Coprofagia em cachorros

Conheça as possíveis causas de alguns cães comerem fezes e como tratar esse desvio de comportamento

por George Augusto — publicado 5 mar 2014 - 22:34

O nome Coprofagia tem origem grega e significa comer fezes, copro “fezes” e “fagia” comer. Esse desvio de comportamento é bastante comum entre os animais, principalmente nos cães. Muitos proprietários tem uma ideia bastante deturpada, pensando, que essa ação se dá devido a deficiência nutricional do animal quando na verdade isso não passa de uma lenda urbana.

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Coprofagia em cachorros. Foto: Reprodução

Causas da coprofagia

Estudiosos afirmam que em muitos casos da coprofagia canina é devido a algum distúrbio no pâncreas, ou até mesmo, uma suposta presença de verminose no animal. Nesse caso, é importante que um médico veterinário avalie o cão. Um ponto também que deve ser considerado de grande importância é que em alguns casos, os tutores são demasiadamente rígidos ao ensinar ao animal o local correto onde defecar, levando assim, o mesmo a comer as fezes, na esperança de esconder e não ser castigado por seu dono.

A coprofagia dependendo da ocasião pode ser um ato normal. As cadelas comem as fezes dos seus filhotes, para que os predadores não cheguem até o ninho através do cheiro e também para que os animais não fiquem expostos a sujeira.

 

Tratando a coprofagia

O tratamento para esse desvio de conduto que o animal apresenta deve ser feito de forma gradual. Requer paciência por parte do proprietário do animal para que essa prática seja aos poucos abolida dos hábitos do pet.

Muitos profissionais indicam como forma de sessar esse hábito que assim que o animal defecar, o tutor jogue sobre as fezes alguma substância que solte um sabor desagradável ao ser consumida, como a pimenta, o alho e etc. Também é indicado que o proprietário ofereça brinquedos ao animal, fazendo com que o mesmo se distraia, mudando o foco de interesse. Hoje no mercado pet, existem produtos industrializados próprios para o combate da coprofagia.

Alguns casos de coprofagia ocorrem devido ao estresse do animal. Muitos animais que são presos por correntes por longo tempo e sem a oferta de alimento apresentam esse desvio de comportamento. Nesse caso, é indicado que o animal fique solto quando possível. O alimento também é muito importante pois ao dar o sentimento de saciedade evita que o animal procure as fezes.

É de suma importância que o proprietário não permita o cão se alimentar das próprias fezes, ou fezes de outros animais. Pois é através das fezes que muitos parasitas endógenos se disseminam para outros hospedeiros. Ao ingerir o bolo fecal, o animal está introduzindo ao seu organismo milhões de ovos de parasitas, que em um curto espaço de tempo estarão prejudicando a sua saúde.

Jamais castigue seu cão caso ele apresente esse comportamento. Procure sempre a opinião de um profissional da área. Essa prática que é comum entre os animais em geral, tem como ser revertida. Evite se consultar com balconistas de pet shop, pois um medicamento ou produto, pode ser tóxico ou causar alergias em seu animal. O indicado é que o pet seja examinado e medicado (se necessário), por um médico veterinário.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Policial atira em cachorro no meio de uma praça em Campo Grande

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 7:00

No último domingo, dia 15 de abril, algumas famílias, incluindo crianças, estavam passeando em uma praça no bairro Arnaldo Esteves de Figueiredo, em Campo Grande, quando, de repente, escutaram barulho de tiro bem perto.

De acordo com informações repassadas por pessoas que estavam no local, um policial civil, que não teve o nome divulgado, atirou em um cachorro que se aproximou do seu cão.

O policial estava passeando no local com seu animal de estimação quando um cachorro da raça Labrador chamado Thor,

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail

Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda, tem uma turma grande em casa e suas redes sociais estão repletas de registros dos pets.

Tenho certeza que metade da população brasileira desejou agora mesmo ser adotada por essa família.

 

Um tapete? Não… O Marley aproveitando o chão geladinho nesse calor. 🖤

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A minha turma é da pesada… 😍🙈

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