Soldado iraniano perde uma perna ao salvar cão de rua preso em um campo minado

Mesmo sabendo do perigo que corria, jovem soldado não hesitou em ajudar o pobre cão que chorava de dor preso a uma cerca de arame farpado

por Andrezza Oestreicher — publicado 12 jan 2017 - 21:27

Um jovem soldado iraniano se tornou um herói em seu país depois que arriscou a sua vida para salvar um cachorro de rua tinha ficado preso em um arame farpado que cercava uma região de campo minado.

Mohammad Bakhtar, o soldado herói de 19 anos de idade, sabia que estava se colocando em grande perigo, mas mesmo assim ele não hesitou em fazer a coisa certa. Então, ele tentou agir da forma mais rápida possível para ajudar o animal e também salvar a sua própria vida.

Jovem soldado está sendo visto como herói em seu país. (Foto: Reprodução / Neda Soleymani / Al Jazeera)

O fato aconteceu no dia 17 de dezembro, quando o soldado estava em serviço e de seu posto conseguia ouvir o pobre cão chorando de dor preso no arame farpado.

“Eu estava de pé no meu posto naquele dia… Ouvi o pobre cachorro gemendo sem parar. Eu sabia que era um campo de minas explosivas, mas não consegui chegar ao pobre cachorro. Finalmente, coloquei meu pé direito para o outro lado da cerca de arame farpado para soltar o cachorro. Assim que ele correu, a mina explodiu”, contou Mohammad Bakhtar ao canal Al Jazeera.

A perna do jovem soldado foi arrancada e os médicos passaram horas tentando unir o membro ao resto do corpo novamente, mas não obtiveram sucesso.

Ele está sendo bastante saudado por toda a população depois que perdeu uma perna salvando a vida de um cão. (Foto: Reprodução / Dana Khormehr / Al Jazeera)

Milhares de pessoas se reuniram em torno do hospital para prestar homenagem ao jovem herói. “Saúdo este jovem soldado como símbolo de honra e bravura e desejava que o Oriente Médio tivesse muitos como ele como uma panaceia para problemas já existentes”, uma menina de Teerã twittou.

Quando foi para a sua casa, Mohammad Bakhtar, visto como um símbolo do amor para as criaturas de Deus, também foi saudado por seus vizinhos, que seguravam placas dizendo: “Bem-vindo de volta, bravo soldado” e “Você é meu herói!”

“Eu estava com dor, mas me deu uma sensação muito boa ver que milhares de pessoas vieram ao hospital para me visitar”, disse o soldado observando que mesmo que pudesse voltar no tempo não faria diferente. “Eu amo animais. Eu amo a natureza”, completou.

Quando voltou para casa, o jovem herói foi recebido com festa por seus vizinhos. (Foto: Reprodução / Dana Khormehr / Al Jazeera)

Masoumeh Ebtekar, vice-presidente da Organização de Proteção Ambiental, chamou Mohammad Bakhtar de “fonte de honra e orgulho para todo iraniano” e teria oferecido um emprego para o herói.

Mohammad Bakhtar disse que trabalhar perto da natureza seria como realizar um sonho de infância. Ele cresceu em uma pequena aldeia onde sua família tinha um cão e gado. Mas quando eles se mudaram para a cidade de Marivan, ele não pôde mais ter animais.

Atta, irmão mais velho do soldado, lamenta a dor pela qual seu irmão estava passando, mas estava bastante orgulhoso dele. “Eu me lembro das dezenas de vezes que ele lutou pelo nosso gado e por seu próprio cão. Ele é tão especial”, disse ele cheio de admiração pelo irmão.

 

Fonte: Life With Dogs

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian