Células-tronco em cães

Células-tronco dão uma nova chance para cachorros que antes seriam eutanasiados

por George Augusto — publicado 2 nov 2014 - 19:45

Hoje, na atualidade, existe um tema que deu uma nova esperança para muitos pacientes, que foi a descoberta das células-tronco. Ao contrário do que muitos pensam, essa realidade não é apenas na medicina humana. Esse avanço também é uma realidade presente na medicina veterinária. Para um melhor compreendimentodo por parte do tutor, as células-tronco, são células que têm uma melhor capacidade de se dividir, dando origem à novas células  semelhantes à progenitora, sendo capaz de regenerar tecidos danificados do animal.

Células tronco em cães. Foto: Reprodução

Células tronco em cães. Foto: Reprodução

Essas células são retiradas de animais saudáveis e introduzidas nos cães enfermos, normalmente sendo aplicadas no local onde há a lesão. Essa terapia não está ainda sendo feitas por todos os profissionais, existindo apenas alguns médicos veterinários utilizando essa técnica em grandes centros. Esse avanço na medicina fez com que animais diagnosticados como sem tratamento e indicados à eutanásia, pudessem ter uma esperança de voltar a ter uma qualidade de vida e um prolongamento de sua existência.

As principais doenças caninas, notadas pelos estudiosos, que, com o uso da terapia com as células-tronco, podem ter um bom resultado, fazendo com que o animal volte a ter  a função fisiológica normal e acabando com a sequela, são:

Aplasia da medula óssea:  É uma doença da medula óssea do organismo, a qual tem a função da fabricação de componentes sanguíneos ( como hemácias, leucócitos e plaquetas) . Sua origem pode ser de forma adquirida,  normalmente  causada por medicamentos.

Insuficiência renal crônica: É caracterizada pela perda do funcionamento normal do rim, fazendo com que o mesmo seja insuficiente. A função do rim é filtrar o sangue, removendo assim excesso de água e resíduos.

Osteoartrite: É uma doença que acomete as articulações, devido à degeneração da cartilagem, afetando também algumas estruturas ósseas. Essa doença acomete o animal, independentemente se for macho ou fêmea, e tem  maior predisposição em cães mais velhos.

Lesões na coluna vertebral:  Esse caso é bastante comum de ser encontrado em cães. Essa enfermidade normalmente acontece em casos de atropelamento, fazendo com que, na maioria dos casos, ocorra a paralisia dos membros posteriores.

Displasia Coxofemoral: Essa doença é bastante conhecida pelos tutores de cães de grande porte. Essa enfermidade é decorrente a uma anormalidade articular, devido a disparidade entre a massa muscular e o rápido crescimento ósseo, fazendo com que haja uma instabilidade na articulação coxofemoral.

Sequelas devido a Cinomose: Essa é um das principais causas, que fazem com que a cinomose seja uma doença tão temida. Quando a cinomose chega a um grau mais avançado, é afetado o sistema nervoso do animal, fazendo com que o mesmo apresente espasmos e tremores, não havendo como reverter o caso.

As células-tronco vêm ganhando campo nas medicinas, dando uma nova esperança a seus pacientes. Num futuro muito perto, o tratamento com elas vai ser mais presente. Na atualidade, apenas grandes centros fazem esse tipo de terapia. Animais que antes eram eutanasiados, devido a sequelas graves, hoje podem fazer uso de  um tratamento bem menos invasivo que os de drogas farmacêuticas. Para eles hoje existe uma nova chance de levar uma vida de qualidade.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times