Novo produto que é uma alternativa aos medicamentos promete aliviar diversos tipos de dor animal

O Assisi Loop 2.0 é um dispositivo anti-inflamatório não farmacêutico que funciona através de pulsação eletromagnética e não causa dor e nem efeitos colaterais

por Andrezza Oestreicher — publicado 25 jan 2016 - 9:24

Assim como nós, nossos cães também sofrem muito com o peso da idade, e no caso deles tudo acontece ainda de forma mais rápida. Os principais problemas que os anos podem nos trazer, para nós e para eles, são os que afetam ossos e articulações, como artrite, artrose ou alguma doença articular, que atinge muitos cães.

Esses problemas causar dores em nossos bichinhos que podem ir piorando com o tempo. Para aliviar este tipo de dor são usados atualmente os medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINE).

O laço pode ser usado em várias regiões do corpo do animal. (Foto: Reprodução / Assisi Animal Health)

O laço pode ser usado em várias regiões do corpo do animal. (Foto: Reprodução / Assisi Animal Health)

Porém, uma novidade para ajudar a aliviar este tipo de dor em cães pode estar chegando logo em breve. Durante a Conferência Veterinária Norte Americana em Boston, Massachusetts, a Assisi Animal Health anunciou a criação de um produto que pode auxiliar nos tratamentos de nossos animais.

O “Assisi Loop 2.0” é um dispositivo anti-inflamatório não farmacêutico que funciona através de pulsação eletromagnética. O produto já foi aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration), órgão governamental dos Estados Unidos responsável pelo controle de alimentos e medicamentos tanto humano como animal e mais vários outros produtos.

O nome do produto é Assisi Loop 2.0 (Foto: Reprodução / Assisi Animal Health)

O nome do produto é Assisi Loop 2.0 (Foto: Reprodução / Assisi Animal Health)

O laço funciona enviando ondas eletromagnéticas para o local afetado melhorando a produção de óxido nítrico, uma molécula importante na cura para os seres humanos e animais, no tecido animal inflamado. Isso ajuda a reduzir a dor e a inflamação. E o melhor, sem causar efeitos colaterais e nem dor, no máximo uma pequena sensação de formigamento por conta do aumento do fluxo sanguíneo  causado pelo produto, o que também ajuda muitos animais a relaxar.

A comunidade veterinária já está vendo o produto com bons olhos, afirmando que ele pode ser uma ótima alternativa aos medicamentos normalmente usados para este tipo de tratamento, que apesar de eficazes podem trazer efeitos colaterais, principalmente para o estômago e rins, quando utilizados por um período longo de tempo.

O produto pode ser usado por cães, gatos e até cavalos. Ele não causa dor e nem efeitos colaterais. (Foto: Reprodução / Assisi Animal Health)

O produto pode ser usado por cães, gatos e até cavalos. Ele não causa dor e nem efeitos colaterais. (Foto: Reprodução / Assisi Animal Health)

O laço é eficaz para uma série de questões, incluindo: lesões ortopédicas, osteoartrite, doenças degenerativas da coluna vertebral como instabilidade espinhal, feridas, questões internas como a pancreatite, dor pós-cirúrgica e inchaço e mais.

O Assisi Loop 2.0 já está disponível para venda nos Estados Unidos. Ele pode ser encontrado em dois tamanhos, funciona a bateria, que ainda não pode ser recarregada ou trocada, que pode durar de três semanas a seis meses e ele só pode ser comprado com prescrição de um médico veterinário.

 

Fonte: I Heart Dogs

Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018,

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Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava.

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Mãe e filha escolhem o mesmo presente uma para outra e família ganha dois cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 fev 2018 - 9:33

No dia 14 de fevereiro é comemorado o Valentine’s Day (ou dia de São Vallentin) em muitos países do mundo. A data é como o Dia dos Namorados para nós brasileiros, porém ainda mais amplo, pois, além de casais e romance, também são celebradas as relações de amor de amizade e entre familiares, como mães e pais e seus filhos.

Nos Estados Unidos, um vídeo que mostra o momento em que mãe e filha trocam presentes acabou viralizando nas redes sociais.

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Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018, evento que teve sua abertura no dia 9 de fevereiro e segue até o dia 25 deste mesmo mês.

Ativistas fizeram protestos e intensificaram campanhas para acabar com o consumo de carne de cachorro. (Foto: Reprodução / AFP / Arquivos)

As próprias autoridades locais até tentaram intervir e evitar que carne de cachorro fosse servida por restaurantes na cidade sede das Olimpíadas de Inverno durante os dias em que o evento estivesse sendo realizado.

Porém, mesmo sendo oferecidos subsídios em troca dessa breve paralisação nas vendas de carne de cachorro, o oficial do governo de Pyeongchang, Lee Yong-Bae, informou que apenas dois, de um total de 12 restaurantes, acataram a solicitação.

Para evitar “uma impressão ruim dos estrangeiros”, os restaurantes substituíram os anúncios que mostram pratos feitos com carne de cachorro por pratos considerados “mais neutros”, como o yeomsotang (sopa de cabra).

Felizmente, de acordo com informações locais, à medida que os cães passam a ser vistos como animais de estimação, o consumo de carne de cachorro está diminuindo, principalmente entre a população mais jovem.

Fonte: Diário Catarinense / Agence France-Presse

Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava. Ele afirmou ainda que conversou com vizinhos para saber se alguém conhecia o animal, mas nenhum deles sabia de quem era o cachorro.

O cachorro não quer sair da frente deste portão que dá acesso a uma fazenda. (Foto: Reprodução / G1 / Edi Paulo Dalbosco)

O homem não pensa que o animal tenha sido abandonado. Ele acredita que o cachorro vive na fazenda ou deve ser dos proprietários do local. Ainda de acordo com o Sr. Edi, os donos do sítio vão até lá apenas nos finais de semana.

“Tem um pessoal que tem um sítio, fazenda, que vem no fim de semana e volta para a cidade. Provavelmente o cachorro se perdeu, seguiu o rastro até o portão e ficou ali esperando. Tentei chamar ele aqui para a minha morada, onde tenho mais dois, mas ele preferiu ficar”, contou o homem, que ficou preocupado com o cão e levou comida e água para ele.

Ainda na noite da última quinta-feira, dia 15 de fevereiro, o cão continuava no mesmo local. O Sr. Edi espera que os proprietários da fazenda visitem o local neste fim de semana e que o animal seja mesmo deles.

Caso alguém tenha informações que ajudem a encontrar os tutores do cachorro, é só entrar em contato através do número (54) 99954-9644.

Fonte: G1