Eutanásia, optar ou não?

A prática da eutanasia é realizada no Brasil apenas no âmbito médico veterinário

por George Augusto — publicado 8 nov 2014 - 23:36

Esse tema é bastante polêmico entre os tutores dos cães, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. O nome eutanásia vem do grego “eu” = bom e “thanatos” = morte, ou seja, tem um significado de “boa morte”, tendo como entendimento, uma morte tranqüila e sem sofrimento. Essa prática é utilizada no Brasil, apenas no âmbito médico veterinário. Essa manobra da medicina tem como finalidade acabar com o sofrimento do paciente, ou seja, pacientes terminais, com doenças em que não há tratamento e pouco alívio.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A escolha de optar pela eutanásia é sugerida normalmente pelo médico veterinário, responsável pelo caso do animal. A decisão final em escolher ou não é unicamente feita pelo tutor do animal, ou seja, o profissional de forma alguma pode tomar a decisão sem a opinião e a permissão do proprietário do pet. Existe uma gama de pessoas que são a favor dessa prática como beneficio, não para o dono, e sim para o animal enfermo. Já outros tutores de cães acham essa prática totalmente cruel e não permitem que o animal seja eutanasiado, nem mesmo estando o animal prostrado, portando uma doença incurável.

Muitos desses tutores, que não permitem a eutanásia, decidem assim devido à dúvida que se instala diante daquele sentimento de esperança de que, um dia, o animal possa se recuperar. Outros tutores não aceitam a prática, porque pensam que vão ser responsáveis pela morte do pet. Por último, e em maior escala, existem os que não concordam por falta de informações do procedimento. Esses, por sua vez, acreditam que o animal, no momento da eutanásia, passará por sofrimento e dor.

Existem alguns pontos, dentro da medicina veterinária, que são avaliados como critérios, no momento de ser escolhida ou não a eutanásia. Alguns desses fatores, são:

– Animais usados para uso científico, muitas vezes contaminados com patógenos agressivos e incuráveis.

– Animais acometidos com patologias que podem oferecer riscos à fauna local.

– Animais que passem zoonoses, ou seja, doenças transmitidas do animal para o ser humano. Nesses casos para evitar uma disseminação da doença para população, é indicada a eutanásia.

– Animais passando por uma moléstia que cause para o mesmo muito sofrimento e dor. Nesse caso pode ser feita a eutanásia para aliviar o sofrimento do animal, caso a doença não tenha cura nem tratamento.

Existem casos de tutores de animais, que pedem ao médico veterinário para que seja feita a eutanásia, sem que o mesmo esteja apresentando alguma doença grave. Muitos preferem eutanasiar a pagar um tratamento, pois acham muito oneroso. Essa opinião é totalmente errada, pois caso não tenha condição financeira de arcar com as despesas, é preferível que se doe o animal para alguém que se prontifique em dar continuidade à sua vida. Um animal não é um brinquedo ou um objeto, e sim uma vida que requer respeito e cuidados.

A opção pela eutanásia só deve ser feita nos casos mais graves e críticos. Jamais utilize essa manobra em casos que não são necessários. É importante lembrar que só o médico veterinário é habilitado a executar essa prática. Se tiver qualquer dúvida, procure o profissional de sua confiança. Ele avaliará o caso e dará sua opinião, mas a última decisão é sua.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Mulher fica receosa ao deixar sua cadelinha com seu sobrinho e faz lista de regras hilária

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 jul 2017 - 9:30

Quem tem cachorrinho em casa sabe bem da dificuldade que pode ser encontrar alguém de confiança para cuidar de nossos animais quando precisamos ficar ausentes de casa e não podemos levar o pet junto.

Elaine Diaz é a amorosa e cuidadosa tutora de uma cadelinha de três anos de idade da raça Spitz Alemão, também conhecido como Lulu da Pomerânia, e, como muitos de nós, trata sua filhote como uma criança.

A tutora tirou quatro dias de folga e resolveu viajar para relaxar,

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Famílias adotam cães sem conhecê-los e o encontro entre eles é emocionante

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 jul 2017 - 18:22

Você conseguiria adotar um cãozinho sem ter conhecido o animal primeiro? É exatamente isso o que a instituição Tracy’s Dogs, dos Estados Unidos, proporciona para aqueles que desejam ter um novo cãozinho em casa.

Em 2011, Tracy Whyatt seguiu seu coração e sua vontade de ajudar cachorros que não tinham um lar a encontrar famílias. Então, com a ajuda de seu marido Scott, começaram a viajar de carro resgatando cães que viviam em abrigos no Texas conhecidos por sacrificar os animais que não eram adotados e levando estes cães para outros estados,

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Através da reciclagem de uniformes, FedEx ajuda pessoas e animais carentes no Brasil

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 jul 2017 - 9:24

O inverno deste ano veio com uma força muito forte no Brasil e muitas cidades estão sendo tomadas por um forte frio. Nestes casos, os animais e aquelas pessoas que não têm um lar e vivem nas ruas acabam sofrendo ainda mais.

Pensando em ajudar a quem mais está precisando nesse período, a FedEx Express, maior empresa de transporte expresso do mundo, está dando um grande exemplo de solidariedade através do seu programa de responsabilidade socioambiental de reciclagem,

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Mulher fica receosa ao deixar sua cadelinha com seu sobrinho e faz lista de regras hilária

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 jul 2017 - 9:30

Quem tem cachorrinho em casa sabe bem da dificuldade que pode ser encontrar alguém de confiança para cuidar de nossos animais quando precisamos ficar ausentes de casa e não podemos levar o pet junto.

