Maior mercado de carne de cachorro da Coreia do Sul será fechado

Apesar de nem todos os vendedores de carne de cachorro estarem aceitando bem, as jaulas onde os animais ficavam antes do abate já começaram a ser retiradas do local

por Andrezza Oestreicher — publicado 1 mar 2017 - 16:31

A Coreia do Sul sempre sofreu duras críticas do restante do mundo por conta do seu forte hábito de consumo de carne de cachorro. Prestes a sediar os Jogos Olímpicos de Inverno, em 2018, as autoridades do país resolveram fechar o seu maior mercado de carne de cão.

De acordo com a mídia local, o mercado de Moran, que fica localizado em Seongnam, chega a vender mais de 80 mil cães todos os anos, cerca de um terço de toda a carne de cachorro comercializada em todo o país. Este número inclui tanto animais ainda vivos quanto já abatidos.

O mercado de Moran chega a vender mais de 80 mil cães todos os anos. (Foto: Reprodução / The Uniplanet)

Pensando em acabar com as críticas que recebe por conta da prática de matar cães para o consumo humano antes das Olimpíadas de Inverno de 2018, oficiais e vendedores iniciaram a desmontagem da estrutura do mercado de Moran e na última segunda-feira, dia 27 de fevereiro, as gaiolas onde os animais ficavam antes do abate e a parte do açougue já começaram a ser retiradas do local.

O fechamento do mercado foi decidido e aprovado localmente depois que defensores dos direitos dos animais destacaram as precárias e terríveis condições em que os cães viviam e toda a crueldade utilizada na hora de abater os cães.

Os vendedores de carne de cachorro não tinham a preocupação de uma morte sem dor para os cães. Esses animais eram espancados, eletrocutados ou enforcados. O barulho e o cheiro do local também eram alvos de recorrentes reclamações da vizinhança do local.

As gaiolas onde os animais ficavam antes do abate e a parte do açougue já começaram a ser retiradas do local. (Foto: Reprodução / Trome)

Alguns dos 22 vendedores de carne de cachorro que já tinham aceitado o fechamento do mercado resolveram se rebelar e agora se opõem à medida e estão exigindo indenizações. Porém, as autoridade de Seongnam já afirmaram que estes comerciantes irão receber ajuda financeira para reformar suas lojas e abrir novos negócios.

A intenção das autoridades locais é dar fim ao comércio de carne de cachorro. Já a Coreia do Sul pretende evitar as críticas, como as que aconteceram em 2002 quando o país foi sede da Copa do Mundo, e possíveis ações de ativistas animais que possam vir a atrapalhar as Olimpíadas de Inverno, em 2018.

 

Fonte: 24 Horas News

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times