Hospital Público Veterinário é ampliado em São Paulo

por Samantha Kelly — publicado 11 ago 2012 - 8:30

Hospital Público Veterinário é ampliado em São Paulo.

Pouco mais de um mês após ser inaugurado, o primeiro Hospital Público Veterinário da capital já será expandido. A Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa -SP), que administra o hospital, acaba de alugar um prédio de três andares no Tatuapé, zona leste da capital, a apenas 200 metros da atual sede. Segundo o diretor administrativo do centro, o veterinário Renato Tartalia, a expansão vai colaborar no atendimento dos cerca de cem animais que passam pela clínica diariamente.

Apesar do aumento do espaço – atualmente o hospital ocupa uma casa de 140 m² e o novo edifício tem cerca de 360 m² – o número de cães e gatos atendidos continuará o mesmo. A verba repassada pela Prefeitura para a Anclivepa-SP cobre apenas 35 novos atendimentos por dia, mil consultas e 180 cirurgias por mês.

Só nas últimas duas semanas, porém, mais de 700 animais foram atendidos, número superior às expectativas da administração. “Já sabíamos que havia carência, mas a procura nos surpreendeu “, diz o diretor-geral do hospital, Ricardo Amaral. “Estamos fazendo algo inédito e aprendemos a fazer enquanto estamos aqui”, completa Tartalia.

Toda manhã, por volta das 6 horas, a fila começa a se formar na porta do hospital, ainda fechado. Às 8h, 35 senhas são distribuídas e, depois disso, só casos de urgência são aceitos. À tarde, o hospital recebe principalmente animais que já estão em tratamento e aqueles que voltam para consultas e cirurgias. Para selecionar quem será atendido, a Anclivepa-SP exige que donos participem de algum programa governamental como Bolsa Família ou Renda Mínima – quem não é beneficiário tem de passar por uma entrevista com assistente social para comprovar que não tem condições de pagar pelo tratamento.

A gata Maria Rita e a cachorrinha Jade, ambas da inspetora escolar Zilda Lourenço, de 57 anos, ficaram doentes na mesma semana. Sem dinheiro para levar as duas a uma clínica particular, Zilda foi avisada por uma colega de trabalho sobre a existência do hospital no Tatuapé. Maria Rita foi diagnosticada com um problema nos rins e Jade, com infecção no útero. “O veterinário disse que essa infecção é comum em cadelas que não foram castradas. Eu não sabia que isso poderia ter sido evitado, bate um arrependimento.”

 

Prevenção

Segundo Renato Tartalia, uma parte considerável das enfermidades dos animais que são levados ao hospital poderia ter sido evitada. Como a de Maggie, cadela que tem cinomose, doença viral que ataca o sistema nervoso e pode ser prevenida com vacina. “Acho que o papel do hospital vai além do tratamento emergencial, que ele pode mudar o paradigma de várias coisas, a começar pela posse responsável.”

Ele faz dois apelos: “Pedimos às pessoas que têm condição financeira de tratar seus animais que deixem essa estrutura para aqueles que não têm condição”, diz Tartalia. “E o segundo pedido é: não soltem seus animais nas ruas. Os casos de fratura por atropelamento são maioria por aqui e podem ser evitados.”

A administração do hospital já foi procurada por alguns candidatos à Prefeitura de São Paulo que se comprometeram em manter o serviço e prometeram até a implementação de hospitais semelhantes em outras regiões da cidade. O contrato da Anclivepa-SP com a Prefeitura tem duração de um ano, até julho de 2013. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo .

Cachorro que teve as patas cortadas com uma espada ganha próteses

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 18:39

A cada caso de violência que tomamos conhecimento ficamos mais impressionados em como os cães são seres evoluídos e como eles são capazes de se adaptar. O cachorro Cola é uma prova disso.

Cola é um cão SRD (sem raça definida, vira-lata) que vivia nas ruas de Bangkok, rodando sempre pela mesma região. Um dia, o cão teve suas patas dianteiras cortadas com uma espada por um homem que morava no mesmo bairro em que o cão costumava ficar.

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Cadelinha adotada é seguida por ovelhas da família e se torna a líder dos animais

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 9:30

A cadelinha Lady é da raça Basset Hound, que foi resgatada por um abrigo e adotada por sua família há três anos. Por conta de seu passado, que não é tão conhecido, a cadelinha tinha muito medo e chegava até a ser agressiva com outras pessoas, porém, as companhias certas fizeram com que Lady se abrisse mais para a sua nova família e ficasse mais tranquila e leve.

Na nova casa, os tutores Michael Jobson e Fiona Morton não conseguiam levá-la para passear no parque,

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No Rio de Janeiro será proibido utilizar animais para testes de produtos cosméticos

por Andrezza Oestreicher — publicado 15 dez 2017 - 9:29

E a causa animal teve mais uma vitória no Brasil. Nos próximos dias, será promulgada uma lei que proíbe o uso de animais para testes de produtos cosméticos.

Em uma votação feita na última terça-feira, dia 14 de dezembro, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) derrubou, por 40 votos a favor e nenhum contra, o veto do governador Luiz Fernando Pezão e sancionará lei proibindo o uso de animais para cosméticos.

A lei irá valer em todo o estado do Rio de Janeiro e,

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Cachorro que teve as patas cortadas com uma espada ganha próteses

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 18:39

A cada caso de violência que tomamos conhecimento ficamos mais impressionados em como os cães são seres evoluídos e como eles são capazes de se adaptar. O cachorro Cola é uma prova disso.

Cola é um cão SRD (sem raça definida, vira-lata) que vivia nas ruas de Bangkok, rodando sempre pela mesma região. Um dia, o cão teve suas patas dianteiras cortadas com uma espada por um homem que morava no mesmo bairro em que o cão costumava ficar.

Cachorro teve suas patas dianteiras mutiladas com uma espada. (Foto: Reprodução / Lillian Suwanrumpha / AFP)

Cola foi mutilado depois que mordeu os sapatos do responsável pela violência.

O cão foi resgatado e cuidado por um britânico, chamado Johm Dalley, que vive na Tailândia há alguns anos. Cola foi levado para viver com seu salvador em Phuket, um balneário localizado no sul do país, onde o homem decidiu criar uma associação dedicada aos cães de ruas chamada “Soi Dogs” (soi significa rua em tailandês).

Hoje, um ano depois, Cola já consegue correr e se divertir bastante novamente. O cachorro recebeu próteses parecidas com as utilizadas por atletas paraolímpicos. O cão ganhou o aparato depois que Johm recorreu a uma empresa é especializada em próteses humanas e tudo foi feito sob medida para Cola.

Hoje, o cão está bem adaptado e muito feliz com suas novas próteses. (Foto: Reprodução / Lillian Suwanrumpha / AFP)

“Queríamos conseguir uma prótese que não fosse muito pesada, um pouco flexível ao nível do pé”, contou Teddy Fagerstrom, diretor do laboratório de ortopedia responsável pelas próteses de Cola.

Essa foi a primeira prótese feita pela empresa para cães e, segundo Teddy Fagerstrom, Cola é o primeiro animal a usar próteses parecidas com as de atletas paralímpicos.

Johm garante que Cola se adaptou muito bem com as suas novas próteses e hoje é um cão muito feliz.

Fonte: Correio Braziliense

Cadelinha adotada é seguida por ovelhas da família e se torna a líder dos animais

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 9:30

A cadelinha Lady é da raça Basset Hound, que foi resgatada por um abrigo e adotada por sua família há três anos. Por conta de seu passado, que não é tão conhecido, a cadelinha tinha muito medo e chegava até a ser agressiva com outras pessoas, porém, as companhias certas fizeram com que Lady se abrisse mais para a sua nova família e ficasse mais tranquila e leve.

Na nova casa, os tutores Michael Jobson e Fiona Morton não conseguiam levá-la para passear no parque, pois eles tinham receio de que ela viesse a avançar em alguém. Como eles moram em uma fazenda com bastante espaço, eles deixaram que a cadela ficasse livre pelo espaço enquanto cuidavam de alguma coisa na área externa.

Lady sempre é seguida pelas ovelhas da fazenda. (Foto: Reprodução / Metro UK / Mercury)

Porém, em um desses dias em que a cadela acompanhava seu tutor no trabalho da fazenda, por descuido, Michael deixou Lady se misturar com as ovelhas e ficou surpreso com o que aconteceu.

“Elas simplesmente começaram a seguí-la em todos os lugares. Isso certamente me fez rir. Ela [Lady] estava completamente inconsciente, mas estava fazendo um trabalho brilhante”, contou o tutor orgulhoso.

De cara a cadelinha se sentiu bastante à vontade no meio das ovelhas. Lady não se incomoda com os animais, fica tranquila entre eles e muitas vezes nem chega a perceber que é seguida pelas ovelhas.

A cadela acabou se tornando a líder do rebanho. (Foto: Reprodução / Metro UK / Mercury)

Os tutores ficaram impressionados com o talento que Lady tem para cão de pastoreio. Sempre que ela está perambulando pelo campo as ovelhas passam a seguir a cadelinha, apesar de Lady parecer estar mais preocupada em cheirar o mato e seguir seu tutor.

“Lady normalmente está atrás de mim me seguindo, mas às vezes ela sai sozinha e, de alguma forma, ela se torna a líder das ovelhas”, conta Michael.

De acordo com os tutores, eles estão até pensando em usar os talentos de Lady para ajudar o real cão de pastoreio da família, Tom.

Fonte: Metro UK