Funcionário da Rio Grande Energia agride cadela e o momento é capturado em vídeo

A empresa se colocou à disposição da família para qualquer ajuda financeira necessária, porém, os tutores não aceitarão e só pediram um mundo com mais fé.

por Samantha Kelly — publicado 30 set 2015 - 8:41

Na última segunda-feira (28), a agressão do funcionário da empresa Rio Grande Energia (RGE), em Cerro Largo, Rio Grande do Sul, contra a cadelinha do servidor público João Luis Nascimento do Amaral, 54, foi capturada graças a câmera de segurança da residência e postada no facebook, gerando grande comoção do público.

O funcionário utilizou um pedaço de madeira e atacou o animal com duas pauladas na cabeça de maneira completamente injustificada, mesmo a cadela da raça Dachshund não representando nenhum tipo de perigo e estando do outro lado da grade.

Depois do ataque, podemos ver que a cadela perde o equilíbrio e fica desnorteada. Segundo o tutor, ela chegou a perder a consciência e teve uma convulsão, mas na terça-feira já estava se alimentando.

Em nota oficial, a empresa demonstrou repúdio a atitude de seu funcionário e deixou claro que tomará as medidas legais cabíveis.

 

A Rio Grande Energia (RGE), distribuidora da CPFL Energia, vem por meio desta afirmar que condena e repudia qualquer tipo de violência e crueldade contra os animais. A RGE se sente constrangida e lamenta a atitude do seu colaborador que agrediu um cão, sem qualquer motivo, na manhã do dia 28 de setembro, quando realizava seu trabalho diário. O colaborador, que estava no período de experiência, já foi identificado e todas medidas legais cabíveis foram adotadas. Mais uma vez, a RGE reforça que essa não é uma prática de seus funcionários. A empresa se coloca à disposição da família para amenizar eventuais transtornos.

 

O tutor, por sua vez, declarou ao jornal Diário que não quer que o homem seja demitido.

 

O pessoal da companhia esteve hoje (nesta terça) na minha casa, já identificaram o funcionário, a proposta era demiti-lo, mas ele só tem 38 dias na empresa. Achei muito forte a decisão, todos têm o direito a uma segunda chance. A posição da empresa era de demissão, mas acho melhor a pessoa passar por uma reciclagem, ver o motivo dessa atitude, a psicologia está aí para ajudar.

 

(Vídos com imagens fortes)

Quem é o animal II?

Vídeo capturado de outra câmera de baixa resolução, pode-se observar a consequência das pauladas que o funcionário da RGE desferiu.

Posted by João Luis Amaral on Segunda, 28 de setembro de 2015

 

A empresa se colocou à disposição da família para qualquer ajuda financeira necessária, porém, os tutores não aceitaram e só pediram um mundo com mais fé.

O que nós queremos entender é até onde realmente valem as leis de proteção animal vigentes no Brasil. Sim, no papel é tudo muito bonito, mas na prática, vemos as maiores atrocidades, com provas irrefutáveis, e agressores saindo livremente.

Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

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Policiais salvam filhotes de cachorro que estavam trancados dentro de mala abandonada na estrada

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 9:32

Os seres humanos, ditos racionais, são capazes de crueldades contra animais a que custamos acreditar terem sido feitas de propósito, mas são.

Na madrugada do último domingo, dia 3 de dezembro, três pequenos filhotes de cachorro foram encontrados dentro de uma mala fechada que estava abandonada na beira de uma estrada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina.

Os animais, que têm cerca de dois meses, foram resgatados por policiais do pelotão de patrulhamento tático da PM.

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Comerciante toma cachorro de mulher que não pagou dívida em sua loja

por Andrezza Oestreicher — publicado 8 dez 2017 - 9:33

Em Curitiba, policiais foram chamados para resgatar um cachorro depois que o animal foi levado da própria casa e feito de refém por um comerciante local.

