Colapso de traquéia em cães

O termo colapso de traquéia refere-se ao estreitamento do lúmen traqueal (parte interna), afetando de modo significante a respiração do pet

por George Augusto — publicado 26 jan 2015 - 11:28

Antes de começarmos a entender o que é o Colapso de traquéia, é importante sabermos um pouco da anatomia do animal. Dentro do sistema respiratório do cão, existe uma particularidade de extrema importância para que o cão desempenhe a sua função respiratória correta, que é a traquéia. Sua principal finalidade é o transporte/condução do ar para os brônquios. O termo colapso de traquéia refere-se ao estreitamento do lúmen traqueal (parte interna), afetando de modo significante a respiração do pet. As raças pequenas e as miniaturas são as mais propensas para o aparecimento do Colapso, tais como: O Chihuahua, Poodle miniatura, Shih tzu, Lhasa Apso, Schnauzer miniatura e etc.

Colapso de Traquéia em cães. Foto: Reprodução

Colapso de Traquéia em cães. Foto: Reprodução

As causas para o aparecimento do colapso de traquéia podem ser de várias origens, fazendo com que a descoberta da causa primária seja muitas vezes complexa. Uma das causas mais comuns para o aparecimento dessa moléstia é o fator genético. Isso ocorre quando esse gene é herdado dos pais, que possivelmente o continham na forma assintomática ou simplesmente portavam o gene. Existem outras origens que podemos citar como “vilões” para o aparecimento, tais como: Degeneração da cartilagem, problemas nutricionais, Intubações em cirurgia, Obesidade e entre tantas outras.

Em relação os sinais clínicos apresentados no animal, como na maioria das doenças, existem a forma assintomática (quando não é apresentado nenhum sintoma) e a forma sintomática (quando o animal apresenta sintomas claramente). Normalmente, o primeiro sintoma observado no cão é uma tosse bem forte e seca. O tutor observa principalmente depois que o animal é exposto a um exercício físico, como: Correr, caminhar longos percursos, brincar e etc. Juntamente com a tosse, o tutor observa uma severa dificuldade respiratória, chegando até mesmo ocorrer uma mudança de coloração das mucosas, para uma cor azulada (cianose). Caso o animal continue a ser forçado ao exercício físico, pode ocorrer até mesmo desmaios súbitos.

Como a sintomatologia existente no colapso de traquéia assemelha-se com muitas outras doenças que afetam o trato respiratório, é importante que seja feito um diagnóstico preciso, avaliado unicamente por um médico veterinário. O exame de raio-X é imprescindível para um bom diagnóstico. Existem outros exames que podem auxiliar no fechamento do diagnóstico, tais como a ultrassonografia.

O tratamento para o colapso de traquéia é feito através de terapia de suporte, ou seja, tratando os sintomas aparentes, ajudando assim, a melhorar o bem estar do animal. Na maioria dos casos, não há tratamento para reverter o colapso que ocorreu na traquéia, sendo usado unicamente o tratamento para o alívio sintomático. Nesse caso são usados medicamentos escolhidos pelo médico veterinário para que o animal se estabilize e saia da crise, fazendo a remissão dos sintomas.

A prevenção consiste unicamente na ida rotineira a uma clínica veterinária. Animais que possuem essa condição de origem genética, não são indicados para que sejam postos à reprodução. O manejo adequado do animal é indispensável para uma boa saúde. Um check-up anual é essencial para o seu pet.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times