Dermatofitose Canina

A Dermatofitose é uma moléstia de origem fúngica que merece uma atenção maior do que outras, por se tratar de uma zoonose

por George Augusto — publicado 4 jun 2014 - 6:51

É bastante comum ouvirmos falar em cães com problemas de pele. Na rotina de uma clínica veterinária, é comum os tutores reclamarem sobre afecções de pele no seu pet, afinal elas são caracterizadas uma das doenças que mais afetam cães de todo o mundo. A Dermatofitose é uma moléstia de origem fúngica que merece uma atenção maior do que outras, por se tratar de uma zoonose (doença transmitida do animal para o ser humano).  Nem toda afecção cutânea de origem fúngica é uma dermatofitose. Existem três gêneros relacionados e causadores da dermatofitose, que são: Microsporum, Trichophyton e Epidermophyton.

Na maioria das vezes, a principal transmissão da dermatofitose em cães é o contato direto de um cão infectado com o cão sadio. A causa mais comum que faz com que o animal apresente a doença fúngica, é a queda na imunidade no animal. Normalmente, o corpo de um animal totalmente saudável, faz o combate dos fungos não permitindo que o mesmo se instale no animal.

 

Sintomatologia Dermatofitose Canina

A sintomatologia encontrada em cães que apresentam a dermatofitose são bem clássicas, sendo fácil a visualização. Os principais sinais clínicos, são: Alopecia (perda de pelo) em formato de círculo; Coceira intensa; Pele eritematosa (avermelhada); Elevações na pele com presença de crosta. Normalmente, as áreas mais afetadas são as extremidades, como: Cabeça, orelhas, patas, e cauda, podendo afetar outras áreas do corpo.

 

Diagnóstico de Dermatofitose Canina

O diagnóstico correto é indispensável quando se trata de doença de pele. As afecções cutâneas são bastante semelhantes, havendo muitas vezes, o diagnóstico errado por parte do médico veterinário. É de suma importância que o tutor exija na clínica veterinária um raspado de pele para exame, pois a partir daí, é descoberto o verdadeiro causador da doença.

Existem outros equipamentos que auxiliam no fechamento do diagnóstico, sendo bastante utilizados pelos profissionais. Além de todos os exames citados, é importante também o exame clínico que o profissional irá fazer no animal.

 

Tratamento de Dermatofitose Canina

O tratamento para a dermatofitose consiste unicamente em uma terapia medicamentosa escolhida pelo médico veterinário de sua confiança. É importante ressaltar, que doenças de origem fúngica têm um tratamento mais duradouro que as outras doenças de pele. Jamais se consulte com balconista de pet shop e não medique o animal por conta própria. Os medicamentos usados topicamente, também intoxicam e podem matar o animal, se for feito de modo errado.

 

Prevenção de Dermatofitose Canina

O melhor modo para prevenir a dermatofitose é não permitir que o animal entre em contato com um animal do qual não se sabe a procedência.

A higienização e a secagem do pelo do animal, é um dos pontos fundamentais para o controle desses fungos. Em caso de tutores que criam mais de um animal mantendo contato direto entre si, percebendo a sintomatologia semelhante a dermatofitose, é indicado que o animal seja separado e, em seguida, deve-se acionar imediatamente um médico veterinário para examinar ambos os cães, já que a doença se dissemina rapidamente. Leve seu animal rotineiramente a um profissional, pois quanto mais cedo se diagnostica a doença, o tratamento se torna bem mais favorável e com mais sucesso.

 

Dermatofitose Canina. Foto: Reprodução

Dermatofitose Canina. Foto: Reprodução

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

 » Read more about: Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos  »

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

 » Read more about: Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres  »

Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

 » Read more about: Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal  »

deixe seu comentário:
Siga o Portal do Dog
Últimas notícias

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

O ator firmou uma parceria com o Ibama e o Instituto Vida Livre e transformou o seu rancho pessoal em um centro de recuperação e área de soltura de animais silvestres que sofreram e foram resgatados do tráfico de animais.

“Você sabia que o Rio de Janeiro é a principal rota do tráfico de animais silvestres? Por isso há tanto bicho sofrendo”, explica o ator.

No rancho, que fica localizado em Secretário, na Serra Fluminense, está sendo construída uma casa que servirá como hospital, onde os animais receberão os cuidados e tratamentos necessários antes de serem recolocados na natureza.

“Acabamos de libertar um veado e estamos cuidando de um lobo-guará. Montei ainda um viveiro para reensinar pássaros machucados a voar”, conta Bruno.

Os custos da construção da casa, que já está sendo feita e será toda sustentável, com placas solares, reuso d’água, teto verde e cortinas automáticas para preservar a temperatura ambiente conforme o deslocamento do sol, devem chegar aos 3 milhões de reais.

A obra deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2018, porém, animais recuperados já estão sendo soltos no terreno.

Fonte: Veja Rio