Meu cão está envenenado/intoxicado, e agora?

Quanto mais rápido o animal chegar para o amparo médico, mais chance terá de reverter o caso.

por George Augusto — publicado 22 nov 2014 - 23:55

A intoxicação e o envenenamento são as ocorrências mais comuns, que dão entrada na emergência, nas clínicas veterinárias de todo o mundo. Existe uma grande confusão, entre os tutores, sobre a diferença entre envenenamento e intoxicação. Isso pode vir a tornar-se uma dificuldade ao médico veterinário, na hora de fechar o diagnóstico, por não trazer informações esclarecedoras pelos tutores na hora da anamnese.  As intoxicações são normalmente ocasionadas por substâncias tóxicas, como: produtos de limpeza, inseticidas, ingestão de plantas tóxicas, tintas, medicamentos, entre vários outras substâncias. Já  os  envenenamentos,  são normalmente asssociados a animais e insetos, como nos casos de picadas de cobra, escorpiões, sapos e etc. Um dos grandes vilões responsáveis por envenenamento em cães, são os sapos. Os sapos excretam através das suas glândulas, localizadas nas costas, uma substância chamada bufotoxina, que causa sérios problemas de saúde aos cães, levando muitos deles à morte. Isso ocorre principalmente em pets que são criados na área externa da casa, onde entram em contato com os sapos, e por instinto natural, lambem o anfíbio.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Existem vários fatores que indicam que seu cão está intoxicado ou envenenado. De qualquer forma, é importante lembrar que qualquer anormalidade percebida no seu cão deve servir de alerta para levá-lo imediatamente a um médico veterinário. Os principais sintomas que um animal pode apresentar no caso de alguma substância tóxica entrar no organismo do pet, são: O animal pode apresentar mucosas cianóticas, ou seja, mucosas de coloração azulada; No olho do pet pode ocorrer uma dilatação da pupila, chamada tecnicamente de midríase; depressão; O cão pode apresentar uma cifose, isto é, a coluna em formato de arco; Ocorre também a relutância a ingerir água ou alimento, e em casos mais graves, convulsões.

É comum nos depararmos com muitas lendas que andam em torno do tratamento da intoxicação nos cães. Uma das mais comuns é o leite. Muitos afirmam que, no caso de intoxicação, o leite “cortará” o efeito do agente tóxico. Essa informação é totalmente incorreta, pois em alguns casos, pode agravar ainda mais o quadro do animal. Outra lenda bastante comum é sobre forçar o animal a vomitar com água quente com sal ou outros métodos. Isso é eficaz na ingestão de certas substâncias e no momento exato que o animal ingeriu. De qualquer forma não é indicado fazer em casa, sem um profissional, pois na expectativa de fazer o pet ingerir algo para vomitar, o conteúdo por estar indo para os pulmões – e não para o estômago -, causando assim, uma pneumonia por aspiração.

Infelizmente no caso de envenenamento ou de intoxicação não há muito que fazer em casa, a não ser levá-lo imediatamente a um médico veterinário. No caso das picadas de cobras e outros animais peçonhentos, jamais fazer torniquetes, pois isso piorará o caso. A  clínica veterinária é onde o animal vai receber a correta terapia medicamentosa de emergência e ficará internado até que o quadro seja estabilizado. Jamais tente tratá-lo em casa quando se tratar de ingestão de  caso de substâncias tóxicas ou de envenenamento. Somente  locais apropriados, como hospitais e clínicas, têm a infraestrutura para o cuidado ideal. Quanto mais rápido o animal chegar para o amparo médico, mais chance terá de reverter o caso.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian