Criptorquidia canina

O criptorquidismo consiste na não descida dos testículos para o saco escrotal, podendo ser unilateral ou bilateral

por George Augusto — publicado 10 maio 2014 - 0:27

Muitos tutores já se depararam com cães machos, não castrados, com apenas um testículo no escroto ou até mesmo sem nenhum. Esse evento é chamado pelos médicos veterinários de criptorquidismo, porém popularmente é conhecida como “testículos escondidos”. O criptorquidismo consiste na não descida dos testículos para o saco escrotal, podendo ser unilateral ou bilateral.

Os cães machos devem apresentar as duas gônadas (testículos) no interior do saco escrotal até, no máximo, 6 meses de vida. É importante ressaltar que é comum nos filhotes mais novos não ter ocorrido ainda a descida dos testículos, pois nesse período, as glândulas ficam localizadas na cavidade abdominal do animal.

Criptorcadia em cães. Foto: Reprodução

Criptorquidia em cães. Foto: Reprodução

A causa do criptorquidismo ainda é de origem desconhecida. Existe uma linha de pesquisa que afirma que o aparecimento de animais portadores de criptorquidia se dá devido à falhas no momento da gestação, porém nada foi comprovado. Essa condição é passada de forma genética, ou seja, uma doença que passa de geração para geração.

Os sinais clínico de cães com criptorquidia são normalmente despercebidos pelos tutores, já que não há uma sintomatologia bem aparente, apenas alteração na região do escroto. É importante que os tutores avaliem seu animal depois dos 6 meses de idade.

O diagnóstico para cães com criptorquidia é simples. Normalmente, o exame físico consiste na palpação e no exame visual do saco escrotal do animal, afim de verificar se há ou não a presença das suas gônadas, sendo que essa prática pode ser feita até mesmo pelos tutores. É importante também que o animal seja levado a um médico veterinário para um exame de ultrassonografia para averiguar se há ou o não testículo retido na cavidade abdominal ou se o que ocorreu foi a não formação dos testículos.

O tratamento é de escolha única do médico veterinário. Na maioria dos casos, é prescrito para o animal uma terapia medicamentosa para realizar a descida do testículo, porém existem casos em que essa terapia pode não dar resultados satisfatórios. Um tratamento mais seguro e com mais chances de sucesso é a intervenção cirúrgica, onde ocorrerá a remoção do testículo retido. É importante que essa situação não passe despercebida pelos tutores de cães, pois quando o testículo está retido aumenta o risco do aparecimento de neoplasia testicular em até 15 vezes.

A prevenção para essa doença consiste em evitar que animais geneticamente portadores da doença façam cruzamentos. Em cães com criptorquidia bilateral a probabilidade de ser fértil é quase zero, porém existem casos de animais portadores de criptorquidismo unilateral que tem sua vida fértil positiva. Não é indicado a reprodução, pois dessa forma, ocorre a disseminação do gene para seus descendentes. Animais com essa enfermidade conseguem ter um prognóstico muito favorável, não havendo comprometimento nenhum na sua vida, exceto, é claro, na reprodução.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Policial atira em cachorro no meio de uma praça em Campo Grande

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 7:00

No último domingo, dia 15 de abril, algumas famílias, incluindo crianças, estavam passeando em uma praça no bairro Arnaldo Esteves de Figueiredo, em Campo Grande, quando, de repente, escutaram barulho de tiro bem perto.

De acordo com informações repassadas por pessoas que estavam no local, um policial civil, que não teve o nome divulgado, atirou em um cachorro que se aproximou do seu cão.

O policial estava passeando no local com seu animal de estimação quando um cachorro da raça Labrador chamado Thor,

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail

Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda, tem uma turma grande em casa e suas redes sociais estão repletas de registros dos pets.

Tenho certeza que metade da população brasileira desejou agora mesmo ser adotada por essa família.

 

Um tapete? Não… O Marley aproveitando o chão geladinho nesse calor. 🖤

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A minha turma é da pesada… 😍🙈

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