Hepatite Infecciosa Canina (HIC)

Causada pelo vírus Adenovírus do tipo I, a Hepatite Infecciosa Canina (HIC) é classificada como infecto-contagiosa

por George Augusto — publicado 10 mar 2014 - 22:20

A Hepatite Infecciosa Canina, ou também conhecida por Doença de Rubarth, é uma doença que acomete cães de todo o mundo, independente de idade, raça ou sexo. Essa moléstia é classificada como infecto-contagiosa, sendo causada pelo Adenovírus do tipo I. Muitos tutores e médicos veterinários dão um diagnóstico errôneo a respeito da HIC, já que seus sinais clínicos se assemelham bastante com o da Cinomose.

O animal pode portar a doença Hepatite Infecciosa Canina mesmo não apresentando nenhum sinal clínico (sintomas), porém disseminando o vírus para outros animais do seu círculo de convívio. Ela pode ficar incubada no animal, sendo assintomática, em média 7 dias.

 

Hepatite Infecciosa Canina (HIC). Foto: Reprodução

Hepatite Infecciosa Canina (HIC). Foto: Reprodução

Transmissão da Hepatite Infecciosa Canina (HIC)

A transmissão do HIC ocorre por via oronasal, porém ele é encontrado em toda superfície do animal. Em muitos casos, a doença é transmitida por ectoparasitas (parasitas que permanecem na superfície externa do cão).

 

Sinais clínicos

Os sinais clínicos da Hepatite Infecciosa Canina, como dito anteriormente, podem ser facilmente confundidos com a Cinomose. Por isso é sempre importante consultar um profissional para que seja fechado um diagnóstico seguro. A HIC, em muitos casos, pode se apresentar no cão sob duas formas, que são: Forma aguda e forma Superaguda.

Forma aguda: Nesse caso, os animais apresentam febre; conjuntivite; icterícia (mucosas amareladas); vômito; diarréia; inapetência (falta de apetite), porém apresentando uma sede intensa. A HIC acomete vários órgãos, como: Pulmões, Rins, Baço e Fígado. Nos casos mais graves, apresentam sinais neurológicos. É nesse estado que muitos confundem com a cinomose.

Forma superaguda: Nesse quadro, o animal não aparenta quase nenhum sintoma ou mesmo nenhum. Os proprietários só vão descobrir que o animal apresentava uma doença depois da morte do mesmo, na necropsia.

 

Diagnóstico

O diagnóstico da Hepatite Infecciosa Canina é somente feita por um médico veterinário. O profissional irá fazer um exame clínico, e consequentemente, passar exames laboratoriais de acordo com a necessidade e do quadro.

 

Tratamento

Ainda não existe tratamento específico para a Hepatite Infecciosa Canina. O médico veterinário poderá administrar fármacos para cessar os sintomas e o incômodo do animal. Jamais medique seu animal por conta própria, pois poderá agravar mais ainda o quadro clínico dele.

 

Prevenção

A melhor prevenção para a Hepatite Infecciosa Canina é a vacinação anual do animal. Muitos tutores adotam cães e colocam junto dos outros cães que já possuem, sem ter o cuidado de colocá-los em quarentena. Isso é um erro, pois o cão poderá ter a HIC em quadro superagudo, disseminando a doença para os cães sadios. Quando um cão apresentar qualquer sintoma atípico, é aconselhável que ele seja retirado do convívio com os outros. Ele deve ser isolado e imediatamente levado a um médico veterinário da sua confiança. Um tratamento iniciado no começo da moléstia, aumenta significantemente as chances de recuperação do cão.

É de suma importância que o animal seja avaliado mensalmente ou anualmente por um profissional. O pet tendo uma avaliação rotineira, evita em 99% as chances de ser acometido por doenças. Os cães assim como nós, precisam de um médico para exames de rotina.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian