Leishmaniose Visceral Canina

Entenda mais sobre a Leishmaniose Visceral Canina. Como detectar se o seu cachorro possui a doença e seu tratamento.

por George Augusto — publicado 4 jan 2014 - 4:09

A Leishmaniose é uma doença que é considerada uma zoonose (Doença transmitida do animal para o Ser Humano). Ela é encontrada em várias partes do mundo como: América do sul, China, Norte África, Oriente Médio e no Sul da Europa. Essa enfermidade é transmitida através da picada de uma fêmea de um mosquito hematófago (alimenta-se de sangue) chamado Feblótomo, ou também apelidado de “Birigui” ou “Mosquito Palha” infectado.
 

Campanha contra a Leishmaniose - WSPA

Campanha contra a Leishmaniose – WSPA


 

Transmissão da Leishmaniose

A leishmaniose não é transmitida para os gatos, porém entre os animais domésticos, os cães são os mais acometidos por essa moléstia, que, no caso dos cães, é denominada pelos profissionais de Leishmaniose Visceral Canina. Como dito anteriormente, essa patologia não é transmitida por contato direto, e sim, quando um mosquito infectado, pica um animal sadio.

Existem muitas lendas que giram em torno do assunto da Leishmaniose. O grande vilão e culpado da história até hoje está sendo o cão doméstico. No entanto, o cão só é um hospedeiro da doença, assim como o Ser Humano. Muitos tutores, por não entenderem sobre a Leishmaniose Visceral Canina, tentam erradicar a doença da forma mais drástica possível: matando seu cachorro. Essa forma é totalmente errônea e ineficaz, pois quem irá oferecer o perigo maior não é o cão, e sim, os mosquitos.

Sintomas da Leishmaniose

Os principais sintomas da Leishmaniose Visceral Canina observados, são: Emagrecimento progressivo; aumento dos gânglios linfáticos; úlceras e descamação da derme (pele) do animal; crescimento exacerbado das unhas; anemia; atrofia muscular e sangramento nasal. A Leishmaniose Visceral Canina também acomete severamente os órgãos internos do animal, como: alterações nos rins, aumento do fígado e problemas articulares. Um cão que apresenta esses sintomas não necessariamente possui a Leishmaniose Visceral Canina, existem outras patologias com os sinais bem semelhantes.

Diagnóstico

O diagnóstico mais utilizado para a confirmação da presença ou não da doença é o exame laboratorial parasitológico. Nesse exame, a urina do animal e o sangue irão passar por testes rigorosos, onde somente um médico veterinário irá poder fazer o laudo.

Como evitar que meu cão pegue Leishmaniose

A melhor forma de evitar uma Leishmaniose em animais e humanos é a prevenção e o controle do mosquito Feblótomo. O uso de inseticidas, tem sido bastante eficaz em muitos casos. Os mosquitos em sua maioria, assim como o Feblótomo, tem o habito noturno. Os médicos veterinários aconselham que os proprietários de cães levem seus animais para dormirem em locais telados, com coleira para prevenir picadas e, se possível, com repelentes. Um ponto primordial para evitar uma futura Leishmaniose Visceral Canina é a vacinação do animal, que previne cerca de 90% a chance de o cão ser acometido pela doença.

Tratamento

O tratamento para a Leishmaniose Visceral Canina é a terapia medicamentosa no animal, porém, muitos tutores ainda não conhecem. O mais indicado caso seu cão esteja com a suspeita de Leishmaniose é leva-lo o mais rápido possível para um médico veterinário para que seja feito o diagnóstico através de exames. Evite o máximo a Eutanásia, pois hoje em dia, já existe a cura e a prevenção da Leishmaniose.
 

Cachorro em tratamento de Leishmaniose Visceral Canina. Foto: Reprodução / Google

Cachorro em tratamento de Leishmaniose Visceral Canina. Foto: Reprodução / Google


 
Mais sobre a Leishmaniose Visceral Canina – WSPA

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Angélica lamenta nas redes sociais a morte do novo filhotinho de sua família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jul 2017 - 9:37

Nós contamos para vocês aqui sobre o mais novo filhotinho do casal de apresentadores Angélica e Luciano Huck. O animal, da raça Rhodesian Ridgeback, ou Leão da Rodésia, foi presente do médico veterinário e adestrador de cães Henrique Perdigão.

No último domingo, dia 16 de julho, Angélica publicou uma foto em homenagem ao cãozinho Babbo, que passou cerca de 18 dias com a família da apresentadora e, com apenas dois meses, acabou falecendo.

