Lei que obriga pet shops a filmar serviços começa a valer no Paraná

Pet shops do Paraná agora são obrigados a gravar serviços de banho e tosa, armazenar as gravações por até seis meses e fornecer os vídeos aos clientes que os solicitarem

por Andrezza Oestreicher — publicado 1 fev 2016 - 13:35

Sempre que deixamos nossos cães em pet shops para tomar banho, cuidar dos pelos, cortar as unhas ou passar por algum outro procedimento “estético”, ficamos com o coração apertado, querendo saber exatamente como nossos bichinhos são tratados e se tudo está acontecendo da melhor maneira possível.

Quando levamos o animal em um lugar novo a desconfiança é ainda maior. É impossível não ficar com medo do que pode acontecer ao deixar nossos pets com pessoas desconhecidas.

Todos os pet shops do Paraná devem filmar seus serviços de tosa e banho. (Foto: Reprodução / Gazeta do Povo)

Todos os pet shops do Paraná devem gravar serviços de banho e tosa. (Foto: Reprodução / Gazeta do Povo)

Infelizmente, toda essa preocupação e cuidado por parte de tutores e amantes de animais têm motivos reais para existirem, pois é muito grande o número de denúncias contra estabelecimentos como pet shops por maus tratos a animais, principalmente nos momentos de banho e tosa.

Falta de cuidado na hora de contratação de funcionários, falta de critérios e observação são alguns dos fatores que acabam contribuindo para que esse tipo de problema aconteça.

Nova lei visa evitar e inibir os maus tratos em pet shops. (Foto: Reprodução / Jornal Repórter do Vale)

Nova lei visa evitar e inibir os maus tratos em pet shops. (Foto: Reprodução / Jornal Repórter do Vale)

Para evitar e inibir os maus tratos em pet shops no Paraná, começou a valer em janeiro a lei que obriga esses estabelecimentos a gravar os serviços de banho e tosa em cães e gatos. O Projeto de lei já havia sido aprovado desde 2014, porém foi dado esse tempo para que os estabelecimentos pudessem se adaptar a nova lei.

Com a lei em vigor, os pet shops, que já tinham a obrigação de permitir que os clientes vissem a prática dos serviços no local através de vidros transparentes, agora devem gravar os serviços, armazenar as gravações por seis meses e fornecê-las aos clientes que os solicitarem.

Caso a lei descumprida, poderão ser cobradas multas no valor de R$ 10 mil. (Foto: Reprodução / Agência O Globo / Pedro Teixeira)

Caso a lei descumprida, poderão ser cobradas multas no valor de R$ 10 mil. (Foto: Reprodução / Agência O Globo / Pedro Teixeira)

De acordo com levantamento feito com pet shops na capital do Paraná, Curitiba, cerca de 70% dos estabelecimentos já estão oferecendo a gravação dos serviços para os clientes ou estão concluindo a adaptação.

A Lei 17.949 foi proposta pelo Deputado Estadual do Paraná Rasca Rodrigues (PV) e caso seja descumprida poderão ser cobradas multas no valor de R$ 10 mil.

Nós esperamos que a lei seja cumprida e que se espalhe por todo o Brasil.

Cães encontrados em uma situação terrível juntos esperam ser adotados por uma mesma família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 out 2017 - 9:36

Os cachorros Jefe e Jericho foram encontrados juntos em uma situação de negligência terrível. Desde o primeiro momento, os membros da equipe da Arizona Humane Society, organização de proteção animal que resgatou a dupla, perceberam que os cães, apesar de diferentes, eram grandes amigos e companheiros.

Os dois cachorros, um Chihuahua de 2 anos chamado Jefe bem extrovertido e um belíssimo Pastor Alemão de três anos de idade chamado Jericho, estavam no quintal de uma casa nos Estados Unidos,

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Com medo da violência, policial leva cães que viviam em UPP para abrigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 out 2017 - 18:33

Nós já falamos bastante sobre a crescente da violência no Rio de Janeiro e como isso vem afetando cada vez mais os animais.

A situação está tão grave, que dois cãezinhos que viviam em uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) na Zona Norte da cidade, foram retirados do local e levados para um abrigo por um policial, que estava com medo de que os animais se tornassem alvos por serem cuidados pelos PMs.

De acordo com funcionários da Fazenda Modelo,

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Paul McCartney apoia campanha da PETA em prol de 150 cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 out 2017 - 9:32

A PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, em português “Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais”) é a maior organização de direitos dos animais no mundo, com mais de 6,5 milhões de membros e apoiadores.

Este mês, a organização ganhou um apoio de peso em uma de suas campanhas. O cantor Paul McCartney se juntou à PETA para ajudar cerca de 150 cachorros que estão sendo negligenciados por uma empresa nos Estados Unidos.

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Cães encontrados em uma situação terrível juntos esperam ser adotados por uma mesma família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 out 2017 - 9:36

Os cachorros Jefe e Jericho foram encontrados juntos em uma situação de negligência terrível. Desde o primeiro momento, os membros da equipe da Arizona Humane Society, organização de proteção animal que resgatou a dupla, perceberam que os cães, apesar de diferentes, eram grandes amigos e companheiros.

Os dois cachorros, um Chihuahua de 2 anos chamado Jefe bem extrovertido e um belíssimo Pastor Alemão de três anos de idade chamado Jericho, estavam no quintal de uma casa nos Estados Unidos, vivendo abandonados e em meio a muita sujeira.

(Foto: Reprodução / I Heart Dogs / Arizona Humane Society)

Jericho estava manco e extremamente magro deitado no chão, enquanto Jefe estava deitado nas costas do Pastor Alemão de forma bastante protetora e tentando dar algum suporte ao amigo.

O cachorro maior estava bastante fraco. Além da falta de alimentação ele estava visivelmente doente. Ele provavelmente não iria sobreviver muito tempo se continuasse na situação em que foi encontrado.

Quando membros da Arizona Humane Society levantaram Jericho e o levaram de forma bastante cuidadosa para dentro da ambulância, Jefe latiu e “sapateou” bastante, tentando chegar perto de seu melhor amigo. Foi aí que todos tiveram a certeza de que esses dois não poderiam ser separados nunca.

(Foto: Reprodução / I Heart Dogs / Arizona Humane Society)

Jericho tinha seu frágil corpo coberto de pulgas e exames comprovaram que ele estava com ehrlichiose canina (conhecida como a doença do carrapato) e com uma infecção por fungos, conhecida como febre do vale, que causa sintomas semelhantes a uma gripe. Felizmente as doenças não são contagiosas e Jefe não apresentava problemas de saúde.

Os dois cães foram encaminhados para um lar temporário, onde passaram a receber todos os cuidados necessários e muito amor. Jericho fez tratamento e está cada vez melhor.

De acordo com Ashleigh Goebel, coordenador de mídia da Arizona Humane Society, Jericho é um cachorro dócil, bem treinado e bastante afetuoso. Já Jefe adora abraçar e se enroscar nos humanos, quando não está aconchegado em Jericho.

(Foto: Reprodução / I Heart Dogs / Arizona Humane Society)

Ainda de acordo com a Arizona Humane Society, os cachorros adoram brincar e caminhar e são excelentes com crianças.

Agora que estão bem, a dupla de melhores amigos está a espera de uma família que queira adotar os dois juntos, pois será impossível separar esses companheiros.

Fonte: I Heart Dogs

Com medo da violência, policial leva cães que viviam em UPP para abrigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 out 2017 - 18:33

Nós já falamos bastante sobre a crescente da violência no Rio de Janeiro e como isso vem afetando cada vez mais os animais.

A situação está tão grave, que dois cãezinhos que viviam em uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) na Zona Norte da cidade, foram retirados do local e levados para um abrigo por um policial, que estava com medo de que os animais se tornassem alvos por serem cuidados pelos PMs.

Policial ficou com medo de que os cães fossem alvo da violência e os levou para abrigo. (Foto: Reprodução / Facebook Indefesos)

De acordo com funcionários da Fazenda Modelo, abrigo municipal de animais em Guaratiba para onde os cães foram levados, o policial informou que os cachorrinhos, um casal de vira-latas de cerca de três anos de idade, viviam na UPP de Benfica (o policial não especificou qual) desde filhotes e eram cuidados pelos PMs.

Porém, com o “clima de guerra” que tomou conta da favela, o policial ficou com medo de que os cachorros se tornassem alvos de alguma violência, já que eles eram praticamente mascotes da UPP e estavam associados aos PMs.

Ao saber do caso dos vira-latas, Rosana Guerra, protetora animal que faz parte do Grupo Indefesos e faz trabalhos voluntários na Fazenda Modelo, divulgou a história dos cães em uma rede social.

“Eles são animais muito dóceis. Conquistaram todo mundo. E com certeza eram muito bem cuidados, pois estavam gordinhos, com pelos brilhosos e pareciam muito felizes. Tinham um lar. Infelizmente, foram separados. Podemos dizer que eles foram vítimas desta violência horrível do Rio de Janeiro”, afirmou Rosana.

A cadelinha teve oito filhotes e está com os bebês em um lar temporário. (Foto: Reprodução / Leo Martins / Agência O Globo)

Porém, a história teve um lado feliz.

A cadelinha, que recebeu o nome de Bela, estava prenhe. Ela teve seus oito filhotes em um lugar seguro, recebeu todos os cuidados necessários e foi encaminhada para um lar temporário junto com seus bebês. A família vai ficar lá até todos eles estarem prontos para serem colocados para adoção.

Já o macho, que recebeu o nome de Fera, foi adotado, ganhou uma nova família e se mudou para a Zona Sul da cidade.

Fonte: O Globo