Homem se recusa a sair de Fukushima e é conhecido como “Guardião dos animais”

Sobrevivendo apenas de comida enlatada, sem eletricidade ou água corrente, ele sente pelo esquecimento da população quanto a situação dos animais.

por Samantha Kelly — publicado 19 mar 2015 - 17:51

No trágico desastre da usina nuclear de Fukushima, um homem se recusa a ir embora. Naoto Matsumura, de 55 anos, um antigo fazendeiro, dedica a sua vida aos muitos animais que foram deixados sem assistência pelo governo japonês quando as pessoas foram evacuadas da zona de radiação.

Conhecido como “O guardião dos animais de Fukushima”, ele realiza um belo trabalho cuidando dos animais. Quando ele começou a alimentar seus próprios animais, os animais vizinhos começaram a aparecer, desesperados por comida. A partir de então, ele começou a alimentá-los também, trazendo comida de fora da zona para a cidade.

Segundo Matsumura, os animais o seguiam e não podiam mais esperar a demora. Eles se reuniam, latindo e miando, todas as vezes que seu caminhão passava.

 

Todos os lugares que eu ia, sempre havia o latido ou miado. Como se dissessem “Estamos com sede!” ou “Nós não temos nenhuma comida”, então eu simplesmente continuei voltando.

 

Em uma entrevista para a CNN, Matsumura se diz cheio de raiva.

 

É por isso que eu ainda estou aqui. Eu me recuso a ir embora e deixar essa raiva e mágoa. Eu choro de ver minha cidade natal assim. O governo e as pessoas de Tóquio não sabem o que realmente está acontecendo aqui.

 

Sua luta começou com o simples desejo de alimentar os animais de sua fazenda. O governo evacuou os 78 mil residentes que moravam em volta da usina sem um plano para resgatar os animais. Muitos deixaram seus pets ainda amarrados, acreditando que voltariam logo.

Quanto a radiação, ele diz que prefere não se preocupar, porém sabe estar exposto a ela todos os dias. Sobrevivendo apenas de comida enlatada, sem eletricidade ou água corrente, ele sente pelo esquecimento da mídia e da população quanto a situação dos animais e da cidade.

Todo trabalho é custeado por doações através de pessoas que moram fora da zona de radiação.

 

Fonte: Portal do Cat

 

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Naoto Matsumura. Foto: Reprodução

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

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Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

O ator firmou uma parceria com o Ibama e o Instituto Vida Livre e transformou o seu rancho pessoal em um centro de recuperação e área de soltura de animais silvestres que sofreram e foram resgatados do tráfico de animais.

“Você sabia que o Rio de Janeiro é a principal rota do tráfico de animais silvestres? Por isso há tanto bicho sofrendo”, explica o ator.

No rancho, que fica localizado em Secretário, na Serra Fluminense, está sendo construída uma casa que servirá como hospital, onde os animais receberão os cuidados e tratamentos necessários antes de serem recolocados na natureza.

“Acabamos de libertar um veado e estamos cuidando de um lobo-guará. Montei ainda um viveiro para reensinar pássaros machucados a voar”, conta Bruno.

Os custos da construção da casa, que já está sendo feita e será toda sustentável, com placas solares, reuso d’água, teto verde e cortinas automáticas para preservar a temperatura ambiente conforme o deslocamento do sol, devem chegar aos 3 milhões de reais.

A obra deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2018, porém, animais recuperados já estão sendo soltos no terreno.

Fonte: Veja Rio