Na Ucrânia, ursos são massacrados por cães em rinhas acidentalmente patrocinadas pela Royal Canin

A barbárie foi descoberta pelo grupo de proteção animal Four Paws

por Samantha Kelly — publicado 1 ago 2013 - 2:35

O grupo de proteção animal Four Paws foi responsável por revelar a barbaridade que acontece nas rinhas de urso marrrom. Apesar dos ursos marrons serem protegidos por lei na Ucrânia, estima-se que haja em torno de 15 a 20 rinhas no país.

Dentro da floresta perto de Vinnytsia, Ucrânia, ursos são amarrados com correntes a uma árvore, com a possibilidade de se mover em apenas um direção, sendo os organizadores responsáveis por controlar o movimento do animal.

Um porta voz do grupo Four Paws afirmou que os ursos recebem um tratamento de choque fora do concurso. Pegos de zoológicos, circos ou da selva, são geralmente roubados de suas mães ainda filhotes, vivendo em gaiolas por toda sua vida, saindo só para treinar e serem atacados por cães de caça, recebendo pouca alimentação, água e cuidados básicos, e para completar, tendo suas garras arrancadas para que, durante as rinhas, se encontrem fracos e se tornem uma presa ainda mais vulnerável.

Na rinha, cães de caça são encorajados a atacar o urso, que indefeso, em pânico e exausto até o limite, começa a babar. A “competição” cruel pode durar literalmente horas.

No vídeo compartilhado pela Four Paws, descobrimos que a empresa francesa Royal Canin é a patrocinadora do “evento”, com sua marca estampada em troféus e cartazes.

Em um comunicado oficial no site da Royal Canin, a empresa se mostra mortificada em ter sua marca associada a tamanha atrocidade e garante que está investigando o caso e que a partir de agora trabalhará especificamente para garantir o bem estar dos ursos e cães envolvidos nas rinhas. (ler o comunicado em inglês da Royal Canin na íntegra AQUI)

Felizmente, a Four Paws informou que a Royal Canin irá patrocinar a criação de um santuário e o projeto da Four Paws que visa salvar os ursos e cães deste trágico destino.

Dr. Amil Khalil, diretor do projeto e chefe nas negociações da Four Paws, declarou:

 

Estou satisfeito que agora  fomos capazes de nos sentar com a Royal Canin para discutir soluções concretas. Nós recebemos com boa vontade o fato da Royal Canin assumir a responsabilidade. Mas é claro que as palavras não são suficientes – agora precisamos ver ações

 

Veja o vídeo

(O vídeo contém cenas fortes)

 

Apesar da Royal Canin já estar tomando providências, é absolutamente inconcebível que uma marca global como esssa esteja envolvida com esse tipo de eventos.

 

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

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Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

O ator firmou uma parceria com o Ibama e o Instituto Vida Livre e transformou o seu rancho pessoal em um centro de recuperação e área de soltura de animais silvestres que sofreram e foram resgatados do tráfico de animais.

“Você sabia que o Rio de Janeiro é a principal rota do tráfico de animais silvestres? Por isso há tanto bicho sofrendo”, explica o ator.

No rancho, que fica localizado em Secretário, na Serra Fluminense, está sendo construída uma casa que servirá como hospital, onde os animais receberão os cuidados e tratamentos necessários antes de serem recolocados na natureza.

“Acabamos de libertar um veado e estamos cuidando de um lobo-guará. Montei ainda um viveiro para reensinar pássaros machucados a voar”, conta Bruno.

Os custos da construção da casa, que já está sendo feita e será toda sustentável, com placas solares, reuso d’água, teto verde e cortinas automáticas para preservar a temperatura ambiente conforme o deslocamento do sol, devem chegar aos 3 milhões de reais.

A obra deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2018, porém, animais recuperados já estão sendo soltos no terreno.

Fonte: Veja Rio