Pesquisa traça perfil de tutores de cães e gatos no Brasil

Os pesquisadores analisaram a interação dos brasileiros com seus pets e as barreiras que impedem algumas pessoas de ter um animal de estimação.

por Karina Sakita — publicado 21 jun 2016 - 20:12

Ninguém pode negar que os brasileiros são apaixonados por animais de estimação. A última pesquisa feita pelo IBGE revelou que existem 52,2 milhões de cães e 22,1 milhões de gatos no país. Temos mais cachorros do que crianças!

Mas você sabia que a maioria dos tutores de cachorro no Brasil são casados e que grande parte das pessoas que têm gato são mulheres?

Uma pesquisa inédita realizada pelo IBOPE Inteligência trouxe maiores detalhes sobre a relação entre os brasileiros e seus pets.

O estudo foi realizado em parceria com o Instituto WALTHAM®, a principal autoridade científica em bem-estar e nutrição de pets, e com o Professor Doutor Ricardo Dias, docente da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo (USP) com os seguintes objetivos:

  •  traçar o perfil dos tutores de pets no Brasil;
  • estudar a interação dos brasileiros com seus animais de estimação;
  • e descobrir quais são as barreiras que impedem algumas pessoas de terem um bichinho.

 

A relação entre cães e tutores brasileiros foi tema do estudo. (Foto Ilustrativa: Karina Sakita)

A relação entre cães e tutores brasileiros foi tema do estudo. (Foto Ilustrativa: Karina Sakita)

 

A pesquisa foi realizada em duas etapas e teve a participação de tutores de cães, tutores de gatos e pessoas que não possuem pets mas desejam ter.

A fase qualitativa foi feita com 13 grupos de discussão em São Paulo, Recife e Porto Alegre. E a fase quantitativa contou com 900 entrevistados em São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Salvador e Distrito Federal.

 

Resultado

 

Os pesquisadores revelaram que a maioria dos tutores de cães são casados (51%). Além disso, foi descoberto que 82% são de classe AB, 59% moram em casas, 93% moram com mais de uma pessoa e 24% adotaram seus cachorros, sendo 59% deles SRD (sem raça definida).

A maioria dos entrevistados vêem os cachorros como seus filhos (44%) e acreditam que eles nos trazem conforto emocional (68%).

Em média, os tutores levam seus cães ao veterinário 2,8 vezes ao ano, sendo que 79% levam para vacinação anualmente.

 

Perfil

 

A pesquisa traçou três perfis de tutores de cachorros:

  • os pragmáticos – aqueles que possuem uma relação racional com seus pets;
  • os envolvidos – seus cães podem frequentar apenas áreas sociais da casa;
  • os apaixonados – aqueles que possuem alto nível de envolvimento, apego e dedicação com seus cães.

O perfil predominante no Brasil são os apaixonados. Isso explica porque 64% dos entrevistados permitem que seus cachorros durmam dentro de casa, sendo que 47% deles dividem a cama com seus filhos caninos.

 

A maioria dos tutores brasileiros são apaixonados por seus cães. (Foto Ilustrativa: Karina Sakita)

A maioria dos tutores brasileiros são apaixonados por seus cães. (Foto Ilustrativa: Karina Sakita)

 

Pessoas que não têm pets

 

Dos entrevistados que não possuem pets atualmente, 97% deles já tiveram um animal de estimação em algum momento da vida.

Os principais motivos apontados como justificativa para não ter um pet são: não ter alguém para cuidar do animal quando estão trabalhando e não ter condições adequadas para ter um cão ou gato.

Ao serem questionadas sobre as condições que fariam essas pessoas considerarem ter um pet, 42% apontaram serviços veterinários acessíveis. Ou seja, a questão financeira é um fator que interfere bastante nesta escolha.

Os entrevistados também citaram que gostariam de ter uma maior facilidade para levar seus pets para viajar, ter bons cuidadores ou creches disponíveis e ter mais opções de estabelecimentos pet-friendly.

Infográfico

 

(Imagem: Divulgação)

(Imagem: Divulgação)

 

Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade,

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Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul,

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Longe de sua tutora há nove meses, cadela tem reação tocante ao vê-la na televisão

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 maio 2018 - 9:23

Apesar de ser sempre muito difícil ficarmos longe de nossa família, amigos e de nossos animais de estimação, Algumas vezes isso é necessário. Coisas como cursos, treinamentos e trabalho, podem acabar nos afastando de casa por algum tempo.

