Prefeitura de São Paulo inaugura novo centro municipal de adoção de cães e gatos

O local foi estruturado especialmente para incentivar a adoção de animais.

por Karina Sakita — publicado 3 fev 2016 - 16:21

A cidade de São Paulo recebeu um novo Centro Municipal de Adoção de Cães e Gatos.

Além dos canis e gatis, a estrutura conta com centro cirúrgico, vagas de pós-operatório e espaço para banho e tosa.

 

Inauguração do novo Centro Municipal de Adoção de Cães e Gatos. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

Inauguração do novo Centro Municipal de Adoção de
Cães e Gatos. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

 

O objetivo é incentivar a adoção de animais, por isso, as acomodações são espaçosas e permitem a interação das pessoas com os cães e gatos.

 

Acomodações dos animais. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

Acomodações dos animais. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

 

O prefeito Fernando Haddad inaugurou o local no dia 29 de janeiro:

 

O centro permite uma outra abordagem no tema da adoção. Vai facilitar a vida do morador que quer adotar um animal e dos animais, que têm melhores condições de espera pela adoção. É um ambiente muito mais adequado, e ele vai estar muito mais pronto para a adoção, porque toda a situação de vulnerabilidade, que pode irritar o animal, é evitada pela qualidade do serviço prestado.

 

Fernando Haddad,  prefeito de São Paulo, durante inauguração do novo centro de adoção.  (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, durante inauguração do novo centro de adoção. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

 

Todos os animais que chegam ao Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ) passam por avaliação veterinária e recebem os tratamentos necessários. Além disso, eles são castrados, vacinados, vermifugados e identificados com microchip.

Depois, os cães e gatos passam por um processo de ressocialização, que inclui passeios e brincadeiras.

 

Centro cirúrgico do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo.  (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

Centro cirúrgico do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

 

O novo centro de adoção conta com 30 canis e 24 gatis.

Atualmente, o Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo abriga cerca de 350 animais, sendo 250 cães e 100 gatos. Eles permanecerão no novo núcleo de adoção em sistema de rodízio, para que todos tenham a chance de encontrar um lar.

 

Cachorro esperando pela adoção.  (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

Cachorro esperando pela adoção. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

 

Para adotar, é necessário ser maior de 18 anos, levar coleira para cães ou caixa de transporte para os gatos, apresentar CPF, RG e comprovante de residência e pagar uma taxa municipal referente à adoção de R$ 18,50.

Quem tiver interesse, o centro de adoção fica na Rua Santa Eulália, 86, Santana (zona norte) e funciona de segunda a sexta-feira das 9h às 17h e aos sábados das 9h às 15h, exceto feriados.

 

Gatinho esperando para ser adotado. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

Gatinho esperando para ser adotado. (Foto: Cesar Ogata / SECOM)

 

Cachorrinho não sai de perto de irmã morta e nem deixa ninguém se aproximar

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 dez 2017 - 9:31

A fidelidade dos cães é algo impressionante, eles sempre ficam do lado daqueles que amam, independente de serem humanos ou outros animais.

Em Palmas, um caso que prova essa enorme fidelidade tocou o coração de muitas pessoas que passavam pela Avenida Palmas Brasil.

Os irmãos caninos Bebel e Bob aproveitaram o momento em que seu tutor estava com a garagem aberta saindo com o carro para fugir de casa. A tutora Ana Paula Rodrigues não se desesperou,

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Cachorro que teve as patas cortadas com uma espada ganha próteses

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 18:39

A cada caso de violência que tomamos conhecimento ficamos mais impressionados em como os cães são seres evoluídos e como eles são capazes de se adaptar. O cachorro Cola é uma prova disso.

Cola é um cão SRD (sem raça definida, vira-lata) que vivia nas ruas de Bangkok, rodando sempre pela mesma região. Um dia, o cão teve suas patas dianteiras cortadas com uma espada por um homem que morava no mesmo bairro em que o cão costumava ficar.

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Cadelinha adotada é seguida por ovelhas da família e se torna a líder dos animais

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 9:30

A cadelinha Lady é da raça Basset Hound, que foi resgatada por um abrigo e adotada por sua família há três anos. Por conta de seu passado, que não é tão conhecido, a cadelinha tinha muito medo e chegava até a ser agressiva com outras pessoas, porém, as companhias certas fizeram com que Lady se abrisse mais para a sua nova família e ficasse mais tranquila e leve.

Na nova casa, os tutores Michael Jobson e Fiona Morton não conseguiam levá-la para passear no parque,

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Cachorrinho não sai de perto de irmã morta e nem deixa ninguém se aproximar

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 dez 2017 - 9:31

A fidelidade dos cães é algo impressionante, eles sempre ficam do lado daqueles que amam, independente de serem humanos ou outros animais.

