Displasia Coxofemural

A Displasia Coxofemural é a má formação da articulação que liga o osso coxal ao osso fêmur, ocasionando dores muito fortes no pet.

por George Augusto — publicado 15 abr 2014 - 2:43

A displasia coxofemoral, ou  conhecida popularmente por “descadeiramento”, é uma doença que acomete, principalmente, cães que andam diariamente em piso liso. Essa enfermidade é hereditária, ou seja, pode passar para os descendentes, sendo os cães de porte grande e gigante os mais acometidos. Temos como exemplos os cães pastores alemães, filas brasileiros, rottweiler, labrador retriever, golden retriever, entre tantos outros. A displasia coxofemoral é a má formação da articulação que liga o osso coxal ao osso fêmur, ocasionando dores muito fortes no pet.

 

Displasia Coxofemural em cães. Montagem: Portal do Dog.

Displasia Coxofemural em cães. Montagem: Portal do Dog.

 

Principais causas da Displasia Coxofemural

Displasia Coxofemural em cães. Foto: Reprodução

Displasia Coxofemural em cães. Foto: Reprodução

Podemos citar inúmeras causas que influenciam no aparecimento dessa moléstia, porém as principais observadas, são:

– Primeiramente, o piso  em que os animais permanecem o dia inteiro. Isso é um ponto muito importante, pois em pisos escorregadios, os cães tendem a “patinar” com os membros posteriores, acarretando uma sobrecarga na articulação.

– Outro ponto bastante importante é a questão da obesidade. Animais muito acima do peso, tendem a sobrecarregar os membros, sendo isso péssimo para as articulações. A nutrição e o desenvolvimento rápido também são de suma importância, pois influenciam no crescimento e na formação óssea.

 

Sinais clínicos da Displasia Coxofemural

Os principais sinais clínicos aparecem no animal por volta dos 5 meses até 1 ano de vida . Em animais que possuem displasia coxofemoral, é comum encontrarmos sintomatologias, como:

– O cão sente dificuldade de andar, subir escadarias, se apoiar só com os membros posteriores e correr;

– Ocorre a manqueira;

– O quadril apresenta um nível visivelmente mais baixo que o anterior, o pet tende a sentir bastante dor; e em casos mais graves, prostração do mesmo.

 

Diagnóstico da Displasia Coxofemural

O diagnóstico só pode ser feito por um médico veterinário. Baseia-se no exame clínico do animal, sendo avaliados os sinais clínicos que o animal apresenta. Para a confirmação do diagnóstico, normalmente é feito um raio X do animal. É importante que o animal seja levado imediatamente a um profissional, tão logo se perceba alguma alteração.

 

Tratamento da Displasia Coxofemural

O tratamento consiste em terapia medicamentosa escolhida pelo profissional. Normalmente os profissionais indicam uma fisioterapia e um manejo diferenciado do animal. Em casos mais graves, a intervenção cirúrgica é a opção mais eleita, sendo feita a retirada da cabeça do fêmur e posta no lugar uma prótese, deixando assim o animal livre de dores e desconforto.

 

Prevenção da Displasia Coxofemural

Displasia Coxofemural em cães. Foto: Reprodução

Displasia Coxofemural em cães. Foto: Reprodução

A prevenção consiste num manejo correto do animal, procurando não permitir o aumento do seu peso, além de introduzir a prática de exercícios que não sobrecarreguem as articulações. É também interessante atentar para a colocação de pisos que não sejam escorregadios. É importante que diante de qualquer anormalidade no animal, o mesmo seja levado a um profissional para uma avaliação. Animais com displasia coxofemoral levam uma vida relativamente normal, apenas não sendo indicada a sobrecarga nas articulações do pet. Quando o cão é portador  da displasia, não é aconselhável ser posto para a reprodução, pois, como dito anteriormente, é uma doença hereditária. É importante que na hora da compra de um animal de pedigree, o tutor seja informado se há relatos de pais, avós ou ancestrais com a moléstia. Mas, lembre-se: não é porque o animal porta a doença que será considerado inválido. Ele poderá viver normalmente e desempenhar funções rotineiras de forma satisfatória.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Pesquisa aponta que brasileiros gastam quase R$ 200 por mês com animais de estimação

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 set 2017 - 18:22

De acordo com uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com usuários da intenert, cerca de 76% dos internautas brasileiros possuem um animal de estimação em casa. Destes animais, 79% são cães.

A pesquisa, que buscava saber o comportamento dos tutores em relação ao gasto financeiro com seus animais, mostrou que as famílias brasileiras gastam uma média de R$ 189 por mês com seus animais de estimação.

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Câmeras flagram momento em que cadela é abandonada por tutor, mas história tem final feliz

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 set 2017 - 9:27

A cidade de Dallas, no Texas, Estados Unidos, sofre com o grave problema de abandono de animais. Os abrigos locais fazem tudo o que podem. Resgatam, cuidam e encontram lares para os bichinhos, mas o abandono continua.

