Catarata em cães

Saiba mais sobre a catarata em cães, doença que acomete animais de todas as idades, porém principalmente os idosos

por George Augusto — publicado 4 fev 2014 - 22:17

A catarata é uma doença que acomete os olhos de diversos animais, assim como o ser humano e os cães. Essa moléstia se instala no cristalino dos olhos, fazendo com que os mesmos fiquem com uma aparência opaca, levando assim à perda parcial ou total da visão do animal. Essa enfermidade ocorre em animais de diferentes idades, sendo os mais susceptíveis os de maior idade (idosos). Isso acontece por conta da deficiência de proteínas do cristalino levando a opacidade de um olho e/ou de ambos.

 

Catarata em cachorros. Foto: Reprodução

Catarata em cachorros. Foto: Reprodução

 

Classificações da catarata

Catarata Congênita: Começa a se apresentar desde o nascimento do animal, quando os proprietários já conseguem observar a opacidade do cristalino dos recém-nascidos. Uma das principais causas da catarata Congênita se dá por conta de infecção ou de origem medicamentosa.

Catarata Herdada: Acomete diferentes tipos de raças e idade. Esse tipo de catarata é passada na genética do animal, por isso os criadores castram os animais que portam esse gene para que a doença não passe para seus descendentes.

Catarata Desenvolvida: Essa forma de catarata é desencadeada acontece devido a erros em manejo ou acidentes, como: Exposição excessiva do cão ao sol; expor o animal à radiação; forma hereditária; uso de certos medicamentos, como por exemplo: corticóides; inflamação ocular; trauma no olho; infecções e Diabetes Mellitus.

 

Principais sinais clínicos para a catarata em cães

Os principais sinais clínicos que podem ser observados na catarata, são:

– Animal com sensibilidade à claridade;

– Dificuldade de enxergar à noite;

– Mudança na cor do centro do olho, apresentando uma cor azulada ou branca e com aspecto opaco e, em alguns casos, perda significativa da profundidade da visão.

 

Diagnóstico da catarata em cães

O diagnóstico dessa enfermidade é de suma importância, já que muitas pessoas confundem com outras doenças oculares que são bastante semelhantes à catarata.  O médico veterinário irá avaliar o cristalino do animal, o fundo do olho e diversas partes do olho do animal, a fim de diagnosticar para começar com o tratamento.

 

Tratamento da catarata em cães

A catarata em cães não tem cura, porém há meios de tratamento através de ato cirúrgico, onde a lente do animal é removida. Muitos animais não voltam a ter a visão habitual, porém em muitos casos pode haver uma melhoria significativa no quadro. É importante que o tratamento seja feito por um médico veterinário especialista em oftalmologia, já que é um tratamento muito complexo e delicado.

 

Prevenção

Como qualquer doença oftalmológica, o mais indicado é a prevenção. Qualquer alteração no olho de um animal é necessário que seja diagnosticado, consequentemente o inicio do tratamento. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais chance tem de um tratamento bem sucedido, por isso procure sempre a opinião de um médico veterinário e jamais tome decisões precipitadas. Um cão com catarata é um animal que merece um cuidado maior e atenção redobrada em determinado estágio da doença, por conta de certas limitações e dificuldades diárias que a doença leva ao paciente.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times