Em Palmas, um caso que prova essa enorme fidelidade tocou o coração de muitas pessoas que passavam pela Avenida Palmas Brasil.

Cachorro não sai de perto de cadelinha que morreu atropelada. (Foto: Reprodução / G1 / Nice Regina)

Os irmãos caninos Bebel e Bob aproveitaram o momento em que seu tutor estava com a garagem aberta saindo com o carro para fugir de casa. A tutora Ana Paula Rodrigues não se desesperou, pois isso já tinha acontecido antes e os cachorros logo voltaram para casa.

Porém, dessa vez algo muito triste aconteceu. Bebel, cadelinha que já fazia parte da família há 10 anos, foi atropelada e acabou falecendo no canteiro central da Avenida Palmas Brasil, em Palmas, no Tocantins.

Bob, como um ótimo exemplo de cão fiel e companheiro, não saiu de perto de sua irmãzinha e também não deixava ninguém se aproximar.

Tocada com a situação, gerente comercial Nice Regina Santos ficou por cerca de 10 minutos tentando se aproximar dos animais e chamando o cão que estava vivo, ela ainda fez um vídeo mostrando que Bob não se afastava de sua irmã.

“O que mais me emocionou foi ele não abandoná-la, proteger e não querer sair de perto”, contou Nice, que publicou o vídeo nas redes sociais.

Além de não abandonar a irmã canina, o cãozinho não deixava ninguém se aproximar. (Foto: Reprodução / G1 / Nice Regina)

Foi através da publicação do vídeo que Ana Paula descobriu o motivo pelo qual seus cães não tinham voltado para casa. “O atropelamento aconteceu à tarde, quando foi às 22h30, eu estava nas redes sociais e vi o vídeo. Já vi que eram eles. Eu entrei em desespero, peguei o carro e fui buscá-la para fazer o enterro”, contou a tutora, explicando que Bob tinha voltado sozinho para casa apenas um pouco antes disso.

“Tudo o que ele fazia era com ela. Depois da morte da Bebel, ele ficou triste, fica uivando à noite chamando ela. Durante o dia, fica só deitado na cadeira. A família também sentiu muito. Na minha casa eu nunca estava sozinha, porque onde eu ia, a Bebel me acompanhava”, disse a tutora emocionada afirmando que os animais eram muito companheiros e viviam grudados.

Fonte: G1

Cachorro que teve as patas cortadas com uma espada ganha próteses

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 18:39

A cada caso de violência que tomamos conhecimento ficamos mais impressionados em como os cães são seres evoluídos e como eles são capazes de se adaptar. O cachorro Cola é uma prova disso.

Cola é um cão SRD (sem raça definida, vira-lata) que vivia nas ruas de Bangkok, rodando sempre pela mesma região. Um dia, o cão teve suas patas dianteiras cortadas com uma espada por um homem que morava no mesmo bairro em que o cão costumava ficar.

Cachorro teve suas patas dianteiras mutiladas com uma espada. (Foto: Reprodução / Lillian Suwanrumpha / AFP)

Cola foi mutilado depois que mordeu os sapatos do responsável pela violência.

O cão foi resgatado e cuidado por um britânico, chamado Johm Dalley, que vive na Tailândia há alguns anos. Cola foi levado para viver com seu salvador em Phuket, um balneário localizado no sul do país, onde o homem decidiu criar uma associação dedicada aos cães de ruas chamada “Soi Dogs” (soi significa rua em tailandês).

Hoje, um ano depois, Cola já consegue correr e se divertir bastante novamente. O cachorro recebeu próteses parecidas com as utilizadas por atletas paraolímpicos. O cão ganhou o aparato depois que Johm recorreu a uma empresa é especializada em próteses humanas e tudo foi feito sob medida para Cola.

Hoje, o cão está bem adaptado e muito feliz com suas novas próteses. (Foto: Reprodução / Lillian Suwanrumpha / AFP)

“Queríamos conseguir uma prótese que não fosse muito pesada, um pouco flexível ao nível do pé”, contou Teddy Fagerstrom, diretor do laboratório de ortopedia responsável pelas próteses de Cola.

Essa foi a primeira prótese feita pela empresa para cães e, segundo Teddy Fagerstrom, Cola é o primeiro animal a usar próteses parecidas com as de atletas paralímpicos.

Johm garante que Cola se adaptou muito bem com as suas novas próteses e hoje é um cão muito feliz.

Fonte: Correio Braziliense