plano, junto com a água da chuva, deixava tudo ainda mais complicado e bastante perigoso para o animal.

Vendo a situação de grande risco em que o cãozinho se encontrava e o desespero do animal sem conseguir sair dali, os vizinhos ficaram bastante preocupados e logo pediram ajuda para os bombeiros.

O cãozinho foi resgatado depois que um caminhão com cesto aéreo foi enviado até o local e Marcos Paulo, um dos operadores do caminhão, se prontificou a, mesmo com a chuva forte, ir no cesto para pegar o animal.

A fotógrafa Janete Kriger, que viu a situação do cão e assistiu todo o resgate, contou em seu perfil no Facebook que o resgate não foi fácil, mas que Marcos Paulo insistiu e fez toda a diferença.

O cãozinho foi resgatado em segurança com a ajuda dos bombeiros. (Foto: Reprodução / Janete Kriger)

“A sorte dele foi quando um caminhão, desses que tem um cesto aéreo, parou. O herói do dia foi o Marcos Paulo, que, mesmo embaixo de chuva, se prontificou para tentar retirar o cão, que estava muito assustado. Foi uma tarefa difícil, mas Marcos Paulo conseguiu. Gesto querido e emocionante deste homem que não mediu esforços para ajudar”, contou ela na rede social, publicando junto fotos do animal e da ação de Marcos Paulo.

No final, o cãozinho foi resgatado com segurança e Janete fez questão de agradecer ao herói do dia, mesmo sem o animal ser dela.

Fonte: GaúchaZH