Canine Freestyle é um esporte canino que envolve dança e muita criatividade

As performances coreografadas permitem que o relacionamento e sintonia entre a dupla realmente ganhe forma.

por Samantha Kelly — publicado 31 mar 2015 - 15:08

O Canine Freestyle é um esporte canino que envolve cachorro e treinador em rotinas de dança que são possíveis graças a técnicas de obediência, truques e muita criatividade.

As performances coreografadas permitem que o relacionamento e sintonia entre a dupla realmente ganhe forma, além de expor a beleza e disciplina de um cão atlético e bem treinado que é capaz de fazer movimentos artísticos e precisos.

Mesmo que o cão seja treinado, se não houver companheirismo e sintonia com o treinador, não há freestyle, o que torna esse esporte ainda mais especial. Diferente das outras rotinas, como o agility, os competidores de freestyle estão constantemente preparando novos passos. Para que esse dinamismo funcione, o cão precisa estar o tempo inteiro atento ao treinador, seja aos comandos verbais ou físicos.

Com seu início no final da década de 80 em países como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Holanda, o esporte começou com uma linha muito sólida que o dava personalidade, contando principalmente com as as demonstrações de treinamento de obediência sendo apresentadas com música, assim inovando as performances e emprestando elementos do esporte equino Kur.

O primeiro grupo oficial de Canine Freestyle foi o canadense Musical Canine Sports International, que teve sua estreia em 1991.

Criada desde 1995, a The Canine Freestyle Federation é uma organização sem fins lucrativos que foi muito importante no desenvolvimento do esporte e até hoje é peça primordial na regulamentação e manutenção do esporte nos Estados Unidos.

Em 1999, a World Canine Freestyle Organization (WCFO) foi criado e já começou a oferecer competições mundiais no ano seguinte.

Hoje, há diversos campeonatos e grupos de aficionados pela prática em todo o mundo.

 

 

O que é preciso para participar de rotinas de Canine Freestyle

O treinamento de obediência é fundamental para o Freestyle, já que será base para que o cão obedeça aos comandos e desenvolva seu potencial atlético.

Após a primeira etapa de obediência, diferente do que normalmente é feito, o cachorro irá aprender a ficar junto em ambos os lados do treinador, dessa forma trabalhando melhor seu equilíbrio e músculos. Nesse caso, comandos ajudam ao cão a diferenciar os movimentos e para qual lado ele deve seguir.

Passado esse ponto, o cão irá aprender também outros movimentos mais incomuns e que não são explorados em competições de obediência, porém que já darão uma ótima iniciação ao Freestyle, como andar em linha reta ou caminhar de costas.

Uma vez que o cão souber diversos movimentos, é hora de selecionar uma música que combine com o animal e começar a acostumá-lo ao ritmo.

No começo, músicas de no máximo 4 minutos são melhores para as primeiras rotinas. Antes de trazer seu cachorro, repita a coreografia diversas vezes para que saiba exatamente em que posições deve estar, aonde estarão a plateia e os juízes.

Quando iniciar o treinamento do cachorro, anime-o para que esteja com vontade de participar. Geralmente, treinadores vão ensinando a coreografia por partes, para depois que o cão estiver bem acostumado com a rotina de forma fragmentada, juntar tudo e formar um elemento.

O objetivo principal é criar uma rotina fluida sem nunca esquecer que o foco é no cachorro. O interessante é ensinar o cachorro e com isso mostrar toda sua beleza e atletismo, não apenas truques e acrobacias.

 

 

Quem pode ser um atleta canino de Canine Freestyle

O Canine Freestyle é bem democrático e basicamente todos os cães podem fazer parte, independente da idade ou raça, portanto que estejam bem de saúde e aptos fisicamente.

Apesar de vermos mais cães da raça Border Collie e Golden Retriever, cães com e sem raça definida marcam presença nas competições.

 

 

Tipos de Canine Freestyle

Hó duas categorias de Canine Freestyle: Freestyle Heeling e a Musical Freestyle.

Freestyle Heeling

Na Freestyle Heeling, o cachorro é testado em sua habilidade de ficar junto ao treinador enquanto o humano dança. Nessa categoria, cão e tutor permanecem juntos durante toda a rotina.

Movimentos importantes para a rotina: Mover-se diagonalmente, para frente e para trás.

Movimentos que não fazem parte do Heeling: Pular, rolar e passar entre as pernas do treinador (trança).

Musical Freestyle

Nessa categoria, a habilidade de ficar junto precisa ser combinada com outros truques, como pular, girar, rolar, passar entre as pernas do treinador (trança), mover-se a distância e outros movimentos mais dramáticos.

 

Critérios de avaliação

Apesar dos critérios variarem dependendo da competição e do país, as performances são julgadas levando em consideração os méritos artísticos, a técnica, entrosamento, a escolha da música e quão bem a dupla segue o ritmo.

Não há o uso de coleiras ou outros acessórios, a não ser em competições para iniciantes.

 

Fonte: The Canine Freestyle Federation

Homem em fase terminal de doença consegue se despedir de seu cachorro no hospital

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 nov 2017 - 9:32

Quem é apaixonado por cachorro sabe como é muito difícil se manter distante de seu melhore amigo de quatro patas. Na hora de viajar, a despedida do cão sempre é a mais demorada de todas e na volta o cãozinho é sempre o primeiro a ganhar um abraço.