Elaine Diaz é a amorosa e cuidadosa tutora de uma cadelinha de três anos de idade da raça Spitz Alemão, também conhecido como Lulu da Pomerânia, e, como muitos de nós, trata sua filhote como uma criança.

Pepper é uma cadelinha muito bem cuidada e mimada por sua tutora. (Foto: Reprodução / Twitter @TommyRivers)

A tutora tirou quatro dias de folga e resolveu viajar para relaxar, para que isso fosse possível ela chamou seu sobrinho, um jovem de 20 anos chamado Tommy Rios, para cuidar da cadelinha Pepper.

Porém, bastante receosa de deixar sua filha de quatro patas pela primeira vez aos cuidados do sobrinho, Elaine preparou uma lista de regras incluindo tudo o que Tommy tinha que fazer e não podia fazer para cuidar bem de Peper e a cadela tivesse tudo o que precisa.

A lista, que começava com a frase “Pepper, a garota mais bonina do mundo”, era tão explicativa e detalhada, que o jovem não se aguentou e publicou tudo na internet.

Ao viajar e deixar a cadelinha com um sobrinho, a tutora preparou uma lista completa do que o jovem deveria fazer e não fazer para cuidar bem de Pepper. (Foto: Reprodução / Twitter @TommyRivers)

Além de colocar as medidas exatas da quantidade de comida e de petiscos que a cadelinha deveria comer todo dia, Elaine também colocou e explicou as brincadeiras que ele deveria fazer com Pepper, como “Buscar a bolinha – jogue a bolinha com a arma verde – diariamente” e “Andar em torno do quarteirão (ou quadra) – opcional” e também os tipos de carinho que ela gosta de receber, como “abraços”, “beijinhos”, “cheiros” e “coçadinhas na barriga”.

Já a segunda lista era ainda mais engraçada.

A lista do que não fazer é ainda mais engraçada e diz que o jovem deve saber onde Pepper está a todo mundo e que ele não deve odiar a cadelinha. (Foto: Reprodução / Twitter @TommyRivers)

O que não deve fazer:

* Gritar com a Pepper – ela late quando você chegar em casa, late quando ouve um ruído suspeito e late para se comunicar

* Bater, espancar ou chutar Pepper – não machuque ela!

* Deixar ela escapar – saiba onde ela está a todo momento

E o mais importante………… Não odeie ela, pois você não é ela!

A lista hilária fez bastante sucesso nas redes sociais e Pepper e sua tutora acabaram ficando famosas.

Fonte: Buzz Feed News

Famílias adotam cães sem conhecê-los e o encontro entre eles é emocionante

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 jul 2017 - 18:22

Você conseguiria adotar um cãozinho sem ter conhecido o animal primeiro? É exatamente isso o que a instituição Tracy’s Dogs, dos Estados Unidos, proporciona para aqueles que desejam ter um novo cãozinho em casa.

Em 2011, Tracy Whyatt seguiu seu coração e sua vontade de ajudar cachorros que não tinham um lar a encontrar famílias. Então, com a ajuda de seu marido Scott, começaram a viajar de carro resgatando cães que viviam em abrigos no Texas conhecidos por sacrificar os animais que não eram adotados e levando estes cães para outros estados, onde existiam famílias dispostas a adotar.

Os adotantes só conhecem seus animais no dia da adoção. (Foto: Reprodução / YouTube HooplaHa – Only Good News)

Assim surgiu a organização Tracy’s Dogs, que já salvou e encontrou famílias para mais de 3.700 cachorros que teriam sido sacrificados.

Mas, e como acontece essa adoção “às escuras”? Na hora que uma família entra em contato com a Tracy’s Dogs, voluntários do local fazem todo um cadastro onde se informam de todas as necessidades e preferências da família, dessa forma a organização escolhe o animal que mais vai se adequar nas informações do cadastro e, consequentemente, à família. Além disso, é possível ver as fotos de todos os animais que estão disponíveis para adoção no site da Tracy’s Dogs.

Atualmente, a Tracy’s Dogs tem uma petshop PetSmart como parceira. Com unidades em diversos Estados dos Estados Unidos, o local serve como ponto de encontro entre a organização e os adotantes para que as famílias encontrem e recebam os cães que vão levar para casa.

O momento do encontro é extremamente emocionante e toca nossos corações da maneira mais linda. (Foto: Reprodução / YouTube HooplaHa – Only Good News)

Todos os meses, depois de preencher os cadastros, encontrar o cão certo para cada família e completar o processo de pré-adoção, Scott viaja com dezenas de animais em uma espécie de trailer completamente adaptado. Os destinos são as PetSmart de Minnesota, Wisconsin, Illinois, Indiana , Ohio, Pensilvânia, Washington, DC e Flórida, onde os novos papais pré-aprovados estão esperando ansiosamente para conhecer os seus filhotes.

O momento em que as famílias conhecem os animais e os pegam no colo é extremamente emocionante. Nós podemos ver que o amor e a felicidade transbordam dos olhos dos adotantes e que a beleza dos cães nunca foi um fator importante.

Prepare os lencinhos e assista abaixo ao vídeo lindo e emocionante que mostra o momento em que várias famílias conhecem os seus novos filhos de quatro patas.

(Vídeo: Reprodução / YouTube HooplaHa – Only Good News)

Fonte: Little Things