Colocando o microchip em seu cachorro

por Samantha Kelly — publicado 22 ago 2012 - 23:12

O tamanho do Microchip é praticamente equivalente ao de um arroz.

 

Pontos positivos:

– Muitos cães e pets no geral que se perderam não voltam para casa por não terem uma identificação.
– Microchips são uma maneira de identificar seu pet permanentemente.
– Os microchips devem ser registrados em uma companhia especializada que irá reunir você e seu cão.
– Colocar o microchip é um procedimento simples e rápido que pode ser feito pelo seu veterinário.

 

Por que colocar o Microchip?

É recomendável que você identifique seu pet, mesmo que não haja a intenção de viajar ou deixá-lo ficar na rua. Até mesmo os cachorros que vivem em casa podem se perder e talvez nunca serem achados se não houver uma forma de identificação. Coleiras com identificação são comuns e efetivas, mas podem facilmente sair do corpo do pet. Por serem implantados embaixo da pele, o microchip é uma alternativa mais permanente.

O que é um Microchip?

O microchip é um aparelho eletrônico bem pequeno, do tamanho de um arroz, que usa ondas de rádio para transmitir informações armazenadas em um sistema. Essas informações são lidas com um scanner especial. Microchips de pets geralmente possuem um número de identificação. Eles não precisam ser carregados na energia e não possuem partes móveis. O material que compõe o aparelho é compatível com o corpo do animal, então infecções e rejeições acontecem raramente.

Após a injeção, o microchip fica envolto pelo tecido do local. Pode mover levemente, mas geralmente fica no lugar ou perto de onde aconteceu a incisão. Para ler as informações do chip, um scanner compatível é necessário. Diferentes empresas usam diferentes chips; entretanto, há scanners que podem ler todo tipo de chips.

 

O Procedimento

Muitas clínicas veterinárias possuem o equipamento para implantar e coletar as informações dos microchips. Cada um vem em uma seringa estéril. Para implantar, o veterinário insere a agulha bem abaixo da pele do animal, perto do ombro e empurra o êmbolo da seringa. O procedimento inteiro, como uma injeção normal, é muito rápido e não precisa de medicamento de dor nem anestesia.

 

Como o sistema funciona?

Quando um cão perdido ou machucado é levado para a emergência ou para um abrigo, ele pode passar pelo scanner em busca de um microchip. Se o cachorro possuir o aparelho, o scanner lê o número de identificação. Se o chip tiver sido registrado corretamente, o hospital ou abrigo pode fornecer o número para a companhia do microchip, essa responsável por manter os dados do dono. A companhia então entra em contato com o dono do cachorro e o pet pode ir para casa.

 

Registro de Microchip e manutenção

Para completar o processo, você precisa registrar o microchip do seu pet com a companhia responsável. Algumas companhias cobram um preço extra pelo registro. Caso a companhia não tenha suas informações,  não há como o número do registro fazer esse link entra o seu pet perdido e você.

Mantenha as informações fornecidas para a companhia do microchip (ex.: endereço, email e telefone) atualizadas.

É recomendado que em adição ao microchip, uma coleira com as informações do animal ainda seja usada, porque na tag pode haver a indicação que seu cão possui um microchip e qual o fabricante.

Durante o exame de rotina do seu pet, o microchip deve ser testado para garantir que ele continua funcionando. O uso do scanner não causa nenhum desconforto e não leva mais de alguns segundos.

Alguns países, como Estados Unidos e Inglaterra, já estão tornando obrigatório o uso do microchip em pets.

 

Texto traduzido por Portal do Dog: Fonte Vet Street

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times