Muitas pessoas que estão doentes em hospitais acabam ficando ainda piores pela falta que sentem de seus cachorrinhos. No caso de pacientes que não têm mais uma perspectiva de conseguir voltar para casa,

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80 cachorros ganharam novas famílias em um mesmo dia durante evento de adoção no Canadá

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 nov 2017 - 18:33

Não é só aqui no Brasil que existem muitos bichinhos vivendo em abrigos e esperando para serem adotados. Infelizmente, animais são abandonados no mundo todo e acabam recebendo a ajuda de instituições de resgate e abrigos, que salvam a vida de muitos pets.

As feiras de adoção realizadas pelos abrigos são uma forma de encontrar novas famílias para os animais que vivem nos abrigos e abrir espaço para que as instituições de resgate possam ajudar novos bichinhos.

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Ewan McGregor passeia com seu cachorrinho, que se recupera de atropelamento

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 nov 2017 - 9:38

Em outubro, apenas alguns dias depois de anunciar publicamente o fim do seu casamento de mais de 20 anos, o ator Ewan McGregor, famoso por seus papéis nos filmes “Moulin Rouge”, “Peixe Grande” e “Star Wars”, também passou por um grave problema com seu cachorrinho de estimação.

Sid é um cachorrinho sem raça definida que foi adotado pelo ator de uma instituição chamada Lange Foundation, que fica em Santa Mônica, na Califórnia, Estados Unidos,

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Homem em fase terminal de doença consegue se despedir de seu cachorro no hospital

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 nov 2017 - 9:32

Quem é apaixonado por cachorro sabe como é muito difícil se manter distante de seu melhore amigo de quatro patas. Na hora de viajar, a despedida do cão sempre é a mais demorada de todas e na volta o cãozinho é sempre o primeiro a ganhar um abraço.

Muitas pessoas que estão doentes em hospitais acabam ficando ainda piores pela falta que sentem de seus cachorrinhos. No caso de pacientes que não têm mais uma perspectiva de conseguir voltar para casa, o grande desejo é conseguir se despedir de seus melhores amigos.

A pequena cadelinha conseguiu entrar no hospital escondida dentro de uma bolsa. (Foto: Reprodução / Twitter @elliemigueel)

E era justamente isso o que David King mais queria, ter a oportunidade de se despedir da sua cadelinha Lil Fee.

De acordo com a neta de David, Ellie Miguel, seu avô estava lutando contra um câncer há cerca de dois anos, porém, nos últimos meses ele vinha perdendo essa batalha e precisou ser internado, ficando longe de sua cadelinha.

Ellie falou que seu avô adorava a cadelinha e a levava para todos os lugares que podia. Já a cadelinha seguia o homem o tempo todo e estava sempre pertinho dele.

Ao perceber que não tinha mais chances de voltar para casa, o homem passou a ter um desejo: conseguir se despedir de se companheira canina. Tocadas com o amor do homem por sua cadela, as enfermeiras do hospital onde ele estava internado, nos Estados Unidos, ajudaram a realizar a vontade do paciente, apesar de ser proibida a entrada de animais no local.

A despedida de David e sua amiga canina foi emocionante. (Foto: Reprodução / Twitter @elliemigueel)

A esposa de David e uma das filhas do casal conseguiram levar a pequena Lil Fee para visitar seu amigo humano. A cadelinha entrou no hospital escondida em uma grande bolsa.

Segundo Ellie Miguel, que fez fotos do encontro secreto, o momento foi emocionante e seu avô ficou bastante feliz em poder se despedir pessoalmente de sua grande amiga e companheira canina.

Fonte: Life With Dogs

80 cachorros ganharam novas famílias em um mesmo dia durante evento de adoção no Canadá

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 nov 2017 - 18:33

Não é só aqui no Brasil que existem muitos bichinhos vivendo em abrigos e esperando para serem adotados. Infelizmente, animais são abandonados no mundo todo e acabam recebendo a ajuda de instituições de resgate e abrigos, que salvam a vida de muitos pets.

As feiras de adoção realizadas pelos abrigos são uma forma de encontrar novas famílias para os animais que vivem nos abrigos e abrir espaço para que as instituições de resgate possam ajudar novos bichinhos.

Dezenas de cães foram levados dos Estados Unidos para o Canadá para terem uma nova chance. (Foto: Reprodução / CTV News)

Porém, no caso de alguns abrigos, a adoção dos animais significa mais do que ganhar uma nova família, significa uma chave de viver. Pois existem diversos abrigos, como nos Estados Unidos, que ficam tão cheios de cães e gatos que acabam partindo para a eutanásia e matam os bichinhos que não são adotados.

Dezenas de cachorros retirados de um abrigo que pratica a eutanásia na Califórnia, Estados Unidos, ganharam uma família e, com isso, uma nova chance de vida ao serem levados para a cidade de Richmond, no Canadá.

Lá, esses animais participaram de uma grande feira de adoção e todos os 80 cães que estavam na fila para a eutanásia foram adotados.

80 cães foram adotados no Canadá e terão uma nova vida. (Foto: Reprodução / CTV News)

Essa nova chance para todos esses cães só aconteceu graças a uma instituição de resgate animal sem fins lucrativos chamada “Thank dog I am out”, localizada na província de Colúmbia Britânica, no Canadá.

A organização, com muito esforço, conseguiu levar esses animais da Califórnia para o Canadá para que eles tivessem a chance de encontrar uma família amorosa e não precisassem sem eutanasiados.

Antes de serem adotados, os cachorros receberam todos os cuidados necessários, incluindo vacinas, e também foram castrados.

Fonte: CTV News