Comunicação Canina

por Samantha Kelly — publicado 10 jul 2012 - 15:04

É essencial que a comunicação na matilha seja sempre mantida para preservar a segurança do grupo. O cão utiliza geralmente três canais de comunicação: O Canal Visual, o canal auditivo e o canal olfativo. Ele usa pouco o tátil.

 

Mensagens Visuais

O canal visual é o mais complexo pela quantidade de informações que ele deixa passar e pela capacidade de se adaptar à comunicação com outras espécies.

A maioria das posturas ou de sucessões de posturas que o cão utiliza para comunicar é ritual. Em quase todas as situações de comunicação entre os cães corresponde um ritual que permite a cada um dos protagonistas interpretar as reações do outro e adaptar sua própria resposta.

 

Mensagens auditivas

As mensagens que passam pelo canal auditivo são emitidas sob forma de vocalise. O melhor exemplo de qe dispomos é o dos cães comuns, nos quais ainda encontramos a totalidade dos vocalises, com suas importantes funções para predação. Ao nascer,o filhote não sabe vocalizar; ele afina progressivamente seu registro vocal ao crescer. A comunicação sob forma  de vocalizações é na maioria das vezes utilizada em associação com rituais posturais para destacar a coloração afetiva situação:

-Rosnado em situação de ameaça ou,medo;

-gemido nas situações de medo ou dor;

-ganido em contexto agradável (em associação com postura chamada para brincar);

-latido em situação de alerta.

Os vocalizes são frequentemente utilizados para reforçar os rituais de apaziguamento.

As mensagens olfativas

Podemos dize que existem dois tipos de mensagens químicas utilizadas pelo cão: de um lado, substâncias que ele próprio sintetiza; por outro lado, substâncias que ele recupera no seu meio ambiente.

Secreções da pele

A pele e as glândulas sebáceas e sudoríparas secretam diferentes substâncias, das quais algumas poderiam facilitar o reconhecimento entre indivíduos. Algumas dessas glândulas são assim sistematicamente exploradas quando há contato entre cães. Também é assim coma almofada das patas ou da pele dos espaços entre os dedos, que podem ter significado nas mensagens químicas depositadas quando os dominantes arranham o solo ao repelir um intruso.

Secreções anais

As secreções das glândulas anexas ao ânus e dos sacos anais veiculam informações – provavelmente de ordem hierarquica – depositadas nas fezes quando de comportamentos de eliminação voluntária, mas também por feromônios de alarme, quando de defecação por medo.

As glândulas anexas ao ânus também teriam significado no reconhecimento individual, e são aliás sistematicamente exploradas no decorrer de encontros. Aparentemente, certas infecções que ali ocorrem poderiam alterar a tal ponto a composição química de sua secreção que lutas entre cães que normalmente vivem juntos são então desencadeadas.

A urina

Importante veículo de feromônios que informa sobre a espécie, sexo, onível hierarquico e a receptividade sexual do emissor. A urina nunca é um marcador territorial. Um depósito de urina não proíbe a passagem, mas exige uma resposta. Finalmente, a mucosa do pênis, do precipício,  da vulva ou da vagina é produtora de feromônios, das quais boa parte é difundida pela urina. Na maioria das vezes, essas substâncias atuam isoladas, mas por vezes sua emissão é associada a mensagens visuais. Por isso o fato de urinar levantando a pata é muito mais complexo do que parece. Ele associa a mensagem química com uma marca visual ( a mancha de urina em altura) e uma postura ( levantar a pata o mais alto possível quando se é dominante).

Odores do ambiente

O cão utiliza mensagens olfativas que recolhe em seu ambiente. Ora, percebemos que os cães se esfregam no objeto de escolha não por acaso, e sim para impregnar-se com o cheiro. Geralmente nas orelhas, dorso e na base do pescoço. Suspeita-se, com susbstâncias suscetíveis de reforçar suas chances de ser reconhecido como dominante.

Cachorro foge de casa e é encontrado cinco meses depois comendo pipoca no cinema

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 fev 2018 - 9:30

Além de muito fofos, carinhosos e amorosos, os cachorros também podem ser animais bastante arteiros e até deixar seus tutores bem preocupados. E o cachorro Muleke, que vive no município de Umuarama, no Paraná, parece ser desses que aprontam e continuam fazendo carinha de fofo.

O cachorro causou uma enorme preocupação nos seus tutores, que depois foi seguida por uma grande dor, quando fugiu de casa, em agosto de 2017, no momento em que sua tutora se descuidou ao abrir o portão para que o marido entrasse com o carro na garagem da residência.

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Homem morde animal que estava atacando seu cachorro de estimação e salva pet

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 fev 2018 - 18:29

Quando passamos pela situação de ver nossos animais de estimação sofrendo, sempre tentamos fazer o possível para minimizar essa dor. Muitas vezes, alguns tutores chegam a tomar atitudes por impulso, tudo para salvar a vida de seus animais.

E foi exatamente isso o que aconteceu com John Wood, um homem de 65 anos que não pensou duas vezes antes de se colocar em risco para salvar a vida do seu cachorro de estimação, um Jack Russell de 11 anos de idade chamado Bobby.

