Pit bull, resgatada após sofrer maus tratos, se torna cachorra terapeuta e ganha prêmio

Com votação do público, Susie foi eleita a cachorra heroína de 2014, nos Estados Unidos.

por Karina Sakita — publicado 3 out 2014 - 6:30

Uma pit bull mix chamada Susie superou os maus tratos que sofreu quando era filhote, se tornou uma cachorra terapeuta e agora recebeu o prêmio de cachorra heroína de 2014, nos Estados Unidos.

Quando ainda era filhote, Susie enfrentou a crueldade humana: alguém bateu nela, colocou fogo em seu corpo e depois a abandonou em um parque na Carolina do Norte, para que morresse.

Felizmente, a cachorra teve uma segunda chance na vida. Um abrigo de animais resgatou e cuidou de Susie.

Depois, ela foi adotada por Donna Lawrence. Juntas, as duas se tornaram grandes defensoras dos animais e ajudaram na aprovação da Susie’s Law, uma lei que implica em penas mais rigorosas para pessoas condenadas por maltratar animais.

A pit bull mix se tornou uma cachorra terapeuta e visita hospitais, escolas e asilos para alegrar, levar esperança e servir de inspiração para quem mais precisa.

 

Susie é um grande exemplo de superação! (Foto: Reprodução / Pawnation)

Susie é um grande exemplo de superação! (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Susie era finalista na categoria Cão Terapeuta do Hero Dog Awards 2014.

Para fazer a seleção dos indicados ao prêmio, o público podia sugerir cachorros que tiveram atos heróicos. São 8 categorias: cães na luta pelo cumprimento da lei, cães arson (que trabalham com os bombeiros), cães de serviço, cães terapeutas, cães militares, cães de serviço, cães de busca e salvamento, cães-guia / cães-ouvintes e cães heróis emergentes (cachorros comuns que fizeram coisas extraordinárias).

Primeiro, foram selecionados três cachorros para cada categoria. Através da votação pela internet, foi escolhido um cachorro de cada categoria. Nesse momento, se tornaram 8 finalistas para o prêmio de cão herói 2014.

A cerimônia aconteceu no dia 27/09 no hotel The Beverly Hilton, com apresentação do ator James Denton e do protetor de animais Beth Stern. Será exibido na televisão norte-americana no dia 30 de outubro, no Hallmark Channel.

 

Veja outros finalistas do Hero Dog Awards 2014:

 

Categoria cão arson. Kai é um labrador retriever de 6 anos, que trabalha no corpo de bombeiros de San Antonio. (Foto: Reprodução / Pawnation)

Finalista na categoria Cão Arson: Kai é um labrador retriever de 6 anos, que trabalha no corpo de bombeiros de San Antonio. (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Xena foi adotada em março de 2013 e se tornou uma grande heroína para um garoto autista de 8 anos, que teve uma grande melhora com a presença da cachorra. (Foto: Reprodução / Pawnation)

Finalista na categoria Cão Herói Emergente: Xena foi adotada em março de 2013 e se tornou uma grande heroína para um garoto autista de 8 anos, que teve uma grande melhora com a presença da cachorra. (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

O labrador retriever Chaney trabalhou no Iraque e no Afeganistão. (Foto: Reprodução / Pawnation)

Finalista na categoria Cão Militar: o labrador retriever Chaney trabalhou no Iraque e no Afeganistão. (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Finalista na categoria Cão de Busca e Salvamento: Bretagne trabalhou no resgate das vítimas do atentado terrorista no World Trade Center e após o furacão Rita em 2005. (Foto: Reprodução / Pawnation)

Finalista na categoria Cão de Busca e Salvamento: Bretagne trabalhou no resgate das vítimas do atentado terrorista no World Trade Center e após o furacão Rita em 2005. (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Para saber mais sobre cães de serviços, clique aqui.

 

Fontes: Vetstreet / Pawnation / Hero Dog Awards

 

Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

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Através de anúncio na internet mulher descobre que cachorro desaparecido estava com vizinhos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 15:24

Só quem tem um cachorrinho desaparecido sabe o desespero que é o momento das buscas, de não saber como o animal está, e a tristeza que toma conta quando a esperança de encontrar o amado animal vai se acabando.

Foi com essa angústia e tristeza que a tutora Silmara Ribeiro do Amaral e sua filha, uma menina de oito anos, viveram durante um ano após o desaparecimento do amado cachorro da família, um Pug de três anos chamado Gordo.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

(Foto: Reprodução / Wide Open Pets)

O texto aprovado se insere na Lei 5517/68, que trata da profissão de médico veterinário.

