Tutora prepara aventura especial com lista de desejos para sua cadela com câncer terminal

A cadela Gizelle viveu meses incríveis com tudo que um cachorro mais deseja: o amor de seu tutor

por Samantha Kelly — publicado 24 jan 2015 - 13:50

Lauren Watt e sua cadela, a Mastife Inglês Gizelle, compartilharam uma vida juntas. Nos 8 anos de companheirismo, as duas passaram juntas por mudanças de endereço, término de relacionamento, momentos felizes e dificuldades.

Com tanto amor e amizade envolvidos, Lauren ficou absolutamente devastada quando sua cadela foi diagnósticada com câncer terminal nos ossos, recebendo apenas alguns meses de vida.

O choque e a tristeza com a notícia atingiram Lauren em cheio, e por dias, ela não conseguia parar de chorar. Mas como a mesma conta em seu relato originalmente publicado pelo Yahoo, Gizelle sentia a sua dor e não gostava de vê-la tão deprimida. Percebendo que continuar com essa atitude derrotista não ajudaria em nada, pelo contrário, ela decidiu afundar todas as preocupações no parque para cachorros com Gizelle, e criar uma aventura recheada com todos os desejos que sua cadela poderia ter, tornando os últimos momentos mágicos.

As aventuras incluíram passei de canoa, viagens, muita comida e infinitos abraços. A medida que a saúde da cadela foi se deteriorando, sua fome e energia foram gradativamente diminuindo e Lauren sabia que o tempo de dizer adeus estava próximo.

Um dia antes do falecimento de Gizelle, as duas sentaram em frente ao mar e compartilharam mais um momento de cumplicidade. Lauren relembra a importância desse dia:

 

“Parte de mim se pergunta se esse era o plano desde o começo, me levar em uma aventura, sabendo que nós acabaríamos juntas em uma ilha deserta. O céu estava branco, as árvores nuas e até os pássaros estavam escondidos. O mundo inteiro parecia sem vida e foi difícil acreditar que essa praia um dia foi coberta com guarda-sóis com cores do arco-íris e garotos bonitos.

Foi então que eu percebi que eu estava bem em dizer adeus a Gizelle. Assim como eu tinha fé que as árvores voltariam a dar folhas novamente e as crianças com seus baldes amarelos iriam cair na água uma vez mais, eu tinha fé que eu levaria Gizelle comigo. Até mesmo no vazio da praia naquele dia, eu conseguia ver Gizelle correndo livremente na costa, rolando na areia, assustada com as ondas que se aproximavam. Eu sabia que ela continuaria vivendo através das minhas experiências e que eu dei a melhor vida que eu podia. E isso para mim foi infinitamente redentor.”

 

Apesar da dificuldade em realmente passar pelo adeus final, maior do que ela jamais imaginou, Lauren afirmou que a aventura que fizeram juntas fez com que ela conseguisse lidar melhor com a despedida.

 

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Foto: Lauren Fern Watt

Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

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Através de anúncio na internet mulher descobre que cachorro desaparecido estava com vizinhos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 15:24

Só quem tem um cachorrinho desaparecido sabe o desespero que é o momento das buscas, de não saber como o animal está, e a tristeza que toma conta quando a esperança de encontrar o amado animal vai se acabando.

Foi com essa angústia e tristeza que a tutora Silmara Ribeiro do Amaral e sua filha, uma menina de oito anos, viveram durante um ano após o desaparecimento do amado cachorro da família, um Pug de três anos chamado Gordo.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

(Foto: Reprodução / Wide Open Pets)

O texto aprovado se insere na Lei 5517/68, que trata da profissão de médico veterinário.

De acordo com o relator, deputado Ricardo Izar (PP-SP), “é justo e necessário que essa comunicação seja realizada pelo estabelecimento, porém, o texto deixa dúvidas de como será feita e quem será responsável pela fiscalização dos estabelecimentos. Com a vinculação do dispositivo à Lei 5517/68, caberá aos Conselhos Federal e Regional de Medicina Veterinária, autarquia já constituída, a exercer a fiscalização do profissional e do estabelecimento para verificar o efetivo cumprimento da legislação”.

