Câncer em cachorros

Saiba mais sobre câncer em cães: fatores que contribuem, sintomas, diagnóstico e tratamento

por George Augusto — publicado 30 jan 2014 - 12:57

A neoplasia, ou popularmente conhecida como Tumor, é uma patologia encontrada em animais de diferentes espécies e idades, porém acomete em maior escala animais idosos. A Neoplasia (originada do grego: neo = novo; plasia = formação), tem como conceito a multiplicação anormal, incontrolada e progressiva de células sem qualquer causa aparente.

 

Classificações de neoplasias

Câncer em cachorros. Foto: Reprodução

Câncer em cachorros. Foto: Reprodução

Existem duas classificações de neoplasias na medicina tanto na humana quanto na veterinária que são a neoplasia benigna e maligna:

Neoplasias Benignas: Também conhecida como tumor, essa patologia não causa tanta preocupação quanto a maligna, dependendo do local onde o mesmo se encontra. Essa enfermidade geralmente não tem o crescimento tão agressivo quanto na maligna, não ocorre metástase (disseminação do câncer através de vasos sanguíneos ou linfáticos para outros locais do organismo) e o crescimento da neoplasia benigna é mais lento que na maligna.

Neoplasia Maligna: Conhecida popularmente como câncer, essa doença é extremamente perigosa e agressiva. Diferentemente da neoplasia benigna, a maligna tem o crescimento muito rápido, ocorre a metástase e na maioria dos casos o paciente vem a óbito devido ao intenso tratamento. Muitos proprietários preferem não arriscar fazendo o tratamento, pois em muitos casos, não há cura e sim, sobrevida do animal.

 

Fatores que contribuem

Em relação ao crescimento não há causa especifica, mas há fatores que podem contribuir na ocorrência da neoplasia como: cachorro com pele clara exposto ao sol intenso, pode acarretar a um câncer de pele; Cães com contato direto com fumantes, pode desenvolver um câncer de pulmão; Cadelas com câncer de mama devido ao uso de medicamentos hormonais.

 

Principais cânceres em cães

– Câncer de pele (ler mais)

– Câncer testicular (ler mais)

– Câncer de mama (ler mais)

– Linfoma

– Leucemia (ler mais)

– Câncer de osso (ler mais)

 

Sintomas de câncer em cães

Os sintomas da neoplasia irão depender de onde ela está localizada, contudo nos diferentes tipos há sinais clínicos semelhantes, tais como: Aparecimento ou não de caroços na superfície da pele; aumento das mamas pode significar um possível câncer de mama; aumento dos testículos, um provável câncer testicular; aumento e endurecimento dos linfonodos e vermelhidão ao redor do mesmo, pode ser um suposto linfoma e etc. Na maioria dos casos, o câncer só é descoberto na fase terminal, já que os sinais clínicos só vêm à tona na sua fase avançada.

 

Diagnóstico

O diagnóstico mais preciso da neoplasia é realizado através de biopsia do tumor, onde um médico veterinário irá avaliar com auxilio de um microscópio. O médico veterinário irá observar o quadro do animal e o mesmo poderá solicitar exames como o de sangue e de imagem.

 

Tratamento 

O tratamento da neoplasia consiste na intervenção cirúrgica (retirada do tumor) e consequentemente, a quimioterapia. Muitos animais por estarem num quadro bastante avançado, não resistem ao tratamento, pois é bastante forte. Em alguns casos, o médico veterinário indica o tratamento como uma sobrevida, ou seja, dar ao animal mais 1 a 2 anos de vida e não a cura. O mais indicado é que assim que surgir sintomas anormais no animal, o mesmo seja levado imediatamente para um profissional, para que se necessário já comece o tratamento o quanto antes.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian