Conjuntivite em cães

Muito comum no mundo canino, a conjuntivite é uma inflamação das conjuntivas oculares e deve ser levada a sério pelos tutores

por George Augusto — publicado 10 abr 2014 - 23:25

Quem não conhece a conjuntivite? A conjuntivite é uma inflamação das conjuntivas oculares (mucosas das pálpebras), sendo uma das doenças mais temidas no mundo humano e também no mundo animal.  Ao contrário do que muitos pensam, a conjuntivite também acomete cães e é bastante comum de ser encontrada, tendo uma atenção bastante especial pelos médicos veterinários. Muitos tutores de cães tem uma ideia superficial da importância da doença, deixando assim, os animais enfermos sem um tratamento específico. A conjuntivite canina é muito séria e pode levar à cegueira do olho afetado.

 

Conjuntivite em cães. Foto: Reprodução

Conjuntivite em cães. Foto: Reprodução

Causas da conjuntivite em cães

A ocorrência da conjuntivite em cães podem ser causada por vários fatores. Existem tutores que têm o receio de que a enfermidade seja transmitida para os membros da casa. Não tenha medo. A conjuntivite que acomete os cães, não afeta o ser humano e vice-versa. As principais causas do aparecimento da conjuntivite são, geralmente, relacionadas a uma reação alérgica a algumas substâncias irritantes, como: Produto de limpeza, fumaça, produtos de beleza da tutora e etc. A causa também pode ser de origem bacteriana, onde a doença é adquirida principalmente por contato com animais enfermos. Uma das causas mais comuns do aparecimento da conjuntivite em cães é a presença de um corpo estranho no olho, acarretando, assim, a irritação da conjuntiva.

 

Sinais clínicos da conjuntivite em cães

Os sinais clínicos da conjuntivite canina são bem característicos, sendo a mesma de fácil diagnóstico. Mas lembre-se, é de suma importância uma opinião de um profissional médico veterinário, pois muitas vezes a inflamação da conjuntiva pode ser um indicativo de uma doença mais grave. Os principais sinais clínicos, são:

– A vermelhidão do olho, sendo bem característico;

– Corrimento ocular;

– Piscar intermitentemente;

– As pálpebras tendem a fechar, podendo ser  de forma total ou parcial;

– Em alguns casos coceira;

– No estágio mais avançado da doença ocorre a perda da visão (cegueira).

 

Diagnóstico de conjuntivite em cães

O diagnóstico é feito por um profissional habilitado, onde é feito a anamnese, e consequentemente o exame clínico do pet. Depois da descoberta da origem da inflamação, é feito um protocolo terapêutico, a fim de buscar a solução do problema.

 

Tratamento de conjuntivite em cães

O tratamento da conjuntivite canina deve ser feito, imprescindivelmente, por um médico veterinário. O tratamento oftalmológico é bastante delicado, pois o órgão a ser medicado é muito sensível. Não trate conjuntivite de forma alguma sem um apoio profissional, pois pode ocorrer a piora do quadro clínico e, consequentemente, a perda da visão do animal.

 

Prevenção de conjuntivite em cães

A prevenção deve ser feita principalmente no manejo correto do pet. Muitos tutores juntam os animais enfermos com os sadios. Isso é um grande erro. A conduta correta é isolar o animal infectado e levá-lo imediatamente a um médico veterinário. O uso de produtos de limpeza na hora da higienização da residência e do canil, devem ser feitas com bastante cautela, evitando o contato direto do animal com as substâncias. Também é interessante o exame frequente dos animais pelo tutor, afim de observar as mucosas e o olho do animal. Leve seu animal rotineiramente a uma consulta com o médico veterinário, pois esse hábito evita muitas vezes a instalação de enfermidades graves e letais onde, mesmo atualmente, ainda não se descobriu a cura. Lembre-se: melhor prevenir do que remediar.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian