Mulher é condenada a quatro anos de prisão por matar cão nos Estados Unidos

Após jogar o cachorro de sua vizinha no meio da rua e o cão morrer atropelado, mulher passa por julgamento longo e é condenada

por Andrezza Oestreicher — publicado 1 mar 2016 - 20:55

É, parece que nos Estados Unidos a coisa está mudando e a lei está ficando realmente mais dura para quem comete crimes contra animais.

Até pouco tempo, crimes de abuso animal eram julgados com penas mínimas, mas ultimamente os juízes estão mostrando querer realmente reprimir a crueldade animal.

Após julgamento demorado, Haniyyah Barnes foi condenada por causar a morte de um cão nos Estados Unidos. (Foto: Reprodução / Patti Sapone / NJ Advance Media)

Após julgamento demorado, Haniyyah Barnes foi condenada por causar a morte do cão de sua vizinha nos Estados Unidos. (Foto: Reprodução / Patti Sapone / NJ Advance Media)

Na última semana de fevereiro uma mulher de Nova Jersey foi condenada a quatro anos de prisão por atirar um cão no meio de uma rua movimentada. A mulher terá ainda que fazer 30 dias de serviço comunitário para uma organização envolvida com a prevenção de crueldade animal após sair da prisão.

Tudo aconteceu por conta de uma briga de vizinhos por causa de um estacionamento. Haniyyah Barnes, a acusada, e Nazirah Bey, a dona do cão, dividiam um estacionamento. Um dia, Barnes simplesmente ficou furiosa porque o Carro de Nazirah estava bloqueando o carro de sua mãe.

O Juiz responsável pelo caso disse que Barnes mostrou-se "indiferente e insensível" em relação ao cão e que ela tem um "problema de raiva que precisa ser resolvido". (Foto: Reprodução / Patti Sapone / NJ Advance Media)

O Juiz responsável pelo caso disse que Barnes mostrou-se “indiferente e insensível” em relação ao cão. (Foto: Reprodução / Patti Sapone / NJ Advance Media)

Em um acesso de fúria, Barnes começou a chutar a porta da casa da vizinha e, quando Honey Bey, o pequeno cão de dois anos de idade da raça Shih Tzu de Nazirah, começou a latir, Barnes o pegou pelo pescoço e jogou-o no meio da rua. O cão foi atingido na hora por um veículo e morreu.

Um policial estava em um carro de patrulha nas proximidades e testemunhou Barnes arremessando o cão minúsculo para a rua. Daryl Williams, pai de Nazirah, ainda está profundamente abalado com o incidente. Ele estava doente quando isso ocorreu, e diz o cãosinho o ajudava. “Quero dizer, isso dói, porque eu não tenho mais o meu pequeno amigo”, ele disse triste. Para Nazirah, contar para seus filhos o que aconteceu foi devastador, pois eles eram muito apegados ao animal.

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Barnes foi condenada a quatro anos de prisão e terá que realizar serviço comunitário com uma organização que trabalha contra a crueldade animal ao sair da prisão. (Foto: Reprodução / Patti Sapone / NJ Advance Media)

No primeiro julgamento, o Juiz Richard Sules, responsável pelo caso, disse que Barnes mostrou-se “indiferente e insensível” em relação ao cão e que ela tem um “problema de raiva que precisa ser resolvido”. Em 13 de outubro de 2015, um júri condenou-a pelos crimes de crueldade animal, roubo e dano criminal.

Após novo julgamento, no final de fevereiro deste ano, requerido pelo advogado de Barnes, o Juiz Sules condenou a mulher a quatro anos de prisão por seus crimes. Ela também deverá pagar uma indenização para Nazirah no valor de 2.000 dólares e irá realizar 30 dias de serviço comunitário com uma organização que trabalha contra a crueldade animal após sair da prisão.

Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018,

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Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava.

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Mãe e filha escolhem o mesmo presente uma para outra e família ganha dois cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 fev 2018 - 9:33

No dia 14 de fevereiro é comemorado o Valentine’s Day (ou dia de São Vallentin) em muitos países do mundo. A data é como o Dia dos Namorados para nós brasileiros, porém ainda mais amplo, pois, além de casais e romance, também são celebradas as relações de amor de amizade e entre familiares, como mães e pais e seus filhos.

Nos Estados Unidos, um vídeo que mostra o momento em que mãe e filha trocam presentes acabou viralizando nas redes sociais.

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Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018, evento que teve sua abertura no dia 9 de fevereiro e segue até o dia 25 deste mesmo mês.

Ativistas fizeram protestos e intensificaram campanhas para acabar com o consumo de carne de cachorro. (Foto: Reprodução / AFP / Arquivos)

As próprias autoridades locais até tentaram intervir e evitar que carne de cachorro fosse servida por restaurantes na cidade sede das Olimpíadas de Inverno durante os dias em que o evento estivesse sendo realizado.

Porém, mesmo sendo oferecidos subsídios em troca dessa breve paralisação nas vendas de carne de cachorro, o oficial do governo de Pyeongchang, Lee Yong-Bae, informou que apenas dois, de um total de 12 restaurantes, acataram a solicitação.

Para evitar “uma impressão ruim dos estrangeiros”, os restaurantes substituíram os anúncios que mostram pratos feitos com carne de cachorro por pratos considerados “mais neutros”, como o yeomsotang (sopa de cabra).

Felizmente, de acordo com informações locais, à medida que os cães passam a ser vistos como animais de estimação, o consumo de carne de cachorro está diminuindo, principalmente entre a população mais jovem.

Fonte: Diário Catarinense / Agence France-Presse

Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava. Ele afirmou ainda que conversou com vizinhos para saber se alguém conhecia o animal, mas nenhum deles sabia de quem era o cachorro.

O cachorro não quer sair da frente deste portão que dá acesso a uma fazenda. (Foto: Reprodução / G1 / Edi Paulo Dalbosco)

O homem não pensa que o animal tenha sido abandonado. Ele acredita que o cachorro vive na fazenda ou deve ser dos proprietários do local. Ainda de acordo com o Sr. Edi, os donos do sítio vão até lá apenas nos finais de semana.

“Tem um pessoal que tem um sítio, fazenda, que vem no fim de semana e volta para a cidade. Provavelmente o cachorro se perdeu, seguiu o rastro até o portão e ficou ali esperando. Tentei chamar ele aqui para a minha morada, onde tenho mais dois, mas ele preferiu ficar”, contou o homem, que ficou preocupado com o cão e levou comida e água para ele.

Ainda na noite da última quinta-feira, dia 15 de fevereiro, o cão continuava no mesmo local. O Sr. Edi espera que os proprietários da fazenda visitem o local neste fim de semana e que o animal seja mesmo deles.

Caso alguém tenha informações que ajudem a encontrar os tutores do cachorro, é só entrar em contato através do número (54) 99954-9644.

Fonte: G1