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Tatá Werneck filma noivo ajudando cãozinho a nadar e não perde a piada

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 fev 2018 - 15:31

Tutora de 13 gatos resgatados das ruas e sete cachorros que foram adotados de abrigos, animais que cuida com a ajuda do noivo, o ator Rafael Vitti, na casa onde eles moram, Tatá Werneck sempre costuma publicar vídeos e imagens de seus pets nas redes sociais.

Um dos vídeos mostra Rafael Vitti com o cachorro Nino na piscina. O ator fica muito surpreso e feliz ao perceber que o cãozinho, que é deficiente físico e não tem uma das patinhas dianteiras,

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Cachorro foge de casa e é encontrado cinco meses depois comendo pipoca no cinema

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 fev 2018 - 9:30

Além de muito fofos, carinhosos e amorosos, os cachorros também podem ser animais bastante arteiros e até deixar seus tutores bem preocupados. E o cachorro Muleke, que vive no município de Umuarama, no Paraná, parece ser desses que aprontam e continuam fazendo carinha de fofo.

O cachorro causou uma enorme preocupação nos seus tutores, que depois foi seguida por uma grande dor, quando fugiu de casa, em agosto de 2017, no momento em que sua tutora se descuidou ao abrir o portão para que o marido entrasse com o carro na garagem da residência.

Cãozinho fugiu de casa e passou cinco meses desaparecido. (Foto: Reprodução / Facebook Camila Candil)

Ao ver que o animal não estava na casa e perceber o que tinha acontecido, o casal ficou bastante preocupado e imediatamente começou a procurar seu amado cachorro de estimação pelas ruas da cidade.

De acordo com Camila Candil, tutora do cachorro Muleke, ela e o marido também fizeram uma campanha nas redes sociais em busca de informações sobre o animal. Mas, eles não tiveram sucesso e passaram os últimos cinco meses tristes, sem ter nenhuma notícia do cachorro.

Até que uma engraçada publicação no Facebook trouxe de volta a esperança do casal em reencontrar o cachorro Muleke. Acontece que a postagem falava sobre um cãozinho que passava todos os dias pelo cinema da cidade para comer pipoca.

Muleke foi encontrado comendo pipoca no cinema da cidade. (Foto: Reprodução / Facebook Camila Candil)

Pela imagem que acompanhava a publicação, o casal imediatamente começou a desconfiar de que se tratava de seu animal de estimação. A tutora entrou rapidamente em contato com os responsáveis pela postagem e teve a confirmação de que o comedor de pipoca era realmente Muleke.

Camila levou seu cachorro de volta para casa e agradeceu a todos que cuidaram dele durante esses cinco meses. Com medo de uma nova fuga, o casal providenciou uma plaquinha de identificação e colocou na coleira do cachorro.

Fonte: ANDA

Homem morde animal que estava atacando seu cachorro de estimação e salva pet

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 fev 2018 - 18:29

Quando passamos pela situação de ver nossos animais de estimação sofrendo, sempre tentamos fazer o possível para minimizar essa dor. Muitas vezes, alguns tutores chegam a tomar atitudes por impulso, tudo para salvar a vida de seus animais.

E foi exatamente isso o que aconteceu com John Wood, um homem de 65 anos que não pensou duas vezes antes de se colocar em risco para salvar a vida do seu cachorro de estimação, um Jack Russell de 11 anos de idade chamado Bobby.

O cãozinho Bobby foi atacado por dois cachorros durante um passeio com seu tutor. (Foto: Reprodução / Deadline News)

De acordo com o tutor, ele estava caminhando com o cãozinho por Ferrybridge, em West Yorkshire, na Inglaterra, quando apareceram dois cachorros, um Rottweiler e outro branco, também grande e que ele acredita ser sem raça definida.

“O Rottweiler veio correndo e começou a atacar Bobby pelas costas. Bobby então tentou se defender, mas o cachorro branco pulou e agarrou Bobby pela garganta. Ele iria matá-lo, então eu comecei a bater na cabeça dele com uma vara. Ele ainda não o soltava”, contou John.

Foi então que o tutor, com o instinto de salvar seu pet, se jogou nos cachorros e começou a morder o animal que estava atacando Bobby. “Eu mordi e mordi, só continuei mordendo por cerca de dez segundos, até que o cachorro finalmente soltou Bobby”, explicou John, que disse ainda que nesse momento os cachorros que estavam atacando finalmente recuaram.

O cãozinho foi salvo por seu tutor, mas ficou bastante machucado. (Foto: Reprodução / Deadline News)

Porém, infelizmente, Bobby ficou bastante machucado e sofreu lesões muito graves na área do pescoço. O animal foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde fez procedimentos, colocou um dreno no pescoço e levou pontos. Até agora, o tratamento do animal já chegou ao valor de mil Libras, cerca de R$ 4.500 mil.

Bobby já está em casa e segue se recuperando. Enquanto isso, John busca pelos tutores dos cachorros responsáveis pelo ataque para que eles paguem por todo o tratamento de Bobby.

Fonte: Daily Mail UK