Câncer de pele em cães

O câncer de pele é uma neoplasia maligna e silenciosa, com o quadro clínico agudo só aparecendo, normalmente, na fase terminal

por George Augusto — publicado 18 abr 2014 - 23:51

O câncer de pele é uma neoplasia maligna, que tem a capacidade de provocar metástase no animal (disseminação do câncer para outros órgãos do corpo). Para um entendimento melhor, a neoplasia de pele é a proliferação anormal de células sem motivo aparente, comprometendo assim, a saúde do animal de estimação. O câncer de pele em animais vem aumentado a cada dia e virando rotina nas clínicas veterinárias. O câncer não é uma zoonose, ou seja, não é transmitida para o homem e nem é transmitida para outros animais.

Câncer de pele em cães. Foto: Reprodução

Câncer de pele em cães. Foto: Reprodução

Normalmente, dos 7 aos 14 anos, os cães ficam mais susceptíveis ao aparecimento de neoplasias em geral, sendo a mais comum a de pele. Estudiosos afirmam que as cadelas são mais acometidas pelo o câncer de pele, do que o machos. Fêmeas que pariram filhotes, e as que não pariram, têm chances iguais no aparecimento do câncer de pele, ou seja, não tem nenhuma influência o fato de ter tido cria ou não.

O câncer, ao contrário do que muitos pensam, é uma doença silenciosa. O quadro clínico agudo só aparece, normalmente, na fase terminal. Em muitos casos, o cão apresenta um caroço na a pele e o tutor não se preocupa, pois o animal está aparentemente saudável. Essa doença é extremamente agressiva, deixando o animal bastante debilitado em sua fase final. Quando o proprietário observa uma anormalidade no animal e o leva a uma médico veterinário, muitas vezes, o prognóstico é ruim.

 

Principais cânceres de pele em cães

Os principais cânceres de pele em cães, são:  Mastocitoma; Carcinoma Espinocelular e Carcinoma das Células Escamosas.

 

Sinais clínicos do câncer de pele em cachorros

Os principais sinais clínicos do câncer de pele na fase inicial:

– Presença de nódulo;

– Caroço;

– Crosta e vermelhidão da pele do animal;

– Feridas que não cicatrizam;

– Coceira intensa;

– Alopecia (perda de pelo);

Linfonodos palpáveis (ingüas).

 

Na fase terminal ocorrem sinais bem mais evidentes do que na fase inicial, pois na maioria das vezes já ocorreu a metástase. Os principais sintomas, são:

– Fadiga;

-Vômito;

– Diarréia;

– Anorexia, prostração;

– Depressão;

– Sono excessivo;

– Emagrecimento progressivo.

 

Diagnóstico de câncer de pele

O diagnóstico é feito a partir da anamnese/histórico e do exame clínico do animal. Muitos médicos veterinários optam, para a confirmação do diagnóstico, por fazer a biopsia. Com o resultado laboratorial indicando neoplasia maligna é iniciado o tratamento.

 

Tratamento do câncer de pele em cachorros

O tratamento para o câncer de pele é feito através da remoção cirúrgica da lesão, seguida de sessões de quimioterapia e radioterapia. Animais com a moléstia na sua fase inicial podem ter bastante sucesso no tratamento, sendo considerado um prognóstico bem favorável ao animal. Animais mais debilitados e na sua fase final, têm um prognóstico bem desfavorável, levando muitos a óbito no meio do tratamento.

 

Prevenção

Não existe prevenção com total eficácia para o câncer de pele. Existem métodos que podem diminuir a chance do aparecimento, como: Não deixar o pet exposto várias horas ao sol sem o uso do protetor solar, não utilizar produtos químicos cancerígenos na limpeza de canis e proporcionar uma visita rotineira a um médico veterinário para a avaliação frequente da saúde do animal. É de suma importância a avaliação de um profissional habilitado, diante de qualquer anormalidade percebida na pele do cão.

 

Saiba mais sobre câncer em cachorros AQUI

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian