Atrofia progressiva da retina em cães (APR)

A causa para o aparecimento da Atrofia Progressiva da Retina é de origem hereditária.

por George Augusto — publicado 7 maio 2015 - 19:44

A Atrofia Progressiva da Retina, ou também conhecida como Degeneração Progressiva da Retina é uma doença oftalmológica que leva à cegueira, normalmente de ambos os olhos do cão. Para um melhor entendimento por parte dos leitores, a retina é o local onde as imagens são formadas, isto é ela retém a imagem, e conseqüentemente manda para o cérebro através do nervo óptico. Qualquer cão pode apresentar um quadro de APR, porém existem raças que são pré-dispostas, tais como: Dachshund, Poodle, Labrador, Schnauzer, Cocker Spaniel, Golden retriever, Collie, entre tantas outras. A maior incidência está entre cães de meia idade à idosos. No entanto, existem casos raros em animais jovens.

A causa para o aparecimento da Atrofia Progressiva da Retina é de origem hereditária, ou seja, os pais possuem genes da doença e passam para seus filhotes. Não necessariamente os filhos desenvolvem a doença. É importante que cães que possuam essa moléstia não sejam postos para cruzamentos, a fim de evitar descendentes portadores do gene.

Os sinais clínicos da APR não são fáceis de ser percebidos pelo tutor do animal. Ao contrário de outras doenças,  o cão não demonstra sintomas bem visíveis, como: Vômito, vemelhidão, febre, diarréia e etc. A Atrofia Progressiva da Retina é percebida através de algumas alterações no comportamento normal do pet. Quando a doença começa a evoluir, a primeira dificuldade no cão é enxergar durante a noite ou em locais com pouca luminosidade. É comum presenciar o cão batendo a cabeça contra objetos, não reconhecendo o dono à distância ou ficar perdido na residência quando a luz é reduzida.

Quando a doença vai progredindo, o cão começa a ter dificuldade em enxergar em ambientes claros também. É a partir daí, que começa haver uma cegueira que tem início de forma parcial e termina na cegueira total de ambos os olhos. Nessa situação é necessário que o animal comece sempre a andar com guias e/ou ficar em locais que não tenham objetos que possam machucá-lo.

O diagnóstico deve ser feito unicamente por um médico veterinário, de preferência um oftalmologista. O exame é feito com o cão consciente (sem estar sedado) e são feitos exames específicos em ambos os olhos. Caso o profissional ache válido, poderá exigir outros exames de acordo com a necessidade do animal.

Infelizmente, atualmente não existe tratamento para a APR. Ao contrário do que muitos pensam, os cães conseguem lidar bem com a perda da visão, já que os outros sentidos ficam mais desenvolvidos, como a audição e o olfato.

Antes mesmo de adquirir um filhote, é importante consultar o canil ou criador sobre se houve relato de alguma incidência de APR em alguma matriz ou reprodutor. Como dito anteriormente, caso seu animal desenvolva a doença, não o cruze. Caso o animal já tenha tido proles, informe ao tutor do filhote da condição. Esse ato é muito importante, pois isso ajudará a evitar que essa moléstia passe de geração em geração.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

De casa ao trabalho, Ana Maria Braga tem sempre a gostosa companhia de seus cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 18:45

Tem muito tutor por aí que seria muito mais feliz no trabalho se pudesse ter a companhia do seu animal de estimação durante o tempo que precisa ficar fora de casa se dedicando a sua profissão.

Aqui no Brasil ainda são poucas as empresas que permitem a presença dos pets de seus funcionários. Mas algumas pessoas têm bastante sorte de poder ter a companhia de seus amados peludos em todo lugar, e uma delas é a querida apresentadora Ana Maria Braga.

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Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

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Através de anúncio na internet mulher descobre que cachorro desaparecido estava com vizinhos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 15:24

Só quem tem um cachorrinho desaparecido sabe o desespero que é o momento das buscas, de não saber como o animal está, e a tristeza que toma conta quando a esperança de encontrar o amado animal vai se acabando.

