Foto mais feliz de abrigo mostra o lugar com dezenas de canis vazios

Iniciativa que incentiva a adoção de animais ajudou milhares de animais nos Estados Unidos a encontrarem um lar

por Andrezza Oestreicher — publicado 27 jul 2016 - 12:42

Cerca de 700 abrigos em todo os Estados Unidos trabalharam juntos este mês, julho, com um único objetivo em mente, ajudar o máximo de animais possível a encontrar um lar e uma família para cuidar deles para sempre.

A iniciativa, que tem o nome de “Clear The Shelters”, CTS, (em português “limpar os ambrigos”), é organizada pelas redes de televisão NBC e Telemundo.

Um abrigo no Texas estava determinado a cumprir sua meta de encontrar novos lares para os mais de 300 animais, entre cães e gatos, que viviam no lugar.

Após o sucesso da iniciativa "Clear The Shelters" o abrigo ficou com dezenas de canis vazios. (Foto: Reprodução / Fort Worth Animal Shelter)

Após o sucesso da iniciativa “Clear The Shelters” o abrigo ficou com dezenas de canis vazios. (Foto: Reprodução / Fort Worth Animal Shelter)

No final do último sábado, dia 23 de julho, abrigo animal Fort Worth Animal Shelter estava uma coisa bonita de se ver, emocionando todos que faziam parte do lugar. Seus canis estavam vazios, 310 animais que viviam por lá finalmente foram adotados e ganharam famílias para cuidar deles com muito amor.

Entre os animais adotados, um tinha uma história especial, a Pit Bull Ms. Jane.

Ela foi levada para o abrigo como um cão perdido no início de maio. Na época, ela era extremamente tímida e nem ao menos saía do canil se alguém não a carregasse no colo.

Milhares de animais foram adotados e ganharam novas famílias. (Foto: Reprodução / Fort Worth Animal Shelter)

Milhares de animais foram adotados e ganharam novas famílias. (Foto: Reprodução / Fort Worth Animal Shelter)

Com o tempo, Ms. Jane passou a confiar nas pessoas e desenvolveu desenvolver um relacionamento tão forte com a equipe do abrigo que era difícil mostrar o animal para possíveis adotantes, pois ela só queria ficar perto dos funcionários do lugar.

Após conseguir ser adotada e ser devolvida para o abrigo um mês depois, Ms. Jane encontrou uma mulher realmente interessada em cuidar dela no dia do “Clear The Shelters”.

A iniciativa foi responsável por encontrar lares e famílias para milhares de animais como Ms. Jane em todo o país norte-americano.

O site internacional The Dodo desempenhou um importante papel na CTS deste ano sendo o principal parceiro digital da NBC.

A cadela Ms. Jane foi um dos animais que finalmente teve o seu final feliz e ganhou uma mamãe. (Foto: Reprodução / Fort Worth Animal Shelter)

A cadela Ms. Jane foi um dos animais que finalmente teve o seu final feliz e ganhou uma mamãe. (Foto: Reprodução / Fort Worth Animal Shelter)

De acordo com responsáveis pelo abrigo Fort Worth Animal Shelter esse tipo de iniciativa é de uma enorme importância para os abrigos e para os animais, pois eles conseguiram subir da média de 18 a 20 adoções por dia para mais de 300 adoções em um único dia.

Além dos benefícios para os animais, que é ter um lar e uma família, os abrigos também aproveitam os espaços livres para receber novos animais que estão nas ruas precisando de ajuda.

 

Fonte: The Dodo

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian