Veterano do exército ajuda a acalmar cão de abrigo e facilita sua adoção

Ao viver fora do canil, o cão começou a passear e socializar muito mais, mostrando ser um animal de fácil convivência e bastante leal

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jan 2017 - 15:40

Chaz é um Pit Bull que foi resgatado e vivia no abrigo da Jacksonville Humane Society, na Flórida, Estados Unidos.

Apesar de todos os cuidados que recebia, o cão vivia nervoso, pulando de medo quando ouvia um som estranho e sempre latia enquanto estava com a coleira. Quando estava em seu canil, ele se tremia de medo sentado sozinho. O comportamento do animal, apesar de não violento, fazia com que adotantes em potencial não se interessassem por ele.

Veterano do exército se identificou com cão e decidiu lhe dar lar temporário. (Foto: Reprodução / Lisa Nommensen)

Até que um casal bem especial surgiu na vida do animal. Era Travis Wycoff, de 34 anos, veterano do exército dos Estados Unidos que prestou serviço no Oriente Médio, e sua namorada Lisa Nommensen, de 31 anos.

O casal conseguiu a ajudar o cão a se tornar mais calmo, sociável e foi capaz até de conseguir um lar para o animal.

“Quando o pegamos pela primeira vez … ele tinha problemas sociais. Temos fotos dele enrolado como um bebê no colo de Lisa. Ele foi encontrado abandonado em Jacksonville e tem um monte de características que eu entendi. Conhecendo o trauma que esse pequeno cara passou, bem, em alguns aspectos era o mesmo para mim … mas olhando para ele, eu sei que não tinha maldade.

Travis falou sobre as dificuldades que passou durante a transição para a vida civil após o serviço militar. Para ele, Chaz estava passando pela mesma situação, experimentando as mesmas dificuldades após ter se defendido nas ruas de Jacksonville antes de ser salvo pelo resgate.

O cão logo se adaptou ao lar e se tornou bastante sociável. (Foto: Reprodução / Lisa Nommensen)

Parece que Chaz também percebeu que Travis tinha vivido algo semelhante e sentiu a camaradagem. Apenas um dia depois de se juntar à família, o cão começou a se adaptar.

Em pouco tempo, o cão já era capaz de passear com o casal e acompanhá-los em saídas para jantar. Chaz começou a ir para vários lugares com o casal e passou a socializar bem mais.

Para Travis, que o disciplinava quando ele fazia algo errado e dava recompensas quando ele fazia as coisas direito, foi muito interessante vê-lo mudar. O homem afirmou ainda que Chaz é um cão muito leal.

No final da experiência de três meses como lar temporário, o casal não tinha certeza se conseguiria entregar o cão para adoção. Porém, eles conseguiram deixar o Chaz seguir e viram o quanto fizeram bem para o animal.

Recentemente o casal visitou Chaz em sua nova casa e o encontrou muito feliz desfrutando sua nova vida.

Em pouco tempo, Chaz, que se mostrou muito traquilo e leal, estava pronto para ser adotado e logo ganhou um lar para sempre. (Foto: Reprodução / Lisa Nommensen)

Denise Deisler, diretora-executiva da Sociedade Humana de Jacksonville, disse que o lar temporário às vezes é a chave para mostrar a real personalidade dos animais e Chaz é um bom exemplo disso, pois ele é um cão que fica muito melhor em uma casa do que em um abrigo, mesmo que não seja o seu lar para sempre.

Denise explica ainda que alguns cães não se sentem bem em um ambiente de canil e continuam tensos e amedrontados, apesar de estarem recebendo os cuidados que precisam e sendo bem tratados.

Por isso, quando for visitar um abrigo, lembre-se: ao ver um cão dentro de um canil muito medroso, acuado ou aos saltos e latidos, nem sempre isso mostra a real personalidade do animal. Às vezes ele só está com medo ou tenso com o ambiente do canil.

 

Fonte: People

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times