Leucemia em cães

leucemia é a proliferação anormal de glóbulos brancos (leucócitos) do sangue sem uma causa aparente

por George Augusto — publicado 24 maio 2014 - 11:01

A leucemia é uma doença que acomete um número significativo de cães de diferentes raças. Para um melhor entendimento da doença, a leucemia é a proliferação anormal de glóbulos brancos (leucócitos) do sangue sem uma causa aparente, sendo classificado pela a medicina, como um câncer. A medula óssea do animal começa a produzir um número anormal de glóbulos brancos, fazendo com que haja um descontrole das células sanguíneas.

A leucemia, ao contrário do que muitos pensam, não existe em apenas um tipo. A leucemia em cães pode ser dividida em dois tipos, que são Leucemia Linfóide e Leucemia Mielóide.

Leucemia Linfóide: Nesse tipo de leucemia ocorre a produção anormal de leucócitos (glóbulos brancos) pela medula óssea, denominados de linfócitos B. Normalmente, as células cancerígenas se disseminam por todo o sangue, como também, na medula óssea.

Essa doença pode se apresentar de forma crônica, quando é desencadeada de forma lenta e duradoura, ou também de forma aguda, quando é de origem mais rápida e bem mais agressiva, comparada com a crônica.

Os principais sinais clínicos achados em pacientes portadores, são:

– Aparecimento de febre;

– Dores nas articulações;

– Fraqueza;

– Anemia;

– Linfonodos palpáveis;

– Perda de Peso;

– Depressão;

– Morte do animal.

Os animais mais afetados por esse tipo de leucemia são os cães mais novos.

Leucemia Mielóide: Na Leucemia Mielóide, são afetadas, de forma acentuada, as células mielóides, sendo estas classificadas também como glóbulos brancos. Os animais mais afetados por essa classe de leucemia são os cães adultos e os cães idosos. Assim como a Leucemia linfóide, a mielóide também é apresentada na forma crônica e aguda. Os sinais clínicos da Leucemia Mielóide são muito semelhantes aos da linfóide, por isso é exigido um exame laboratorial para fim de diagnóstico.

As principais causas para o aparecimento da leucemia em cães ainda são de origem desconhecida. Estudiosos afirmam que o aparecimento da leucemia é devido a uma mutação somática do DNA, acarretando alterações, anomalias e proliferação de glóbulos brancos e que pode surgir devido ao animal ser exposto à substâncias cancerígenas e/ou à radiação.

A avaliação para a confirmação do diagnóstico da leucemia deve ser feita por um médico veterinário. É feito o exame físico do animal, avaliando a sintomatologia do paciente, e também solicitados os exames laboratoriais sanguíneos, que são de suma impoortância. O médico veterinário irá receitar exames de acordo com a necessidade do quadro.

O tratamento para a leucemia consiste em sessões de quimioterapia e medicamentos de apoio. O tratamento deve ser feito exclusivamente por um médico veterinário, pois se trata de uma doença delicada e bastante agressiva, assim sendo necessário um profissional da área.

A prevenção, tanto para leucemia linfoide quanto para a leucemia mielóide é evitar ao máximo o animal ser exposto à radiação e à substâncias cancerígenas. Outro ponto que ocorre bastante, não só em animais com câncer como em qualquer patologia, é que habitualmente os tutores esperam o animal ficar bem debilitado para levar à uma clínica veterinária. Na leucemia, assim como em qualquer câncer, é necessário que a doença seja descoberta no início, pois as chances de cura aumentam de forma significativa. Diante de qualquer anormalidade observada num animal, este deve ser levado imediatamente a um médico veterinário.

 

Leucemia em cachorros. Foto: Reprodução

Leucemia em cachorros. Foto: Reprodução

 

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Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times