De acordo com o relator, deputado Ricardo Izar (PP-SP), “é justo e necessário que essa comunicação seja realizada pelo estabelecimento, porém, o texto deixa dúvidas de como será feita e quem será responsável pela fiscalização dos estabelecimentos. Com a vinculação do dispositivo à Lei 5517/68, caberá aos Conselhos Federal e Regional de Medicina Veterinária, autarquia já constituída, a exercer a fiscalização do profissional e do estabelecimento para verificar o efetivo cumprimento da legislação”.

Ainda de acordo com o deputado, o governo não terá nenhum novo custo, pois a estrutura existente nos conselhos absorveria essa fiscalização como rotina.

De acordo com o texto aprovado, os comunicados de maus-tratos feitos pelos médicos veterinários para a polícia devem conter relatório assinado com algumas informações mínimas específicas como:
– nome, endereço e contato do acompanhante do animal no momento do atendimento;
– informações do atendimento prestado, contendo a espécie, raça e características físicas do animal, descrição de sua situação de saúde na hora do atendimento e os respectivos procedimentos adotados.

(Foto: Reprodução / Animal Lawyers)

Porém, foi retirada do texto a pena que previa interdição do estabelecimento para quem descumprir a medida.

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Esperamos que esse passo ajude a diminuir os casos de violência contra animais de estimação no Brasil.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Através de anúncio na internet mulher descobre que cachorro desaparecido estava com vizinhos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 15:24

Só quem tem um cachorrinho desaparecido sabe o desespero que é o momento das buscas, de não saber como o animal está, e a tristeza que toma conta quando a esperança de encontrar o amado animal vai se acabando.

Foi com essa angústia e tristeza que a tutora Silmara Ribeiro do Amaral e sua filha, uma menina de oito anos, viveram durante um ano após o desaparecimento do amado cachorro da família, um Pug de três anos chamado Gordo.

Esses sentimentos deram lugar novamente para a esperança depois que Silmara viu um anúncio na internet que buscava uma “namorada” para um pequeno Pug em Itapetininga, município de São Paulo onde a mulher mora. Imediatamente a tutora reconheceu seu animal desaparecido e entrou em contato com as pessoas que fizeram a publicação no intuito de ter seu cachorrinho de volta.

Porém, ter o animal de volta em sua casa não foi tão fácil assim e a tutora precisou da ajuda da Justiça para que isso acontecesse.

Cachorro foi encontrado através de anúncio na internet. (Foto: Reprodução / G1 / Silmara Ribeiro do Amaral)

Apesar de os responsáveis pelo anúncio terem passado informações erradas para Silmara, a tutora não desistiu de encontrar seu cãozinho e continuou pesquisando na internet. Até que ela descobriu que as pessoas que estavam com o cachorro eram praticamente seus vizinhos e moravam apenas a uma quadra de distância.

“Não quiseram me informar o endereço, mas como sabia o bairro consegui descobrir que a casa onde meu cachorro estava ficava uma quadra da minha. Fui até lá e os moradores me contaram várias histórias. Uma hora disseram que tinham ganhado o cachorro ainda filhote, outra hora que o irmão de um deles quem achou. Eu falei que era meu e que tinha criança pequena que sofria pelo animal. Mas não quiseram devolver”, contou Silmara ao G1.

Como as pessoas que estavam com o animal se negaram várias vezes devolvê-lo, a tutora foi até o 2º Distrito Policial, onde registrou um boletim de ocorrência por apropriação de coisa achada.

Segundo Marcus Tadeu, delegado responsável pelo caso, as pessoas que estavam com o cachorro alegaram que não queriam devolvê-lo por já estarem muito apegados ao animal.

Família ficou muito feliz com o retorno do animal para casa. (Foto: Reprodução / G1 / Silmara Ribeiro do Amaral)

A tutora só conseguiu ter seu cãozinho de volta depois que um mandado de busca e apreensão foi expedido pela Justiça e os policiais conseguiram resgatar o cachorro da casa onde estava.

De acordo com o delegado, o caso vai ser investigado cuidadosamente e o casal que estava em posse do animal irá responder pelo crime de apropriação de coisa achada.

Após tanta tristeza, a família está muito feliz com a volta do amado cachorrinho para casa. “Foi algo de Deus eu ter visto aquele anúncio. Dias antes tínhamos perdido nossa cachorrinha. E o Gordo estava sumido. Minha filha estava tão triste com a morte da cachorrinha e com o desaparecimento do Pug. Até que vi o anúncio e encontrei nosso animal. Estamos muito felizes. Não tem nem o que dizer”, contou Silmara.

Fonte: G1