A inteligência e a realidade emotiva dos cães

Os mitos e as crenças são os grandes culpados por ainda uma parte das pessoas achar que os animais, inclusive os cães, são seres inferiores,

por Olivier Soulier — publicado 6 ago 2014 - 10:58

Ainda existem muitos mitos, considerações e dizeres fantasiosos no assunto dos cães em geral e de certas raças em particular. O pior é que geralmente quem sofre mais desse tipo de discriminações são os animais.

Foto: Reprodução

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De fato, os mitos e as crenças são os grandes culpados por uma parte das pessoas, criadores ou não, ainda acharem que os animais, inclusive os cães, são seres inferiores, com inteligência limitada a aptidões unicamente associativas de causa a efeitos, isentos de sentimentos e por isso podem ou devem ser considerados e tratados de forma grosseira, ver abusiva.

O processo de domesticação, iniciado em torno de dez mil a doze mil anos atrás, assim como a evolução da sociedade humana, levou os cães domésticos a passar do estatuto de ferramenta, servo do ser humano, a conviverem sempre mais perto dentro dos lares e até, muitas vezes, considerados como membros da família.

Só que, por ter considerado os animais como serviçais cativos por tanto tempo, a maioria ainda ignora ou desconhece muitas realidades do “melhor amigo do ser humano”.

Felizmente, essa recente mudança de posição dentro das famílias humanas obra em favor deles.

Além do lado emocional dos proprietários, a curiosidade e evolução do meio cientifico e, principalmente, o crescimento exponencial do mercado e seus resultados econômicos fabulosos impulsionaram pesquisas e descobertas concretas e edificantes sobre, entre outras, a inteligência, as emoções, os sentimentos e as necessidades que lhes são próprios.

Vários resultados dessas pesquisas e descobertas, anteriormente pressentidos pela grande maioria dos proprietários convivendo com proximidade e diariamente com os seus cães, já são amplamente aceitos e comprovados, tais como:

 

Inteligência

O melhor amigo do homem tem capacidade de resolver problemas complexos e é mais parecido com os humanos e outros grandes primatas do que se pensava.

Segundo diversas medidas de comportamento, a capacidade mental do cachorro está próxima à de uma criança de dois anos e meio de idade.

Existem três tipos de inteligência canina:

1) Instintiva;

2) Adaptativa;

3) De trabalho e obediência (equivalente a aprendizagem escolar).

Seus mecanismos mentais não são idênticos aos nossos e possuem seus limites.

Mas disso a concluir que o cão somente segue seus instintos ou condicionamentos, é negar os fatos relatados pelos criadores e os estudos científicos.

 

Realidade emotiva

Vale sempre lembrar que os cães não possuem sentimentos no sentido que nós entendemos. Por exemplo, um cão que destruiu a casa não o fez por vingança.

A vingança, a traição, a crueldade etc são conceitos exclusivamente humanos, não de outras espécies.

Os estudos da psicologia canina comprovam que o cão é capaz de sentir emoções, ansiedade e estresse, assim como os humanos.

Era previsível, por serem sensações relacionadas ao sistema nervoso central, que funciona da mesma maneira para as duas espécies.

O cão sente emoções que vão desde a alegria à dor, passando pela excitação e o desespero.

Alegria e tristeza são emoções fáceis de observar e compreender nos cães, elas costumam aparecer claramente.

Infelizmente, é difícil avaliar sensações “secundárias”, como ansiedade e estresse.

No cão, ouvimos sempre mais falar sobre a ansiedade de separação, em que o sujeito está passando por uma fase de estresse emocional causado pela separação dos proprietários.

A ansiedade pode aumentar aos poucos, como quando o cão entende que o seu dono vai sair.

A área límbica do cérebro, nos casos de ansiedade, provoca uma forte emotividade, resultando em diferentes estados, como medo, irritação e agressividade.

Existem vários tipos de estresse fisiológico (trauma, hemorragia, fraturas e doenças), bem como o estresse emocional, particularmente em casos de conflito.

Nos cães, o estresse pode simplesmente ser o resultado de tédio, o excesso de energia não aliviada, uma relação conflituosa com os proprietários, o uso e abuso de punição, técnicas de educação e treinamento criando uma pressão psicológica forte nos animais.

Em conclusão: vamos esquecer mitos e lendas e voltar a estudar e pesquisar. O conhecimento e a informação sempre trazem uma compaixão crescente da parte das pessoas, soluções eficientes e melhorias notáveis nas interações que vão beneficiando ambas as espécies.

A boa convivência, a nossa consideração com os animais e o tratamento que os humanos oferecem para eles exigem mudanças urgentes e importantes.

Talvez então nós poderíamos ser considerados como “o melhor amigo deles”.