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Rainha Elizabeth adota cachorro de funcionário que faleceu

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 21:18

A Rainha Elizabeth é conhecida por seu amor por cães, especialmente da raça Corgi. Desde pequena ela sempre teve pelo menos um grupinho de Corgis em sua vida, correndo felizes com aquelas perninhas curtas pelos palácios do Reino Unido.

Porém, nos últimos anos, ela diminuiu o número de pets e ficou apenas com 3 – Willow, o Corgi, e Vulcan e Candy, dois mixes de Dachshund com Corgi.

O motivo da mudança se deu por causa de possíveis riscos de queda e o medo do futuro de seus pets,

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Luisa Mell relata conversa emocionante com seu filho sobre a partida de Marley

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 20:15

A inocência das crianças é sempre um alento poderoso, mesmo quando a vida ganha tons de tristeza e saudade. No caso de Luisa Mell, que há poucos dias perdeu seu companheiro canino Marley, o momento difícil também tem sido compartilhado com sua família.

A ativista relatou uma conversa emocionante que teve com seu filho sobre a partida do pet.

O que vc tá fazendo mamãe? Tô chorando filho… pq mamãe? Tô triste… o Mamá foi morar lá no céu com Deus…

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Angélica lamenta nas redes sociais a morte do novo filhotinho de sua família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jul 2017 - 9:37

Nós contamos para vocês aqui sobre o mais novo filhotinho do casal de apresentadores Angélica e Luciano Huck. O animal, da raça Rhodesian Ridgeback, ou Leão da Rodésia, foi presente do médico veterinário e adestrador de cães Henrique Perdigão.

No último domingo, dia 16 de julho, Angélica publicou uma foto em homenagem ao cãozinho Babbo, que passou cerca de 18 dias com a família da apresentadora e, com apenas dois meses, acabou falecendo.

Um cometa de amor em nossas vidas❤️ #babboksyvickishuck #descanseempaz #rodhesianridgeback 💔

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Apesar de ficar pouco tempo com a família, todos já estavam bastante apegados a Babbo, que também já fazia sucesso nas redes sociais de seus papais humanos.

Para anunciar o falecimento do animal, Angélica publicou uma linda foto em que ela aparece com o cãozinho e escreveu: “Um cometa de amor em nossas vidas❤”. Junto da frase a apresentadora colocou as hashtags: #babboksyvickishuck #descanseempaz #rodhesianridgeback.

Sem filtro …, so com amor , gratidao e saudade 🙏

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Depois, a apresentadora também publicou uma imagem do pôr do sol no Stories e escreveu: “para meu Babbo com amor”. No seu perfil do Instagram, a foto do pôr do sol aparece com a legenda: “Sem filtro …, so com amor , gratidao e saudade”.

Não foi divulgada nenhuma informação sobre a causa da morte do cão, que também pegou os fãs de Angélica e Luciano Huck de surpresa.

Fonte: UOL

Rainha Elizabeth adota cachorro de funcionário que faleceu

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 21:18

A Rainha Elizabeth é conhecida por seu amor por cães, especialmente da raça Corgi. Desde pequena ela sempre teve pelo menos um grupinho de Corgis em sua vida, correndo felizes com aquelas perninhas curtas pelos palácios do Reino Unido.

Porém, nos últimos anos, ela diminuiu o número de pets e ficou apenas com 3 – Willow, o Corgi, e Vulcan e Candy, dois mixes de Dachshund com Corgi.

O motivo da mudança se deu por causa de possíveis riscos de queda e o medo do futuro de seus pets, caso acontecesse algo com sua saúde, apesar de acharmos que haveria literalmente um população inteira disposta a adotá-los.

Mesmo assim, o destino ainda reservava mais um pequeno para a rainha. Quando a saúde de Bill Fenwick, funcionário do palácio de Sandringham, se deteriorou, a Rainha Elizabeth passou a levar o pet de Bill em seus passeios.

Com o tempo, ela e o cachorro de nome Whisper formaram um verdadeiro laço e, após a morte de Bill no começo desse ano, a Rainha Elizabeth pediu autorização para a família Fenwick para que pudesse adotá-lo.

Depois do pedido especial, ele passou a oficialmente fazer parte da realeza britânica.

 

Foto: Annie Leibovitz. Willow, Candy, Vulcan e Holly (falecida em outubro de 2016).