Epilepsia em cães

Essa patologia acomete em grande escala os caninos, principalmente nos cães de raça pura, tendo uma menor incidência em cães sem raça definida (SRD)

por George Augusto — publicado 6 dez 2014 - 16:35

Diferentemente do que muitos pensam, os cães tem doenças muito semelhantes ou, muitas vezes, iguais as dos seres humanos. Um exemplo disso é a epilepsia. Essa patologia acomete em grande escala os caninos, principalmente nos cães de raça pura, tendo uma menor incidência em cães sem raça definida (SRD). Para um melhor entendimento por parte dos leitores, o nome epilepsia vem do grego que significa: Possuir, capturar, portar. Essa com neurológica que podem ter duração curta ou até longa. É importante ressaltar que, não necessariamente por o animal apresentar um quadro convulsivo, ele é portador de epilepsia. Normalmente, é esperado que ele tenha, pelo menos, 3 convulsões para ser classificado como epilepsia. Existem doenças que levam a um caso isolado de convulsão.

A causa da epilepsia pode ser de origem primária (genética) ou secundária (adquirida). A causa primária, ou também chamada de origem genética, é manifestada normalmente no cão na sua fase adulta, variando entre 2 anos a 5 anos de idade. Nesse caso, pode ser decorrente de um gene herdado dos pais ou também devido à consangüinidade. A de causa secundária, ou chamada também de origem adquirida, é a mais comum nos cães. Normalmente é devido à presença de tumores cerebrais, ingestão de substâncias tóxicas, doença bacteriana, como também traumatismos na cabeça, ocorridos, principalmente, em atropelamentos.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Os sinais clínicos da epilepsia são bem clássicos e de fácil percepção pelo tutor. Normalmente começa com a alteração de comportamento e humor. Nesse caso os animais tendem a ficar mais agressivos com as pessoas de casa e apresentar agitação. De um modo geral, os cães apresentam as seguintes sintomatologias: O animal começa a salivar bastante; Ocorre caso esporádico de desmaio; O animal cai inconsciente no chão e começa a ter tremores fortes e movimentos de pedalagem dos membros; Normalmente quando voltam da crise não reconhecem o dono e tendem a atacá-lo; Pode apresentar pequenos espasmos durante o dia.

O diagnóstico é de acordo com a anamnese feita pelo médico veterinário. Ele irá se informar dos episódios, assim como da sintomatologia que o animal apresentou, e com isso, conseguirá fechar um diagnóstico correto. Em hospitais veterinários e em grande clínicas, pode ser utilizado como apoio ao diagnóstico mais preciso, a tomografia computadorizada.

O tratamento é feito com medicamentos específicos para que seja controlada a crise epilética. É importante pontuar que, na maioria dos casos, o medicamento tem que ser administrado pra vida toda do animal. O cão leva uma vida totalmente normal com os medicamentos, não o impossibilitando de nada.

Existem certas prevenções e cuidados que os tutores tem que saber quando se tem um animal epilético em casa. Primeiro ponto é jamais deixar de administrar o medicamento do animal. O tratamento tem que ser rigoroso. Em caso de crises convulsivas, evitar que o cão fique em local que pode o machucar, como pedras, arames, próximo a objetos pontiagudos e etc.

Faça um acompanhamento rigoroso com o médico veterinário. Os cães epiléticos precisam dessa consulta de rotina para uma avaliação total do animal, conseguindo assim uma melhor qualidade de vida.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

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Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

O ator firmou uma parceria com o Ibama e o Instituto Vida Livre e transformou o seu rancho pessoal em um centro de recuperação e área de soltura de animais silvestres que sofreram e foram resgatados do tráfico de animais.

“Você sabia que o Rio de Janeiro é a principal rota do tráfico de animais silvestres? Por isso há tanto bicho sofrendo”, explica o ator.

No rancho, que fica localizado em Secretário, na Serra Fluminense, está sendo construída uma casa que servirá como hospital, onde os animais receberão os cuidados e tratamentos necessários antes de serem recolocados na natureza.

“Acabamos de libertar um veado e estamos cuidando de um lobo-guará. Montei ainda um viveiro para reensinar pássaros machucados a voar”, conta Bruno.

Os custos da construção da casa, que já está sendo feita e será toda sustentável, com placas solares, reuso d’água, teto verde e cortinas automáticas para preservar a temperatura ambiente conforme o deslocamento do sol, devem chegar aos 3 milhões de reais.

A obra deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2018, porém, animais recuperados já estão sendo soltos no terreno.

Fonte: Veja Rio