Hachiko reencontra seu tutor simbolicamente através de nova estátua

Bela homenagem foi desenvolvida pela faculdade de Agricultura da Universidade de Tóquio

por Samantha Kelly — publicado 10 mar 2015 - 14:29

A história de amizade de Hachiko com seu tutor, o cientista agrícola e professor universitário, Hidesaburō Ueno, se tornou primeiro um símbolo de lealdade em seu país de origem, o Japão, para então, com o auxílio de Hollywood, ultrapassar barreiras e conquistar o mundo.

Todos os dias, tanto quando o professor saia de casa para ir trabalhar de manhã, quanto no momento que ele retornava ao fim do dia, Hachiko estava presente na estação de trem para acompanhá-lo.

Aquela relação tão próxima emocionava a comunidade local que os conhecia e via o quanto eram inseparáveis. Infelizmente, essa rotina foi quebrada quando o tutor sofreu um derrame e morreu durante uma reunião do corpo docente que fazia parte.

O que aconteceu depois foi o que realmente transformo Hachiko em um herói nacional. Todos os dias, pelo resto de sua vida, o cachorro esperou por seu mestre e amigo na mesma estação de Shibuya, sempre o procurando no mar de passageiros que descia do trem. Foram 9 anos e 10 meses até que, no dia 8 de março, ele mesmo faleceu em decorrência a fraqueza que anos na rua causaram e por contrair Dirofilariose.

Seus ossos foram enterrados juntos com os do professor Hidesaburō Ueno no cemitério Aoyama, em Tóquio e, desde então, anualmente há uma cerimônia em homenagem ao Akita no dia de sua morte. Na estação de Shibuya, onde Hachiko voltou todos os dias, há uma já famosa estátua sua com o intuito de eternizar a história. A estátua atual, construída em 1948, na verdade, é a segunda versão, já que a primeira foi derretida para construir armas na Segunda Guerra Mundial.

Em mais uma homenagem feita em honra ao cão, a faculdade de Agricultura da Universidade de Tóquio desenvolveu uma nova estátua que simbolicamente promove o encontro dos dois. Nela, o professor Ueno e Hachiko estão finalmente juntos.

Aceitando o desafio, o artista e escultor Tsutomu Ueda, de Nagoya, realizou um belíssimo trabalho. Essa é a segunda estátua em homenagem a história que o artista faz. A primeira se encontra em Tsu, cidade natal do professor.

Para conhecer essa estátua, os interessados deverão visitar o campus de Agricultura da Universidade de Tóquio.

 

Foto: Reprodução/rocketnews24

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Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído.

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Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc!

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

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Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

Os cães que vivem por lá são alimentados por trabalhadores da usina. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído. Ainda segundo informações, muitos destes animais vivem em áreas com contaminação radioativa.

Pensando nestes cachorros, um grupo internacional de bem-estar animal com base nos Estados Unidos, disse que está enviando uma equipe de médicos veterinários para a Ucrânia para cuidar destes cães.

O grupo, que irá se juntar a uma turma de outros especialistas que já estão na região, vai oferecer tratamentos médicos, como vacinas contra a raiva e serviços de castração, para os cachorros que vivem dentro da área conhecida como “zona de exclusão”.

“Devido a animais selvagens que também vivem dentro da zona de exclusão, os cães abandonados são frequentemente infectados com raiva, representando um risco para as pessoas que trabalham na usina”, informaram representantes do grupo Four Paws.

Os cachorros irão receber cuidados médicos e vacinas. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

Ainda de acordo com o grupo, após o desastre nuclear, aconteceu o que ficou conhecido como “temporada aberta”, quando soldados foram autorizados a caçar os animais que viviam pela região atingida. Alguns cães sobreviveram a esse período e acabaram fugindo para bosques próximos.

Porém, a presença de outros animais e a falta de comida fez com que esses cachorros voltassem para a cidade abandonada e para a usina nuclear ainda ativa. “Lá, os trabalhadores começaram a alimentar os cães e eles ficaram desde então”, explicou Julie Sanders, diretora internacional de animais de companhia da Four Paws.

Fonte: Radio Free Europe/Radio Liberty

Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc! E juntos seremos mto felizes! E obrigada @amparanimal ! Por todo cuidado que tem com os bichos que (não consigo entender) algumas pessoas não têm capacidade de ter!

Foto: Reprodução/Instagram

Nino já aparece muito confortável e se familiarizando com sua nova moradia em vídeos postados nas redes por Tata e seu companheiro Rafael Vitti.

O fato dele não ter uma perna não muda em nada sua disposição e capacidade de amar e só prova que todos merecem uma segunda chance.

Nino tá feliz 😁 @amparanimal @tatawerneck

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Deitei no tapete mesmo esperando mamãe chegar 😍❤️

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