Nesses casos, a tecnologia e a internet se tornam ótimos aliados, pois, com apenas um clique, conseguimos conversar e ver aqueles que amamos, incluindo nossos amados peludinhos.

A venezuelana Oriany De Oliviera precisou se mudar de país por causa de seu trabalho.

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Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade, estão fazendo por seus animais. Os médicos deram apenas cerca de 4 a seis meses de vida para ambos os cachorros.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, May 14, 2018

Mas, além de muito amor de seus tutores, os cães também estão ganhando muito carinho um do outro. Os pets se conheceram depois de receber o triste diagnóstico e logo ficaram amigos.

Para aproveitar o fim de suas vidas como merecem, como muito amor, mimo e alegria, cada um ganhou de seus tutores uma lista de desejos que estão realizando, em maior parte, juntos.

Os cães já aproveitaram um dia de compras em uma loja de animais e ganharam muitas guloseimas e muitos carinhos até agora. E ainda tem mais por vir. “Eu acho que é realmente importante continuar dando ao seu animal a melhor qualidade de vida até o final”, afirma a veterinária Grace Kemp, tutora de Buckeye.

O Golden Retriever foi adotado por Grace ainda bem jovem e após ser resgatado. Além de membro da família, ele também é um companheiro de trabalho da tutora e sempre a acompanha no hospital veterinário.

Posted by Grace Kemp on Friday, May 18, 2018

Depois de anos dando muito amor para a sua família, o cãozinho Harley, que está mais próximo da estimativa que seu veterinário lhe deu, está ganhando ainda mais amor e sendo mais mimado do que já era normalmente.

O fofo Buldogue também aproveitou um gostoso picolé ao pôr do sol e um passeio com seus tutores em uma Harley Davidson.

Ashley McElfresh, tutora de do cãozinho, está publicando todas as aventuras do animal, que está fazendo uma viagem de carro com sua família, em um grupo no Facebook chamado “Bucket List Adventures of Harley Bruiser”, onde Buckeye frequentemente aparece realizando desejos da lista junto com seu amigo canino.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, April 30, 2018

A intenção dos tutores com essa lista de desejos é que os cães, mesmo com todas as suas condições, aproveitem seu restinho de vida e sintam que são muito amados e que têm uma grande importância para toda a família.

Fonte: People

Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cachorro ficou desesperado sem conseguir sair sozinho do telhado. (Foto: Reprodução / Janete Kriger)

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Os animais sempre ficam no espaço tranquilamente. Porém, na última sexta-feira, dia 18 de maio, não foi bem assim.

Bastante assustado com a forte chuva que caía e os altos trovões que aconteceram pela manhã, o cachorro acabou indo parar no telhado de um mercado que fica próximo de sua casa e não conseguiu sair de lá sozinho. O formato do telhado, que não era plano, junto com a água da chuva, deixava tudo ainda mais complicado e bastante perigoso para o animal.

Vendo a situação de grande risco em que o cãozinho se encontrava e o desespero do animal sem conseguir sair dali, os vizinhos ficaram bastante preocupados e logo pediram ajuda para os bombeiros.

O cãozinho foi resgatado depois que um caminhão com cesto aéreo foi enviado até o local e Marcos Paulo, um dos operadores do caminhão, se prontificou a, mesmo com a chuva forte, ir no cesto para pegar o animal.

A fotógrafa Janete Kriger, que viu a situação do cão e assistiu todo o resgate, contou em seu perfil no Facebook que o resgate não foi fácil, mas que Marcos Paulo insistiu e fez toda a diferença.

O cãozinho foi resgatado em segurança com a ajuda dos bombeiros. (Foto: Reprodução / Janete Kriger)

“A sorte dele foi quando um caminhão, desses que tem um cesto aéreo, parou. O herói do dia foi o Marcos Paulo, que, mesmo embaixo de chuva, se prontificou para tentar retirar o cão, que estava muito assustado. Foi uma tarefa difícil, mas Marcos Paulo conseguiu. Gesto querido e emocionante deste homem que não mediu esforços para ajudar”, contou ela na rede social, publicando junto fotos do animal e da ação de Marcos Paulo.

No final, o cãozinho foi resgatado com segurança e Janete fez questão de agradecer ao herói do dia, mesmo sem o animal ser dela.

Fonte: GaúchaZH