Ectrópio Palpebrar em cães

O Ectrópio é a virada da pálpebra para fora, ou seja, ocorre o afastamento da pálpebra em relação ao olho

por George Augusto — publicado 7 jan 2015 - 0:24

As pálpebras dos cães, assim como as nossas, desempenham funções específicas no organismo, principalmente nos olhos. Dentre as várias funções das pálpebras dos animais, podemos citar a proteção contra poeiras e corpos estranhos, luz intensa e materiais ofensivos existentes no ambiente.  Ao contrário do que muitos pensam, existem sérios problemas que afetam as pálpebras dos cães e que impossibilitam as mesmas de desempenharem seu papel corretamente, que é o caso do Ectrópio. O Ectrópio é a virada da pálpebra para fora, ou seja, ocorre o afastamento da pálpebra em relação ao olho. Essa condição é mais encontrada em animais senis, porém existem relatos em que animais jovens podem ser acometidos. Existem raças que são predispostas ao aparecimento desse problema, como o Basset Hound, Cocker Spaniel, Dachshund, entre outras raças de cães.

A causa, como dito anteriormente, é normalmente de origem senil, quando ocorre a flacidez do músculo palpebrar, levando a um arriamento da pálpebra inferior do animal. Outra causa também muito encontrada é o erro cirúrgico do Entrópio. Existem casos em que o cirurgião, no momento da correção do entrópio (pálpebra virada em direção do olho), faz uma incisão errada, levando o animal a um quadro de Ectrópio. Os cães que são de raças predispostas, tende a apresentar essa condição de origem genética.

Os sinais clínicos do animal que apresenta Ectrópio palpebrar são bem clássicos e de fácil percepção, porém é sempre importante a opinião de um médico veterinário. As principais sintomatologias, são:

– O animal apresenta drenagem de lágrimas pelo rosto, acarretando em uma quadro de Epífora;

– Conjuntivite devido à exposição a poeiras e agentes irritantes;

– Apresenta a pálpebra inferior virada para fora;

– Pode ocorrer o ressecamento do olho no animal;

– O animal tende a piscar mais vezes e etc.

 

Ectrópio Palpebrar em cães. Foto: Reprodução

Ectrópio Palpebrar em cães. Foto: Reprodução

 

O diagnóstico é feito através de uma anamnese e um exame clínico minucioso feito por um profissional médico veterinário. Além do diagnóstico propriamente dito do Ectrópio, pode ser feita a avaliação do olho, a fim de verificar se houve algum prejuízo ao mesmo. É indicada sempre uma avaliação feita por um oftalmologista veterinário, já que o olho é um órgão bastante sensível e complexo.

O tratamento, na sua grande maioria é feito através da intervenção cirúrgica. A cirurgia é bastante simples, porém requer bastante precisão no momento da correção. Normalmente o Ectrópio Palpebrar não é a única alteração oftálmica do animal, sendo necessário antes mesmo da cirurgia, a reversão do quadro inflamatório ou qualquer anormalidade que se apresente no olho do animal, através de uma terapia medicamentosa escolhida pelo profissional responsável pelo caso. Jamais tente fazer o tratamento em casa com protocolos escolhidos por balconistas de farmácias e pet shop, pois isso pode levar a um agravo do quadro, levando muitas vezes à cegueira.

A prevenção do ectrópio palpebrar baseia-se na observação rotineira do tutor para com o animal. Qualquer anormalidade nas pálpebras ou no olho do animal, deve ser imediatamente informado para o médico veterinário de sua confiança. O olho, como falado antes no texto, é extremamente delicado e sensível. Qualquer injúria pode levar a sérios danos à vida do animal, sendo a cegueira uma delas.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times