Pensando em minimizar ao máximo isso, autoridades locais colocaram câmeras de segurança em um ponto da cidade conhecido por ser um local onde muitos animais são abandonados. E parece que essa ajuda já está trazendo efeitos.

O primeiro caso flagrado pelas câmeras,

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Atleta do UFC Cláudia Gadelha tem ajuda de cachorrinho em nova fase de vida e carreira

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 set 2017 - 9:28

Mudanças nem sempre são fáceis, principalmente quando elas são grandes e quando precisamos passar por elas sozinhas. Como é o caso da mudança do Brasil para os Estados Unidos que a atleta do UFC Cláudia Gadelha passou há pouco tempo.

Além de precisar passar por tudo isso sem nenhum membro de sua família ao seu lado, a lutadora também está com treinadores novos.

Seja bem vindo, bebe!! Welcome to my baby!! #teamclaudia #TeamCG #thisisfancy #myfancydog

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Pesquisa aponta que brasileiros gastam quase R$ 200 por mês com animais de estimação

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 set 2017 - 18:22

De acordo com uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com usuários da intenert, cerca de 76% dos internautas brasileiros possuem um animal de estimação em casa. Destes animais, 79% são cães.

A pesquisa, que buscava saber o comportamento dos tutores em relação ao gasto financeiro com seus animais, mostrou que as famílias brasileiras gastam uma média de R$ 189 por mês com seus animais de estimação.

Quando falamos de famílias das classes A e B esse gasto sobe para de R$ 224 mensais.

A maioria dos tutores tem seus animais com membros da família. (Foto: Reprodução / Porticopharmacy)

O fato de serem considerados como membros da família por grande parte dos tutores, cerca de 61% dos entrevistados pensam assim, faz com que as pessoas não pensem em seus animais como gasto e tentem oferecer os melhores produtos para os seus pets.

Ainda de acordo com a pesquisa, entre os principais serviços que os tutores buscam seus pets estão rações (88%), shampoos e condicionadores (57%), petiscos (52%), medicamentos e vitaminas (50%) e brinquedos (44%). Mais da metade dos tutores entrevistados, 52%, afirmaram que buscam sempre a melhor ração para seus animais e que as mais escolhidas são as chamadas premium.

Apesar da crise financeira, a pesquisa mostrou que 21% dos tutores não deixam de comprar algo para seus bichinhos por falta de dinheiro.

Entre os principais gastos com os animais está a ração. Boa parte dos tutores busca oferecer a melhor ração para o seu pet. (Foto: Reprodução / Pet MD)

Também pôde ser vista na pesquisa a preocupação dos tutores (99%) quanto à saúde de seus animais de estimação. Prova disso é que o item que a maioria dos tutores respondeu ser um desejo oferecer para o seu animal é um plano de saúde específico. 33% dos tutores afirmaram que, apesar de terem muita vontade, não fizeram plano de saúde para o seu animal por conta do dinheiro.

Os peludos merecem ser muito amados e ter tutores tenham sempre um cuidado especial com sua saúde.

Fonte: G1

Câmeras flagram momento em que cadela é abandonada por tutor, mas história tem final feliz

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 set 2017 - 9:27

A cidade de Dallas, no Texas, Estados Unidos, sofre com o grave problema de abandono de animais. Os abrigos locais fazem tudo o que podem. Resgatam, cuidam e encontram lares para os bichinhos, mas o abandono continua.

Pensando em minimizar ao máximo isso, autoridades locais colocaram câmeras de segurança em um ponto da cidade conhecido por ser um local onde muitos animais são abandonados. E parece que essa ajuda já está trazendo efeitos.

Momento em que o homem abandonou a cadelinha foi flagrado por câmeras de segurança. (Foto: Reprodução / Vídeo / Life With Dogs)

O primeiro caso flagrado pelas câmeras, no início de agosto, foi o de uma cadelinha que foi levada de carro até o local e abandonada por um senhor. Enquanto a cadelinha foi resgatada e recebeu todos os cuidados que precisava, o homem foi identificado depois que entidade de proteção animal SPCA do Texas compartilhou o vídeo na sua página do Facebook.

O homem, que de acordo com o SPCA se chama Gorge Spears, se entregou na polícia depois que um mandado de prisão foi emitido em seu nome. Ainda segundo informações, acusações criminais de crueldade serão peticionadas.

Felizmente, a cadelinha, que foi elogiada por todos, foi adotada rapidamente e já está muito bem e feliz em seu novo lar.

A cadelinha foi adotada rapidamente por um casal que está encantado por ela e lhe dando muito amor. (Foto: Reprodução / Facebook SPCA of Texas)

Segundo uma publicação feita pela DPCA do Texas, a cadela, que recebeu o nome de K.D. está indo extremamente bem em sua nova casa, onde todos se encantaram com toda a sua doçura. “KD trouxe tanto amor para minha casa… Ela é extremamente calma e só quer amar a todos que conhece”, disseram os novos tutores da cadelinha.

Fonte: Life With Dogs