Diabético treina cão para alertar sobre mudança no nível de açúcar em seu sangue

Para ter um cão treinado para ajudar diabéticos, ele teria que desembolsar, no mínimo, 9 mil dólares.

por Karina Sakita — publicado 11 abr 2014 - 10:49

Já foi comprovado que, através do olfato, os cachorros são capazes de detectar alguns tipos de câncer, gravidez e, até mesmo, diabetes. Ao saber disso, um homem diabético treinou seu próprio cachorro para avisa-lo quando houver qualquer alteração no nível de açúcar em seu sangue.

 

Robert McVey treinou seu próprio cachorro para ajuda-lo com a diabetes. (Foto: Reprodução / Fox News)

Robert McVey treinou seu próprio cachorro para ajuda-lo com a diabetes. (Foto: Reprodução / Fox News)

 

Robert McVey foi diagnosticado com diabetes tipo 2 em 2012 e teve muita dificuldade para encontrar o tratamento ideal. Então seu médico sugeriu que ele procurasse um cachorro assistente para diabéticos.

Um cão treinado para ajudar quem tem diabetes consegue detectar quando os níveis de açúcar de uma pessoa sofre alterações e alerta seu tutor. Muitas vezes, o cachorro consegue perceber antes mesmo do pessoa.

Apesar dos cães não substituírem os medicamentos, eles servem como um mecanismo de segurança para quem tem diabetes.

O doutor Anuj Bhargava, endocrinologista do Mercy Medical Center in Des Moines, explica para quem esses cães são indicados:

 

Esses cães não são para todos, mas se você é uma pessoa que, frequentemente, passa mal por causa da queda do nível de açúcar no sangue, você definitivamente deve saber mais sobre o assunto para descobrir se é uma boa opção.

 

Infelizmente, esses cães treinados têm um custo alto e o período de espera pode ser longo.

Quando Robert começou a pesquisar, ele descobriu que para ter um cão treinado, nos Estados Unidos, é necessário pagar entre 9 a 15 mil dólares (cerca de 19 mil a 33 mil reais).

Então, ele e sua esposa, Lesli, decidiram treinar o próprio cachorro, Austin, que é uma mistura de Labrador com Weimaraner. Austin foi treinado desde que era filhote.

Para o treinamento, são utilizadas amostras de pacientes com níveis variados de açúcar no sangue.

 

Treino do cão Austin com amostras de pacientes com níveis variados de açúcar no sangue. (Foto: Reprodução / Fox News)

Treino do cão Austin com amostras de pacientes com níveis variados de açúcar no sangue. (Foto: Reprodução / Fox News)

 

Após o sucesso do treinamento de Austin, o casal decidiu utilizar a experiência para ajudar outros diabéticos que não possam pagar por um cão treinado.

Robert e Leslie estão treinando outro cachorro, chamado Rouge, que ainda é um filhote. Vai levar um ano para que Rouge esteja totalmente preparado para ajudar outra pessoa com diabetes, mas eles já estão aceitando fichas de candidatos a tutores do cão.

 

O filhote Rouge está sendo treinado para ajudar outra pessoa com diabetes. (Foto: Reprodução / Fox News)

O filhote Rouge está sendo treinado para ajudar outra pessoa com diabetes. (Foto: Reprodução / Fox News)

 

E o objetivo é continuar treinando cães para auxiliar diabéticos. Para conseguir realizar essa missão, o casal criou uma organização sem fins-lucrativos chamada DADs Paws 4 Life.

 

Fonte: Fox News

 

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times