Angélica lamenta nas redes sociais a morte do novo filhotinho de sua família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jul 2017 - 9:37

Nós contamos para vocês aqui sobre o mais novo filhotinho do casal de apresentadores Angélica e Luciano Huck. O animal, da raça Rhodesian Ridgeback, ou Leão da Rodésia, foi presente do médico veterinário e adestrador de cães Henrique Perdigão.

No último domingo, dia 16 de julho, Angélica publicou uma foto em homenagem ao cãozinho Babbo, que passou cerca de 18 dias com a família da apresentadora e, com apenas dois meses, acabou falecendo.

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Rainha Elizabeth adota cachorro de funcionário que faleceu

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 21:18

A Rainha Elizabeth é conhecida por seu amor por cães, especialmente da raça Corgi. Desde pequena ela sempre teve pelo menos um grupinho de Corgis em sua vida, correndo felizes com aquelas perninhas curtas pelos palácios do Reino Unido.

Porém, nos últimos anos, ela diminuiu o número de pets e ficou apenas com 3 – Willow, o Corgi, e Vulcan e Candy, dois mixes de Dachshund com Corgi.

O motivo da mudança se deu por causa de possíveis riscos de queda e o medo do futuro de seus pets,

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Luisa Mell relata conversa emocionante com seu filho sobre a partida de Marley

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 20:15

A inocência das crianças é sempre um alento poderoso, mesmo quando a vida ganha tons de tristeza e saudade. No caso de Luisa Mell, que há poucos dias perdeu seu companheiro canino Marley, o momento difícil também tem sido compartilhado com sua família.

A ativista relatou uma conversa emocionante que teve com seu filho sobre a partida do pet.

O que vc tá fazendo mamãe? Tô chorando filho… pq mamãe? Tô triste… o Mamá foi morar lá no céu com Deus…

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Angélica lamenta nas redes sociais a morte do novo filhotinho de sua família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jul 2017 - 9:37

Nós contamos para vocês aqui sobre o mais novo filhotinho do casal de apresentadores Angélica e Luciano Huck. O animal, da raça Rhodesian Ridgeback, ou Leão da Rodésia, foi presente do médico veterinário e adestrador de cães Henrique Perdigão.

No último domingo, dia 16 de julho, Angélica publicou uma foto em homenagem ao cãozinho Babbo, que passou cerca de 18 dias com a família da apresentadora e, com apenas dois meses, acabou falecendo.

Um cometa de amor em nossas vidas❤️ #babboksyvickishuck #descanseempaz #rodhesianridgeback 💔

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Apesar de ficar pouco tempo com a família, todos já estavam bastante apegados a Babbo, que também já fazia sucesso nas redes sociais de seus papais humanos.

Para anunciar o falecimento do animal, Angélica publicou uma linda foto em que ela aparece com o cãozinho e escreveu: “Um cometa de amor em nossas vidas❤”. Junto da frase a apresentadora colocou as hashtags: #babboksyvickishuck #descanseempaz #rodhesianridgeback.

Sem filtro …, so com amor , gratidao e saudade 🙏

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Depois, a apresentadora também publicou uma imagem do pôr do sol no Stories e escreveu: “para meu Babbo com amor”. No seu perfil do Instagram, a foto do pôr do sol aparece com a legenda: “Sem filtro …, so com amor , gratidao e saudade”.

Não foi divulgada nenhuma informação sobre a causa da morte do cão, que também pegou os fãs de Angélica e Luciano Huck de surpresa.

Fonte: UOL

Rainha Elizabeth adota cachorro de funcionário que faleceu

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 21:18

A Rainha Elizabeth é conhecida por seu amor por cães, especialmente da raça Corgi. Desde pequena ela sempre teve pelo menos um grupinho de Corgis em sua vida, correndo felizes com aquelas perninhas curtas pelos palácios do Reino Unido.

Porém, nos últimos anos, ela diminuiu o número de pets e ficou apenas com 3 – Willow, o Corgi, e Vulcan e Candy, dois mixes de Dachshund com Corgi.

O motivo da mudança se deu por causa de possíveis riscos de queda e o medo do futuro de seus pets, caso acontecesse algo com sua saúde, apesar de acharmos que haveria literalmente um população inteira disposta a adotá-los.

Mesmo assim, o destino ainda reservava mais um pequeno para a rainha. Quando a saúde de Bill Fenwick, funcionário do palácio de Sandringham, se deteriorou, a Rainha Elizabeth passou a levar o pet de Bill em seus passeios.

Com o tempo, ela e o cachorro de nome Whisper formaram um verdadeiro laço e, após a morte de Bill no começo desse ano, a Rainha Elizabeth pediu autorização para a família Fenwick para que pudesse adotá-lo.

Depois do pedido especial, ele passou a oficialmente fazer parte da realeza britânica.

 

Foto: Annie Leibovitz. Willow, Candy, Vulcan e Holly (falecida em outubro de 2016).