Um desabafo sobre fonte, crédito e respeito ao trabalho do próximo

Procurando a fonte perdida

por Samantha Kelly — publicado 5 ago 2014 - 14:19

O editorial de hoje é um desabafo. Não que eu acredite que vai revolucionar o relacionamento entre colegas jornalistas, ou que vai mudar a “prática de ctrl c + ctrl v” descarada dessa terra de ninguém que muitas vezes é o jornalismo. Onde ninguém dá fonte ou crédito para a informação usada e se apropria de algo criado por você e fica por isso mesmo, tudo inspiração divina ou epifania desconectada.

Desde o começo do Portal do Dog que, por coincidência, amanhã faz aniversário de 2 anos no ar (sem contar com 1 ano de pesquisa e desenvolvimento antes disso), nós trabalhamos muito, incontáveis horas. Trabalho este que, por muito tempo, não nos remunerou financeiramente, pelo contrário, tivemos que tirar do próprio bolso para oferecer algo novo.

Há uma concepção muito errada de algumas pessoas ao ver um trabalho que faz sucesso. Olha-se e pensa que foi de um dia para o outro. Que foi fácil. Que as matérias não demoram horas e horas para construção. Fora os concorrentes que querem te derrubar, te assediam por email.

Talvez seja pelo fato de ser mais fácil e prazeroso atingir o trabalho do outro, enfim, ainda não desvendei esse lado da natureza humana.

Tudo isso, particularmente, não me afeta tanto. Sei que isso vem com qualquer profissão e com o mínimo de êxito relativo que se tem. Tenho plena consciência, e isso me dá muita tranquilidade, de que oferecemos com muita humildade, seriedade e interesse genuíno no bem estar de cães e tutores pelo Brasil um conteúdo de qualidade.

O que, infelizmente, ainda me afeta, é o tratamento da própria classe jornalística com o trabalho do outro e a falta de respeito na hora de dar crédito, citar fonte. Seria o mínimo de se esperar, mas não acontece bem assim.

Já vi descaradamente outros colegas utilizarem a mesma tradução feita pelo Portal, com exatamente as mesmas palavras, e não dar fonte. Copiar o conteúdo integralmente de uma matéria e não dizer a origem.

Para se ter noção, a maioria esmagadora dos veículos de mídia que falaram sobre a série “Moradores de rua e seus cães”, criada pelo Portal do Dog e o fotógrafo Edu Leporo, sequer citou nosso nome.

Sem contar com as pautas que criamos em brainstorms internos, desenvolvemos a matéria, e logo a seguir são publicadas em outros meios.

Esse é um problema que não é tão aparente para o público que não está envolvido com jornalismo, mas sei que é um problema que todos os profissionais da área já foram atingidos.

Posso falar por nós. Nós fomos aprimorando nosso trabalho, tenho certeza que cometemos muitos erros, e ainda cometeremos alguns, não somos infalíveis. Mas a citação da fonte se tornou uma prioridade. Um gesto mínimo de respeito pelo trabalho do próximo.

Então, esse é mais um apelo: Citem as fontes! Não tenham vergonha e não sejam omissos. Tenho certeza que o respeito e justiça é a melhor maneira de se trabalhar. Prometo que não vai cair o dedo ou o computador não vai explodir se você se atrever.

E, ainda em tempo, há pessoas incríveis no meio jornalístico, incluindo na cobertura do universo canino, que não enxergam no outro apenas um concorrente, e sim mais alguém que está trabalhando e contribuindo para um mundo melhor.

 

Procurando a fonte perdida. Foto: Reprodução

Procurando a fonte perdida. Foto: Reprodução

 

Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

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Empresa customiza drone para passear com seu cachorro

por Samantha Kelly — publicado 22 ago 2017 - 10:49

A empresa britânica DronesDirect.co.uk está personalizando o drone Phantom 4 para possibilitar que a máquina passei com seu cachorro.

Pelo precinho nada camarada de £2 mil (aproximadamente R$8 mil), o Dog Drone tem uma coleira retráctil e um dispositivo contra colisão que o impediria de bater em obstáculos no caminho.

Para o tutor restaria apenas fazer o download da rota e teoricamente sentar e relaxar enquanto o drone faz todo o trabalho.

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Atriz Chloë Moretz perde segundo cachorrinho em menos de um mês

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 9:38

Nós contamos aqui sobre o triste falecimento de Fuller, cachorro de estimação da atriz Chloë Moretz, fato que aconteceu no dia 31 de julho.

Chloë não teve nem tempo para se recuperar da separação e, infelizmente, já passou por novo baque, a morte de outro animal de estimação de sua família.

Rest In Peace my dear dear Fuller I love you more than you know. You've been my protector and best friend since I was a little girl and I wish the end didn't come so abruptly but I know you're at peace now.

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

Por ter origem hispânica e ter três filhos adotivos que também possuem diferentes origens, a mulher, que preferiu não se identificar, ficou bastante apreensiva ao ver aquele símbolo tão próximo.

Adolescentes pintaram o símbolo na cabeça do cão com esmalte e disseram que tudo não passou de uma “piada”. (Foto: Reprodução / Kare 11 / KPNX)

Oficiais do Departamento de Polícia de Glendale foram chamados e conseguiram descobrir rapidamente quem tinha feito aquilo com o cachorro. Preocupados de que o cão estivesse sofrendo negligências, eles foram até a casa onde o animal vive.

Na residência, os oficiais foram informados de que o caso não passou de uma “pegadinha”, uma “brincadeira de adolescentes”.

Dois adolescentes, um filipino e um negro (que também sofreriam preconceito dos Nazistas por não se enquadrarem no perfil da “raça ariana” alemã), admitiram que pintaram a suástica na cabeça do cachorro com esmalte vermelho como uma piada.

“Eles começaram pintando as unhas do cachorro, depois as orelhas e, finalmente, a suástica. Foram apenas algumas crianças fazendo algo como uma brincadeira cruel”, disse a porta-voz do Departamento de Polícia de Glendale, Tiffany Smith ao HuffPost.

De acordo com a polícia, os adolescentes disseram que iriam remover a pintura feita no cachorro.

Fonte: HuffPost

Empresa customiza drone para passear com seu cachorro

por Samantha Kelly — publicado 22 ago 2017 - 10:49

A empresa britânica DronesDirect.co.uk está personalizando o drone Phantom 4 para possibilitar que a máquina passei com seu cachorro.

Pelo precinho nada camarada de £2 mil (aproximadamente R$8 mil), o Dog Drone tem uma coleira retráctil e um dispositivo contra colisão que o impediria de bater em obstáculos no caminho.

Para o tutor restaria apenas fazer o download da rota e teoricamente sentar e relaxar enquanto o drone faz todo o trabalho.

Não há nenhum vídeo ou fotos oficiais de cães utilizando a tecnologia, porém os responsáveis pelo equipamento garantem que funciona.

Óbvio que eles não mencionam o que não dá para ser substituído pela máquina, como o cuidado humano, a atenção e proteção contra acidentes e roubos. Os cães precisam não só de exercício, mas de contato com outras pessoas e pets. Além disso, outras questões práticas ficam sem resposta, por exemplo quanto a força que o drone teria para segurar cães que puxam na coleira ou quem apanharia as necessidades do animal.

Por esse dinheiro, não seria muito melhor contratar um dog walker? Sem dúvida é a melhor opção para tutores que não têm tempo ou por alguma impossibilidade física não podem passear com seus pets.

Foto: Reprodução