Leptospirose Canina

Também conhecida como doença do xixi do rato, a Leptospirose é transmitida através do contato do animal com a urina do rato infectado

por George Augusto — publicado 5 mar 2014 - 22:12

A leptospirose, também conhecida popularmente por “doença do xixi do rato”, é uma moléstia que acomete inúmeros animais, tendo uma atenção especial por também ser transmitida para o homem, sendo assim classificada como uma zoonose (doença transmitida do animal para o ser humano). Como o próprio nome popular diz, a doença é transmitida através do contato do animal ou homem com a urina do rato, pois nela pode conter a bactéria causadora da leptospirose.

Leptospirose em cães. Foto: Reprodução

Leptospirose em cães. Foto: Reprodução

É sempre bom lembrar que nem todo rato está infectado com a bactéria, porém deve-se sempre evitar o contato.

O surto da doença ocorre principalmente em épocas chuvosas e/ou em áreas alagadas, onde a urina do rato pode se disseminar com mais facilidade. Muitos animais adquirem a leptospirose, quando ingerem  comida ou água infectada. Existem muitos casos de animais com aptidão de caça contraírem a doença, pois entram em contato direto com o agente infectante (urina do rato) ao lamber e morder no ato da caça.

 

Sintomas da Leptospirose Canina

Os animais que são contaminados com a bactéria da leptospirose, podem apresentar sintomas entre 4 a 11 dias após contrair a doença. Existem animais assintomáticos, ou seja, animais que não apresentam sintomas. Esses devem ser observados diariamente, pois a moléstia pode estar sendo agravada internamente.

Os principais sinais clínicos que aparecem nos animais acometidos, são:

– Anorexia (falta de apetite);

– Urina marrom escura;

– Vômito;

– Desidratação;

– Prostração;

– Poliúria (urinar em excesso);

– Ffebre;

– Icterícia (mucosas amareladas nos olhos, gengiva e etc).

 

Diagnóstico da leptospirose canina

O diagnóstico é feito através de exames laboratoriais. Os exames mais pedidos pelos médicos veterinários atualmente, são: Hemograma (exame de sangue) e a urinálise (exame de urina). Os exames serão pedidos pelo profissional, após um exame clínico, onde o mesmo, irá avaliar a necessidade ou não dos exames.

 

Tratamento da leptospirose

O tratamento da leptospirose canina deve ser feita exclusivamente por um médico veterinário de sua confiança. O tratamento é feito através de terapias medicamentosas e, em casos mais graves, que incluam uma desidratação profunda, pode ou não ser escolhido a fluido terapia como apoio. A leptospirose causa danos severos nos rins e no fígado. Um medicamento administrado errado, pode comprometer ainda mais o quadro clinico do animal.

 

Prevenção

A principal prevenção da leptospirose canina é a vacinação anual do animal. Um cão com atraso na vacinação, pode ser um forte candidato a contrair essa enfermidade. Um meio bastante comum de evitar a disseminação da leptospirose, é nunca deixar lixo espalhado, ração do animal sem proteção, amontoado de caixas e objetos e entre vários fatores.

O uso de raticidas, vendidos no mercado atualmente, é uma boa forma de evitar a proliferação de ratos no local, porém deve-se por em locais estratégicos e que não estejam ao alcance dos animais, evitando assim, uma intoxicação. Mantenha sempre o local limpo aonde  seu animal frequenta e evite deixar a ração exposta para seu cão o dia inteiro, espere ele terminar e recolha o pote.

Qualquer anormalidade no comportamento do seu animal, consulte um médico veterinário.

 

Cuidado com áreas alagadas. Foto: Reprodução

Cuidado com áreas alagadas. Foto: Reprodução

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times