Otite canina

Inflamação do conduto auditivo, mais conhecida como Otite, acomete um número significante de cães anualmente. Saiba quais são as causas, como reconhecer os sintomas, tratamento e prevenção

por George Augusto — publicado 28 fev 2014 - 0:41

A inflamação do conduto auditivo, mais conhecida como Otite, é uma enfermidade que acomete um número significante de animais todos os anos. Existem raças de cães que têm predisposição para a presença de otite, como por exemplo: Golden Retriever, Pastor Alemão, Dachshund, Cocker Spaniel, Basset Hound,  entre tantos outros. Essas raças são mais acometidas devido à sua morfologia, pois eles têm orelhas grandes, peludas e caídas, ocasionando assim, a não secagem adequada do canal auditivo, levando a um quadro de inflamação.

Ao contrário do que muitos pensam, não são só os “cães orelhudos” que são as vítimas da otite. Essa doença acomete qualquer tipo de cão, independentemente da sua raça. A otite pode se apresentar de três formas: Otite externa, otite média e otite interna (não visualizada sem o uso de um otoscópio).

 

Otite em cães. Foto: Reprodução

Otite em cães. Foto: Reprodução

Causas para a otite canina

As principais causas do aparecimento da inflamação  do conduto auditivo, são:

– Produção excessiva de cera no ouvido;

– Fungos;

– Parasitas;

– Infecção;

– Traumas;

– Corpo estranho;

– Genética herdada dos pais,

– entre tantas coisas.

A grande maioria dos casos  de animais que são levados para a clínica veterinária, está relacionada à otite por fungos e à presença de grande quantidade de cera no conduto auditivo, pois a maioria dos proprietários não faz a higienização da orelha do animal na hora do banho.

 

Sinais clínicos da otite

Os sinais clínicos da otite são bem clássicos e de fácil diagnóstico, porém devem sempre ter uma atenção especial por parte do tutor. Os Sinais clínicos, são:

– Agitação da cabeça;

– Coceira intensa (o cão começa a coçar intermitentemente a orelha e esfregá-la em objetos);

– Muitos cães aparecem com a orelha bem machucada;

– Orelha com presença de secreção:

– Ao observar o ouvido do animal, em alguns casos, percebe-se uma secreção de coloração bem amarelada e/ou com pus no local;

– Perda da acuidade auditiva;

– Inchaço;

– Ouvido escurecido ou avermelhado;

– Mau odor;

– Presença de dor na orelha.

 

Diagnosticando a otite em cães

O diagnóstico só deve ser feito por um médico veterinário. Com o apoio de um otoscópio (equipamento utilizado para visualização interna do conduto auricular), o médico veterinário irá avaliar a gravidade do caso.

 

Tratamento para otite

O tratamento da otite canina consiste na limpeza do conduto auricular acometido, e também, terapia medicamentosa escolhida pelo profissional habilitado. Dependendo do grau e da severidade da otite, o animal deve ser sedado, devido à dor que a inflamação causa. O tratamento da otite não pode ser feito pelo tutor, pois caso seja feito de modo incorreto, pode levar à perda da audição do animal.

 

Prevenção

A prevenção da otite consiste em vários fatores, como por exemplo: Não deixar o animal levar ventos fortes em excesso no rosto; não molhar a parte interna da orelha na hora do banho; fazer a limpeza do ouvido com soluções apropriadas, escolhidas pelo médico veterinário, e, diante de qualquer comportamento anormal do animal, levá-lo imediatamente a um profissional. Jamais tome decisões precipitadas, aplicando soluções sem uma prescrição médica no animal, pois pode agravar ainda mais o quadro da doença. A otite é uma doença de fácil tratamento e bom prognóstico, então é muito mais válido confiá-la a um acompanhamento de um profissional.

 

Não deixe de conferir o artigo: Como limpar a orelha do cachorro

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Policial atira em cachorro no meio de uma praça em Campo Grande

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 7:00

No último domingo, dia 15 de abril, algumas famílias, incluindo crianças, estavam passeando em uma praça no bairro Arnaldo Esteves de Figueiredo, em Campo Grande, quando, de repente, escutaram barulho de tiro bem perto.

De acordo com informações repassadas por pessoas que estavam no local, um policial civil, que não teve o nome divulgado, atirou em um cachorro que se aproximou do seu cão.

O policial estava passeando no local com seu animal de estimação quando um cachorro da raça Labrador chamado Thor,

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail

Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda, tem uma turma grande em casa e suas redes sociais estão repletas de registros dos pets.

Tenho certeza que metade da população brasileira desejou agora mesmo ser adotada por essa família.

 

Um tapete? Não… O Marley aproveitando o chão geladinho nesse calor. 🖤

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A minha turma é da pesada… 😍🙈

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