Ainda de acordo com o deputado, o governo não terá nenhum novo custo, pois a estrutura existente nos conselhos absorveria essa fiscalização como rotina.

De acordo com o texto aprovado, os comunicados de maus-tratos feitos pelos médicos veterinários para a polícia devem conter relatório assinado com algumas informações mínimas específicas como:
– nome, endereço e contato do acompanhante do animal no momento do atendimento;
– informações do atendimento prestado, contendo a espécie, raça e características físicas do animal, descrição de sua situação de saúde na hora do atendimento e os respectivos procedimentos adotados.

(Foto: Reprodução / Animal Lawyers)

Porém, foi retirada do texto a pena que previa interdição do estabelecimento para quem descumprir a medida.

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Esperamos que esse passo ajude a diminuir os casos de violência contra animais de estimação no Brasil.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Através de anúncio na internet mulher descobre que cachorro desaparecido estava com vizinhos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 15:24

Só quem tem um cachorrinho desaparecido sabe o desespero que é o momento das buscas, de não saber como o animal está, e a tristeza que toma conta quando a esperança de encontrar o amado animal vai se acabando.

Foi com essa angústia e tristeza que a tutora Silmara Ribeiro do Amaral e sua filha, uma menina de oito anos, viveram durante um ano após o desaparecimento do amado cachorro da família, um Pug de três anos chamado Gordo.

Esses sentimentos deram lugar novamente para a esperança depois que Silmara viu um anúncio na internet que buscava uma “namorada” para um pequeno Pug em Itapetininga, município de São Paulo onde a mulher mora. Imediatamente a tutora reconheceu seu animal desaparecido e entrou em contato com as pessoas que fizeram a publicação no intuito de ter seu cachorrinho de volta.

Porém, ter o animal de volta em sua casa não foi tão fácil assim e a tutora precisou da ajuda da Justiça para que isso acontecesse.

Cachorro foi encontrado através de anúncio na internet. (Foto: Reprodução / G1 / Silmara Ribeiro do Amaral)

Apesar de os responsáveis pelo anúncio terem passado informações erradas para Silmara, a tutora não desistiu de encontrar seu cãozinho e continuou pesquisando na internet. Até que ela descobriu que as pessoas que estavam com o cachorro eram praticamente seus vizinhos e moravam apenas a uma quadra de distância.

“Não quiseram me informar o endereço, mas como sabia o bairro consegui descobrir que a casa onde meu cachorro estava ficava uma quadra da minha. Fui até lá e os moradores me contaram várias histórias. Uma hora disseram que tinham ganhado o cachorro ainda filhote, outra hora que o irmão de um deles quem achou. Eu falei que era meu e que tinha criança pequena que sofria pelo animal. Mas não quiseram devolver”, contou Silmara ao G1.

Como as pessoas que estavam com o animal se negaram várias vezes devolvê-lo, a tutora foi até o 2º Distrito Policial, onde registrou um boletim de ocorrência por apropriação de coisa achada.

Segundo Marcus Tadeu, delegado responsável pelo caso, as pessoas que estavam com o cachorro alegaram que não queriam devolvê-lo por já estarem muito apegados ao animal.

Família ficou muito feliz com o retorno do animal para casa. (Foto: Reprodução / G1 / Silmara Ribeiro do Amaral)

A tutora só conseguiu ter seu cãozinho de volta depois que um mandado de busca e apreensão foi expedido pela Justiça e os policiais conseguiram resgatar o cachorro da casa onde estava.

De acordo com o delegado, o caso vai ser investigado cuidadosamente e o casal que estava em posse do animal irá responder pelo crime de apropriação de coisa achada.

Após tanta tristeza, a família está muito feliz com a volta do amado cachorrinho para casa. “Foi algo de Deus eu ter visto aquele anúncio. Dias antes tínhamos perdido nossa cachorrinha. E o Gordo estava sumido. Minha filha estava tão triste com a morte da cachorrinha e com o desaparecimento do Pug. Até que vi o anúncio e encontrei nosso animal. Estamos muito felizes. Não tem nem o que dizer”, contou Silmara.

Fonte: G1