De acordo com o delegado que está no comando das investigações do caso, o acusado afirmou que a dona do animal comprou flores e vasos em sua floricultura e ficou devendo cerca de R$ 1,2 mil.

Na noite da última terça-feira, dia 5 de dezembro, o dono da floricultura,

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Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

A fofa cadelinha vivia junto com outros cachorros às margens do rio Paraná, próximo à Ponte da Amizade, entre Brasil e Paraguai. Apesar de abandonados, os animais poderiam ser considerados bem, na medida do possível.

Cadela prestes a virar churrasco de usuários de crack foi salva por agentes da PF. (Foto: Reprodução / Folha Press / Bruno Santos)

Até o dia em que usuários de drogas passam a viver no mesmo espaço que esses cães e a prender os animais para o consumo próprio. Isso mesmo, os cachorros que vivam por ali antes dos novos moradores passam a ser mortos para serem feitos de churrasco.

Felizmente, a Polícia Federal descobriu o local a tempo de salvar a cadela Mãezinha. Agentes da PF foram até a região para verem um antigo estaleiro e estudarem as mudanças necessárias para abrigar ali uma base naval da corporação.

Ao ser encontrada, a cadela estava bastante abatida e tremendo de medo em meio a restos de ossos e carne de cachorro em espetos improvisados espalhados pelo chão. Além disso, de acordo com os policiais, Mãezinha estava com uma aparência de quem não estava sendo alimentada já há alguns dias.

Além de darem água, comida e um nome para a cadela, os agentes adotaram o animal e decidiram ficar com a Mãezinha de vez.

“Hoje ela faz parte do nosso efetivo”, afirmou Celso Calori, subchefe do Nepom (Núcleo Especial de Polícia marítima), da PF.

Depois de inaugurada, a nova base do Nepom fez com que todo o entorno do local, que antes era tomado por usuários de drogas e até contrabandistas paraguaios, fosse modificado e transformado em um lugar diferente e novo.

Mãezinha vive muito feliz com sua nova e grande família e nenhum animal voltou a aparecer morto pelo local.

Fonte: Stúdio.fm / Folha Press

Policiais salvam filhotes de cachorro que estavam trancados dentro de mala abandonada na estrada

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 9:32

Os seres humanos, ditos racionais, são capazes de crueldades contra animais a que custamos acreditar terem sido feitas de propósito, mas são.

Na madrugada do último domingo, dia 3 de dezembro, três pequenos filhotes de cachorro foram encontrados dentro de uma mala fechada que estava abandonada na beira de uma estrada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina.

Os pequenos cães estavam dentro de uma bolsa de viagem fechada e abandonada na estrada. (Foto: Reprodução / PM / Divulgação)

Os animais, que têm cerca de dois meses, foram resgatados por policiais do pelotão de patrulhamento tático da PM. “Estávamos fazendo patrulhamento de rotina e vimos a mala no cantinho da estrada, era grande, verde, destoava. Paramos e abrimos para ver”, contou o comandante do tático em Navegantes, o tenente Bruno Monteiro, ao site G1.

Ainda de acordo com o tenente, os pequenos cãezinhos estavam muito desesperados. Em seguida, os animais foram levados para o batalhão, onde beberam bastante água, receberam alimento e finalmente puderam descansar. “Tinha minha marmita da janta, piquei o frango e dei para eles. Depois dormiram no meu colo”, disse o tenente Bruno Monteiro.

Felizmente, os três cachorros, todos sem raça definida, rapidamente ganharam novas famílias depois que os policiais divulgaram o caso nas redes sociais. Dois cães foram adotados por um policial e o terceiro animal foi adotado por um morador de Balneário Piçarras.

Os animais foram salvos por policiais, que resgataram e cuidaram dos filhotes. (Foto: Reprodução / PM / Divulgação)

“Apesar de estar acostumado com situações em que há animais vítimas de maus tratos, sempre surpreende a maldade do ser humano, em deixá-los ali. Nos primeiros raios de sol eles iriam morrer sufocados”, desabafou o tenente.

Fonte: G1