Foi com essa angústia e tristeza que a tutora Silmara Ribeiro do Amaral e sua filha, uma menina de oito anos, viveram durante um ano após o desaparecimento do amado cachorro da família, um Pug de três anos chamado Gordo.

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De casa ao trabalho, Ana Maria Braga tem sempre a gostosa companhia de seus cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 18:45

Tem muito tutor por aí que seria muito mais feliz no trabalho se pudesse ter a companhia do seu animal de estimação durante o tempo que precisa ficar fora de casa se dedicando a sua profissão.

Aqui no Brasil ainda são poucas as empresas que permitem a presença dos pets de seus funcionários. Mas algumas pessoas têm bastante sorte de poder ter a companhia de seus amados peludos em todo lugar, e uma delas é a querida apresentadora Ana Maria Braga.

Família ❤️ #maisvoce

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⚫⚪ #lookdodia

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Ana Maria está sempre com o cenário do seu programa recheado de peludos, pois seus cachorros têm liberdade total para circular pelo local.

Já tão famosos quanto sua mamãe humana, os cães também possuem fãs e o público do programa matinal “Mais Você” até estranha e se preocupa quando os cachorros não aparecem.

Peppa pedindo carinho… quem aguenta? 🐶💗

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#crystal 💞🐶

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Bastante coruja, Ana Maria não esconde sua paixão pelos pets e sempre aparece no programa com algum (ou alguns) deles no colo e alisando os animais enquanto conversa com o público de casa ou com seus convidados, que também não resistem aos cães da apresentadora e fazem muito carinho nos peludos.

Assim como todos os apaixonados por seus animais, a tutora também costuma publicar muitas fotos dos seus cãezinhos no seu perfil oficial nas redes sociais.

Duas cachorras e só uma cadeira. Como faz? 💛 #ciumes #vidadecao

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Feliz Páscoa ✨

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Para quem há acompanha a Ana Maria Braga e o “Mais Você” há mais tempo, se lembra bem da pet que abriu as portas e a primeira a ganhar espaço no estúdio do programa. A fofa e peludinha Belinha foi adotada pela apresentadora com dois meses de idade e foi para o céu dos cachorros aos 12 anos de idade, em janeiro de 2015.

Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

(Foto: Reprodução / Wide Open Pets)

O texto aprovado se insere na Lei 5517/68, que trata da profissão de médico veterinário.

De acordo com o relator, deputado Ricardo Izar (PP-SP), “é justo e necessário que essa comunicação seja realizada pelo estabelecimento, porém, o texto deixa dúvidas de como será feita e quem será responsável pela fiscalização dos estabelecimentos. Com a vinculação do dispositivo à Lei 5517/68, caberá aos Conselhos Federal e Regional de Medicina Veterinária, autarquia já constituída, a exercer a fiscalização do profissional e do estabelecimento para verificar o efetivo cumprimento da legislação”.

Ainda de acordo com o deputado, o governo não terá nenhum novo custo, pois a estrutura existente nos conselhos absorveria essa fiscalização como rotina.

De acordo com o texto aprovado, os comunicados de maus-tratos feitos pelos médicos veterinários para a polícia devem conter relatório assinado com algumas informações mínimas específicas como:
– nome, endereço e contato do acompanhante do animal no momento do atendimento;
– informações do atendimento prestado, contendo a espécie, raça e características físicas do animal, descrição de sua situação de saúde na hora do atendimento e os respectivos procedimentos adotados.

(Foto: Reprodução / Animal Lawyers)

Porém, foi retirada do texto a pena que previa interdição do estabelecimento para quem descumprir a medida.

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Esperamos que esse passo ajude a diminuir os casos de violência contra animais de estimação no Brasil.

Fonte: Agência Câmara Notícias